VÍDEO: preso é morto depois de julgamento do PCC na Máxima
VÍDEO: preso é morto depois de julgamento do PCC na Máxima

VÍDEO: preso é morto depois de julgamento do PCC na Máxima

O Jornal Midiamax teve acesso ao vídeo em que o detento Manuel Gamarra, de 32 anos, está morto pendurado por uma corda pelo pescoço no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima de Campo Grande. O presidiário foi assassinado por integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
Manuel foi espancado, enforcado e pendurado na laje do pavilhão 1, onde é feito o banho de sol dos presos. No vídeo é possível ouvir um dos integrantes do PCC comemorando a morte do detento e mandando um recado para outros presos.
Integrante PCC, “Olha só como ficou a cara do pilantra. Oprimia PCC do corró da cela 1, olha só como ficou a cara do safado”. Em outro trecho das imagens é possível ouvir o detento avisando, “Aqui é o Primeiro Comando da Capital. Essa é para todos. Essa resposta é do Comando da Capital”.
Por último ele diz, “Para todos estes comédias que estão no corró e ficam oprimindo nossos irmãos de chegarem ai”.
Manuel Gamarra cumpria pena por tráfico de drogas e tinha sido transferido para o estabelecimento penal há um mês. A reportagem tentou entrar em contato com o delegado Geraldo Marim, da 3º Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande, para saber a respeito das imagens, mas não conseguimos resposta.
Na sexta-feira (5), quando agentes penitenciários descobriram a morte do preso ao fazerem o ‘confere’ da volta do banho de sol dos detentos, o delegado disse ao Jornal Midiamax que a polícia deve investigar a participação do preso em um grupo de criminosos dentro do presídio.
Ainda de acordo com informações, o preso seria desafeto da facção, com quem batia de frente’, e por isso, foi assassinado. Pouco antes de terminar o banho de sol, na sexta-feira (5), os presos da ala B se reuniram na quadra e ecoaram gritos de ordem do PCC, como por exemplo, |Um por todos e todos por um. Se Deus é por nós quem será contra nós e por fim PCC PCC PCC|.
Midiamax
O Jornal Midiamax teve acesso ao vídeo em que o detento Manuel Gamarra, de 32 anos, está morto pendurado por uma corda pelo pescoço no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima de Campo Grande. O presidiário foi assassinado por integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
Manuel foi espancado, enforcado e pendurado na laje do pavilhão 1, onde é feito o banho de sol dos presos. No vídeo é possível ouvir um dos integrantes do PCC comemorando a morte do detento e mandando um recado para outros presos.
Integrante PCC, “Olha só como ficou a cara do pilantra. Oprimia PCC do corró da cela 1, olha só como ficou a cara do safado”. Em outro trecho das imagens é possível ouvir o detento avisando, “Aqui é o Primeiro Comando da Capital. Essa é para todos. Essa resposta é do Comando da Capital”.
Por último ele diz, “Para todos estes comédias que estão no corró e ficam oprimindo nossos irmãos de chegarem ai”.
Manuel Gamarra cumpria pena por tráfico de drogas e tinha sido transferido para o estabelecimento penal há um mês. A reportagem tentou entrar em contato com o delegado Geraldo Marim, da 3º Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande, para saber a respeito das imagens, mas não conseguimos resposta.
Na sexta-feira (5), quando agentes penitenciários descobriram a morte do preso ao fazerem o ‘confere’ da volta do banho de sol dos detentos, o delegado disse ao Jornal Midiamax que a polícia deve investigar a participação do preso em um grupo de criminosos dentro do presídio.
Ainda de acordo com informações, o preso seria desafeto da facção, com quem batia de frente’, e por isso, foi assassinado. Pouco antes de terminar o banho de sol, na sexta-feira (5), os presos da ala B se reuniram na quadra e ecoaram gritos de ordem do PCC, como por exemplo, |Um por todos e todos por um. Se Deus é por nós quem será contra nós e por fim PCC PCC PCC|.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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