Sem CNH, condutor se envolve em acidente e vai preso pela 2ª vez por embriaguez
Sem CNH, condutor se envolve em acidente e vai preso pela 2ª vez por embriaguez

Sem CNH, condutor se envolve em acidente e vai preso pela 2ª vez por embriaguez

Após bater na traseira de um veículo, Roque Ortega Ferreira, 60 anos, foi preso por dirigir bêbado. Esta, segundo o condutor, é a segunda vez que vai para a delegacia por conduzir veículo sob efeito de álcool. Além disso, ele não tem CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
O fato acidente aconteceu por volta das 21h de ontem (12), na Avenida Duque de Caxias com a Rua Brasília, no Bairro Amambaí, em Campo Grande. Ninguém ficou ferido. Conforme boletim de ocorrência, o autor conduzia um veículo F-100, quando próximo ao cruzamento colidiu na traseira de um HB20. Os dois carros ficaram danificados e a polícia de trânsito foi acionada.Roque apresentava sinais de embriaguez como, por exemplo, falta de coordenação motora. Ele fez o teste do bafômetro e o resultado foi positivo de 0,98 miligrama de álcool por litro de sangue. O outro motorista também fez o teste, mas o resultado foi negativo.Ao ser questionado, Roque confessou que havia bebido, por volta das 19h, cerveja e pinga. Também relatou que não tem CNH e que já havia sido preso por dirigir bêbado. O condutor, então, foi preso em flagrante e levado à delegacia.Punição - Desde novembro do ano passado, dirigir sob influência de álcool é infração gravíssima, segundo o CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Além de pagar multa no valor de R$ 2,934,70, o condutor perde o direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência, o valor dobra para R$ 5.869,40. Além da esfera administrativa, o flagrante pode resultar em prisão se a medição do etilômetro indicar mais de 0,34 miligramas de álcool por litro de sangue.
O fato acidente aconteceu por volta das 21h de ontem (12), na Avenida Duque de Caxias com a Rua Brasília, no Bairro Amambaí, em Campo Grande. Ninguém ficou ferido.
Conforme boletim de ocorrência, o autor conduzia um veículo F-100, quando próximo ao cruzamento colidiu na traseira de um HB20. Os dois carros ficaram danificados e a polícia de trânsito foi acionada.
Roque apresentava sinais de embriaguez como, por exemplo, falta de coordenação motora. Ele fez o teste do bafômetro e o resultado foi positivo de 0,98 miligrama de álcool por litro de sangue. O outro motorista também fez o teste, mas o resultado foi negativo.
Ao ser questionado, Roque confessou que havia bebido, por volta das 19h, cerveja e pinga. Também relatou que não tem CNH e que já havia sido preso por dirigir bêbado. O condutor, então, foi preso em flagrante e levado à delegacia.
Punição - Desde novembro do ano passado, dirigir sob influência de álcool é infração gravíssima, segundo o CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Além de pagar multa no valor de R$ 2,934,70, o condutor perde o direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência, o valor dobra para R$ 5.869,40. Além da esfera administrativa, o flagrante pode resultar em prisão se a medição do etilômetro indicar mais de 0,34 miligramas de álcool por litro de sangue.
Campo Grande News
Após bater na traseira de um veículo, Roque Ortega Ferreira, 60 anos, foi preso por dirigir bêbado. Esta, segundo o condutor, é a segunda vez que vai para a delegacia por conduzir veículo sob efeito de álcool. Além disso, ele não tem CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
O fato acidente aconteceu por volta das 21h de ontem (12), na Avenida Duque de Caxias com a Rua Brasília, no Bairro Amambaí, em Campo Grande. Ninguém ficou ferido. Conforme boletim de ocorrência, o autor conduzia um veículo F-100, quando próximo ao cruzamento colidiu na traseira de um HB20. Os dois carros ficaram danificados e a polícia de trânsito foi acionada.Roque apresentava sinais de embriaguez como, por exemplo, falta de coordenação motora. Ele fez o teste do bafômetro e o resultado foi positivo de 0,98 miligrama de álcool por litro de sangue. O outro motorista também fez o teste, mas o resultado foi negativo.Ao ser questionado, Roque confessou que havia bebido, por volta das 19h, cerveja e pinga. Também relatou que não tem CNH e que já havia sido preso por dirigir bêbado. O condutor, então, foi preso em flagrante e levado à delegacia.Punição - Desde novembro do ano passado, dirigir sob influência de álcool é infração gravíssima, segundo o CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Além de pagar multa no valor de R$ 2,934,70, o condutor perde o direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência, o valor dobra para R$ 5.869,40. Além da esfera administrativa, o flagrante pode resultar em prisão se a medição do etilômetro indicar mais de 0,34 miligramas de álcool por litro de sangue.
O fato acidente aconteceu por volta das 21h de ontem (12), na Avenida Duque de Caxias com a Rua Brasília, no Bairro Amambaí, em Campo Grande. Ninguém ficou ferido.
Conforme boletim de ocorrência, o autor conduzia um veículo F-100, quando próximo ao cruzamento colidiu na traseira de um HB20. Os dois carros ficaram danificados e a polícia de trânsito foi acionada.
Roque apresentava sinais de embriaguez como, por exemplo, falta de coordenação motora. Ele fez o teste do bafômetro e o resultado foi positivo de 0,98 miligrama de álcool por litro de sangue. O outro motorista também fez o teste, mas o resultado foi negativo.
Ao ser questionado, Roque confessou que havia bebido, por volta das 19h, cerveja e pinga. Também relatou que não tem CNH e que já havia sido preso por dirigir bêbado. O condutor, então, foi preso em flagrante e levado à delegacia.
Punição - Desde novembro do ano passado, dirigir sob influência de álcool é infração gravíssima, segundo o CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Além de pagar multa no valor de R$ 2,934,70, o condutor perde o direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência, o valor dobra para R$ 5.869,40. Além da esfera administrativa, o flagrante pode resultar em prisão se a medição do etilômetro indicar mais de 0,34 miligramas de álcool por litro de sangue.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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