“Sextou na Feira” completa um ano e também será realizado nos sábados em Maracaju
“Sextou na Feira” completa um ano e também será realizado nos sábados em Maracaju

“Sextou na Feira” completa um ano e também será realizado nos sábados em Maracaju

“Sucesso” essa seria uma palavra para classificar o projeto “Sextou na Feira”, iniciando ainda de forma tímida, pós-pandemia, no Centro Esportivo Osvaldo Benedito Rodrigues - Centro Olímpico, foi crescendo gradativamente e agora, completando um ano de existência, definitivamente caiu no gosto dos maracajuenses.
Atualmente está sobre a gestão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, atendendo na Praça Central, ampliou em mais um dia seu funcionamento, chegando também aos sábados. A feira conta 24 barracas e 42 expositores, mesclando artesanato à culinária diversificada, fomentando a geração de renda entre os autônomos e trazendo diferentes atrativos para a população de Maracaju.
De acordo com Agadir Mossmann, Secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, o “Sextou na Feira” é um exemplo de empreendedorismo, inclusão e geração de renda. O projeto “Sextou na Feira” completa 1 ano neste domingo (31).
Feirantes
Atualmente em formato de rodízio, os consumidores maracajuenses podem adquirir no “Sextou na Feira”, todos às sextas e sábados: bolo de pote, pães, pudins, bombons, yakisoba, soba, cachorro-quente, sopa paraguaia, rosca doce, carreteiro, buraco quente, biscoitos, cupcakes, salgados, cucas, bombons, empadinhas, pipoca gourmet, bala baiana, brigadeiros, docinhos e chocolates, bonecas, criativas e pães naturais, brincos artesanais, pulseiras, comida mexicana como taco, nachos e tortilhas, mini pizza, pastéis, batata recheadas, crepe koreano, espetinhos com mandioca, sucos de polpas, lanche árabe shawarma, pote da felicidade, cookies e brownie, doces compotas, pamonha, artesanato, drinks gourmet, artesanato em madeira, tricô e crochês diversos, artesanato gerais, boneca, amiguirimi, bolsas, chinelo bordados e tapetes, brinquedos, pano de prato, brincos, chopp e refrigerantes, donuts, cuscuz, tapioca e também temperos naturais.
“Sucesso” essa seria uma palavra para classificar o projeto “Sextou na Feira”, iniciando ainda de forma tímida, pós-pandemia, no Centro Esportivo Osvaldo Benedito Rodrigues - Centro Olímpico, foi crescendo gradativamente e agora, completando um ano de existência, definitivamente caiu no gosto dos maracajuenses.
Atualmente está sobre a gestão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, atendendo na Praça Central, ampliou em mais um dia seu funcionamento, chegando também aos sábados. A feira conta 24 barracas e 42 expositores, mesclando artesanato à culinária diversificada, fomentando a geração de renda entre os autônomos e trazendo diferentes atrativos para a população de Maracaju.
De acordo com Agadir Mossmann, Secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, o “Sextou na Feira” é um exemplo de empreendedorismo, inclusão e geração de renda. O projeto “Sextou na Feira” completa 1 ano neste domingo (31).
Atualmente em formato de rodízio, os consumidores maracajuenses podem adquirir no “Sextou na Feira”, todos às sextas e sábados: bolo de pote, pães, pudins, bombons, yakisoba, soba, cachorro-quente, sopa paraguaia, rosca doce, carreteiro, buraco quente, biscoitos, cupcakes, salgados, cucas, bombons, empadinhas, pipoca gourmet, bala baiana, brigadeiros, docinhos e chocolates, bonecas, criativas e pães naturais, brincos artesanais, pulseiras, comida mexicana como taco, nachos e tortilhas, mini pizza, pastéis, batata recheadas, crepe koreano, espetinhos com mandioca, sucos de polpas, lanche árabe shawarma, pote da felicidade, cookies e brownie, doces compotas, pamonha, artesanato, drinks gourmet, artesanato em madeira, tricô e crochês diversos, artesanato gerais, boneca, amiguirimi, bolsas, chinelo bordados e tapetes, brinquedos, pano de prato, brincos, chopp e refrigerantes, donuts, cuscuz, tapioca e também temperos naturais.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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