Justiça aceita pedido de preventiva e jovens acusados de matar Magno seguem presos
Justiça aceita pedido de preventiva e jovens acusados de matar Magno seguem presos

Justiça aceita pedido de preventiva e jovens acusados de matar Magno seguem presos

A Justiça aceitou o pedido de prisão preventiva de João Pedro Lopes, Otávio Miguel, acusados de matar e ocultar o cadáver de Magno Fernandes Monteiro de 42 anos em Sidrolândia.
Jailson da Conceição Nascimento também é investigado por participar do crime, ele foi surpreendido e capturado na última quinta-feira (23), pela Polícia em Nova Alvorada do Sul. A Justiça aceitou o pedido de prisão preventiva de João Pedro e Otávio Miguel. Jailson deve passar por audiência de custodia na próxima segunda-feira (27), por enquanto, segue preso e assim como os outros, deve permanecer na cadeia.
A Polícia continua investigando o possível envolvimento da ex-namorada de João Pedro no crime. Os homens devem responder por homicídio qualificado (por motivo fútil, com emprego de meio cruel e por recursos que impediram a defesa da vítima) e por ocultação de cadáver.
O caso
Magno foi golpeado com facadas no abdômen e marteladas na cabeça e depois enterrado vivo no quintal da própria residência. Ele ficou desaparecido por cerca de um ano e o crime foi elucidado após a localização do corpo. Uma testemunha encontrou os restos mortais da vítima enquanto colhia mandioca.
Conforme a Polícia Civil, o caso tomou novos rumos há cerca de dois meses quando a namorada de João Pedro foi até a delegacia registrar uma ocorrência de violência doméstica. Em depoimento, ela informou que o agressor, seu namorado, disse que faria com ela o mesmo que fez com Magno: a mataria e enterraria o corpo no quintal da casa.
Com a descoberta da ossada, a jovem foi novamente levada para prestar depoimento e o autor foi preso no local de trabalho. Ela confessou que sabia do crime desde o dia em que aconteceu. Já João Pedro continuou negando até que decidiu confirmar ter matado Magno e ainda entregou dois participantes, sendo eles Otávio e Jailson.
A Justiça aceitou o pedido de prisão preventiva de João Pedro Lopes, Otávio Miguel, acusados de matar e ocultar o cadáver de Magno Fernandes Monteiro de 42 anos em Sidrolândia.
Jailson da Conceição Nascimento também é investigado por participar do crime, ele foi surpreendido e capturado na última quinta-feira (23), pela Polícia em Nova Alvorada do Sul. A Justiça aceitou o pedido de prisão preventiva de João Pedro e Otávio Miguel. Jailson deve passar por audiência de custodia na próxima segunda-feira (27), por enquanto, segue preso e assim como os outros, deve permanecer na cadeia.
A Polícia continua investigando o possível envolvimento da ex-namorada de João Pedro no crime. Os homens devem responder por homicídio qualificado (por motivo fútil, com emprego de meio cruel e por recursos que impediram a defesa da vítima) e por ocultação de cadáver.
Magno foi golpeado com facadas no abdômen e marteladas na cabeça e depois enterrado vivo no quintal da própria residência. Ele ficou desaparecido por cerca de um ano e o crime foi elucidado após a localização do corpo. Uma testemunha encontrou os restos mortais da vítima enquanto colhia mandioca.
Conforme a Polícia Civil, o caso tomou novos rumos há cerca de dois meses quando a namorada de João Pedro foi até a delegacia registrar uma ocorrência de violência doméstica. Em depoimento, ela informou que o agressor, seu namorado, disse que faria com ela o mesmo que fez com Magno: a mataria e enterraria o corpo no quintal da casa.
Com a descoberta da ossada, a jovem foi novamente levada para prestar depoimento e o autor foi preso no local de trabalho. Ela confessou que sabia do crime desde o dia em que aconteceu. Já João Pedro continuou negando até que decidiu confirmar ter matado Magno e ainda entregou dois participantes, sendo eles Otávio e Jailson.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.