Sidrolândia 67 anos: Advogada relembra antiga praça e expõe amor pela cidade
Sidrolândia 67 anos: Advogada relembra antiga praça e expõe amor pela cidade

Sidrolândia 67 anos: Advogada relembra antiga praça e expõe amor pela cidade

O município de Sidrolândia completa neste dia 11 de Dezembro, 67 anos de emancipação. Para os moradores que nasceram e foram criados em Sidrolândia, todos os espaços (ou quase) tem uma memória afetiva que faz relembrar as experiências vividas.
A advogada Elaine Brito, 43 anos, afirma que a praça central é a principal referência de sua infância. “Tudo girava em torno da praça, na minha infância ela era cercada de mureta e tinha quadra de vôlei”, disse.
De acordo com ela, lá sempre havia muitas aglomerações. “Eu lembro que acontecia muitos eventos, era o ponto social, onde toda cidade se reunia, olhando para a praça agora me dá uma saudade”.
Elaine é filha de Sidrolândia, mas como muitos, nasceu em Campo Grande. Ela destaca que tudo que conquistou foi em Sidrolândia.
“Só não nasci aqui porque o Hospital ainda não tinha condições de fazer uma cesárea, mas nasci e já vim para cá e aqui é onde eu cresci, construí a minha carreira e vida pessoal, criei a minha filha e não pretendo sair daqui. Eu amo Sidrolândia”, afirma.
A advogada é neta de Anaíde Rodrigues Brito, que era uma das filhas do primeiro prefeito de Sidrolândia, o Epaminondas Rodrigues Brum. Elaine também é neta de Osvaldo Pereira de Brito, que era um dos filhos de Oscar Pereira de Brito.
Osvaldo é uma personalidade da época, um homem brincalhão e alegre que, sempre que possível, estava vestido de corinthiano. “O que sempre me marcou e que as pessoas mais antigas não esquecem é que o meu avô foi estudar depois de mais velho, devia ter mais que 50 anos, e era uma diversão, ele era uma pessoa muito divertido e ia vestido de corinthiano, sempre estava nos carnavais de corinthiano”, relembrou.
“Eu tenho muito orgulho dele, de como ele era honesto, certo com a vida. Ele foi chefe da agência dos fazendários do município por muitos anos e isso é motivo de muita alegria e orgulho para mim”, finalizou.
O município de Sidrolândia completa neste dia 11 de Dezembro, 67 anos de emancipação. Para os moradores que nasceram e foram criados em Sidrolândia, todos os espaços (ou quase) tem uma memória afetiva que faz relembrar as experiências vividas.
A advogada Elaine Brito, 43 anos, afirma que a praça central é a principal referência de sua infância. “Tudo girava em torno da praça, na minha infância ela era cercada de mureta e tinha quadra de vôlei”, disse.
De acordo com ela, lá sempre havia muitas aglomerações. “Eu lembro que acontecia muitos eventos, era o ponto social, onde toda cidade se reunia, olhando para a praça agora me dá uma saudade”.
Elaine é filha de Sidrolândia, mas como muitos, nasceu em Campo Grande. Ela destaca que tudo que conquistou foi em Sidrolândia.
“Só não nasci aqui porque o Hospital ainda não tinha condições de fazer uma cesárea, mas nasci e já vim para cá e aqui é onde eu cresci, construí a minha carreira e vida pessoal, criei a minha filha e não pretendo sair daqui. Eu amo Sidrolândia”, afirma.
A advogada é neta de Anaíde Rodrigues Brito, que era uma das filhas do primeiro prefeito de Sidrolândia, o Epaminondas Rodrigues Brum. Elaine também é neta de Osvaldo Pereira de Brito, que era um dos filhos de Oscar Pereira de Brito.
Osvaldo é uma personalidade da época, um homem brincalhão e alegre que, sempre que possível, estava vestido de corinthiano. “O que sempre me marcou e que as pessoas mais antigas não esquecem é que o meu avô foi estudar depois de mais velho, devia ter mais que 50 anos, e era uma diversão, ele era uma pessoa muito divertido e ia vestido de corinthiano, sempre estava nos carnavais de corinthiano”, relembrou.
“Eu tenho muito orgulho dele, de como ele era honesto, certo com a vida. Ele foi chefe da agência dos fazendários do município por muitos anos e isso é motivo de muita alegria e orgulho para mim”, finalizou.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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