Traficante de 36 anos é presa transportando drogas presas no próprio corpo em Maracaju
Traficante de 36 anos é presa transportando drogas presas no próprio corpo em Maracaju

Traficante de 36 anos é presa transportando drogas presas no próprio corpo em Maracaju

Uma mulher, de 36 anos, foi presa por uma equipe do TOR (Tático Operacional Rodoviário) da PMR (Polícia Militar Rodoviária) transportando entorpecente preso ao corpo em um veículo de aplicativo na MS-162, em Maracaju.
Segundo informações, os policiais realizavam fiscalização de trânsito, quando abordaram um Fiat/Punto, de Campo Grande. O motorista de aplicativo disse que fazia o itinerário de Ponta Porã a Campo Grande. Após verificação de documentos pertinentes, os policiais solicitaram a revista veicular.
No momento que a passageira, 36 anos, que aparentemente estava grávida, desceu do carro e foi observado um volume nas costas. Perguntado o motivo do volume desproporcional, a mulher confessou ter entorpecente preso ao corpo. Após a revista ser realizada por uma policial feminina, foram localizados invólucros de skunk, que posteriormente, totalizaram, 4,2Kg do entorpecente.
Aos policiais, a mulher disse que receberia R$ 2 mil para levar o entorpecente de Ponta Porã para Campo Grande. O prejuízo ao crime foi estimado R$ 42 mil e a ocorrência apresentada na Delegacia de Polícia Civil de Maracaju.
Uma mulher, de 36 anos, foi presa por uma equipe do TOR (Tático Operacional Rodoviário) da PMR (Polícia Militar Rodoviária) transportando entorpecente preso ao corpo em um veículo de aplicativo na MS-162, em Maracaju.
Segundo informações, os policiais realizavam fiscalização de trânsito, quando abordaram um Fiat/Punto, de Campo Grande. O motorista de aplicativo disse que fazia o itinerário de Ponta Porã a Campo Grande. Após verificação de documentos pertinentes, os policiais solicitaram a revista veicular.
No momento que a passageira, 36 anos, que aparentemente estava grávida, desceu do carro e foi observado um volume nas costas. Perguntado o motivo do volume desproporcional, a mulher confessou ter entorpecente preso ao corpo. Após a revista ser realizada por uma policial feminina, foram localizados invólucros de skunk, que posteriormente, totalizaram, 4,2Kg do entorpecente.
Aos policiais, a mulher disse que receberia R$ 2 mil para levar o entorpecente de Ponta Porã para Campo Grande. O prejuízo ao crime foi estimado R$ 42 mil e a ocorrência apresentada na Delegacia de Polícia Civil de Maracaju.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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