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Sidrolândia terá ultrassom só para atender gestantes, diz prefeita Vanda

Sidrolândia terá ultrassom só para atender gestantes, diz prefeita Vanda

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Sidrolândia terá ultrassom só para atender gestantes, diz prefeita Vanda

O lançamento do "Projeto Bem Nascer MS", programado para esta sexta-feira (19) às 08h30 na Governadoria, vai reforçar as ações de assistência e acompanhamento das gestantes em Sidrolândia durante o pré-natal. Segundo a prefeita Vanda Camilo, a Secretaria Municipal de Saúde Pública vai receber um aparelho de ultrassom portátil que vai ser específico para o atendimento das grávidas. Além disso, o Estado vai fazer repasse entre R$ 20 mil a R$ 30 mil para ajudar os municípios no custeio de ações voltadas à redução da mortalidade materna e infantil no Estado.

Para implementação das ações do “Bem Nascer MS”, R$ 14 milhões foram destinados ao projeto, sendo que R$ 11,6 milhões investidos na compra de 75 aparelhos de ultrassons que serão entregues aos municípios seguindo critérios técnicos de distribuição, além do incentivo financeiro para custeio dos Centros Especializados Materno-Infantil do Estado.

A prefeita Vanda Camilo, que como diretora do Hospital Elmíria Silvério Barbosa, trabalhou na implantação do Centro de Parto Normal, criou a Clínica da Família, que já oferece uma série de atendimentos, com médico pediatra três vezes por semana, fisioterapia, terapia ocupacional e está no planejamento de 2022 concentrar ali o atendimento das gestantes de alto risco.

Para o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, o projeto "Bem Nascer Mato Grosso do Sul" surge para evitar a morte de mulheres grávidas ou no pós-parto, bem como dos bebês recém-nascidos. “Por isso, queremos promover esse fortalecimento do sistema de saúde, melhorando os equipamentos, o transporte e contratando mais profissionais, além de investir na qualificação deles”.

O desafio de reduzir os índices de mortalidade materna e infantil não é exclusividade de Mato Grosso do Sul, o Brasil precisa atingir até 2030, metas de redução da mortalidade materna, conforme pactuação definida nos “Objetivos do Desenvolvimento Sustentável” (ODS), considerando morte materna como todos os óbitos que ocorrem durante a gravidez ou até os 42 dias seguintes ao parto, para cumprir acordos firmados com a ONU. A meta é reduzir até 2030, a razão de mortalidade materna para menos de 30 por 100 mil nascidos vivos e também a redução da mortalidade infantil para um único dígito.

O “Bem Nascer MS” tem como madrinha, a primeira-dama do Estado, dona Fátima Azambuja, que terá a missão de promover o engajamento de prefeitas e primeiras-damas como madrinhas municipais deste projeto, assim com toda sociedade convidada a colaborar com esta missão.

O Projeto ainda conta com plataforma digital que reúne diversas informações como materiais de campanha, informativos e dados sobre a mortalidade materna e infantil no Estado. 

O lançamento do "Projeto Bem Nascer MS", programado para esta sexta-feira (19) às 08h30 na Governadoria, vai reforçar as ações de assistência e acompanhamento das gestantes em Sidrolândia durante o pré-natal. Segundo a prefeita Vanda Camilo, a Secretaria Municipal de Saúde Pública vai receber um aparelho de ultrassom portátil que vai ser específico para o atendimento das grávidas. Além disso, o Estado vai fazer repasse entre R$ 20 mil a R$ 30 mil para ajudar os municípios no custeio de ações voltadas à redução da mortalidade materna e infantil no Estado.

Para implementação das ações do “Bem Nascer MS”, R$ 14 milhões foram destinados ao projeto, sendo que R$ 11,6 milhões investidos na compra de 75 aparelhos de ultrassons que serão entregues aos municípios seguindo critérios técnicos de distribuição, além do incentivo financeiro para custeio dos Centros Especializados Materno-Infantil do Estado.

A prefeita Vanda Camilo, que como diretora do Hospital Elmíria Silvério Barbosa, trabalhou na implantação do Centro de Parto Normal, criou a Clínica da Família, que já oferece uma série de atendimentos, com médico pediatra três vezes por semana, fisioterapia, terapia ocupacional e está no planejamento de 2022 concentrar ali o atendimento das gestantes de alto risco.

Para o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, o projeto "Bem Nascer Mato Grosso do Sul" surge para evitar a morte de mulheres grávidas ou no pós-parto, bem como dos bebês recém-nascidos. “Por isso, queremos promover esse fortalecimento do sistema de saúde, melhorando os equipamentos, o transporte e contratando mais profissionais, além de investir na qualificação deles”.

O desafio de reduzir os índices de mortalidade materna e infantil não é exclusividade de Mato Grosso do Sul, o Brasil precisa atingir até 2030, metas de redução da mortalidade materna, conforme pactuação definida nos “Objetivos do Desenvolvimento Sustentável” (ODS), considerando morte materna como todos os óbitos que ocorrem durante a gravidez ou até os 42 dias seguintes ao parto, para cumprir acordos firmados com a ONU. A meta é reduzir até 2030, a razão de mortalidade materna para menos de 30 por 100 mil nascidos vivos e também a redução da mortalidade infantil para um único dígito.

O “Bem Nascer MS” tem como madrinha, a primeira-dama do Estado, dona Fátima Azambuja, que terá a missão de promover o engajamento de prefeitas e primeiras-damas como madrinhas municipais deste projeto, assim com toda sociedade convidada a colaborar com esta missão.

O Projeto ainda conta com plataforma digital que reúne diversas informações como materiais de campanha, informativos e dados sobre a mortalidade materna e infantil no Estado. 

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