Segunda fase de operação mira farmácia que desviava remédio público
Segunda fase de operação mira farmácia que desviava remédio público

Segunda fase de operação mira farmácia que desviava remédio público

Polícia Federal, CGU (Controladoria Geral da União e MPF (Ministério Público Federal), deflagram nesta quarta-feira (24), a segunda fase da Operação Tarja Preta, que investiga desvio de remédios de farmácia pública, em Naviraí, distante 366 km de Campo Grande.
Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em uma farmácia e na residência de indivíduo suspeito de participação direta na Organização Criminosa. O homem não teve o nome divulgado.A primeira fase da operação foi desencadeada no dia 15 de junho do ano passado e constatou o desvio de R$ 520 mil, como |perdas| de remédios, para dissimular o esquema de desfalque. As investigações começaram em 2015 e dizem respeito a gestão municipal que comandou Naviraí entre 2013 e 2016.Hoje, os policiais querem encontrar outros documentos que comprovem as provas já levantadas na investigação sobre o esquema e possivelmente descobrir outras fraudes realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde.Primeira fase - Investigações apuraram que em apenas um ano, o grupo desviou dos cofres públicos mais de R$ 500 mil.No total, 90 policiais federais, com apoio de nove servidores da CGU (Controladoria Geral da União), cumpriram 17 mandados de busca e apreensão, 12 mandados de condução coercitiva e dois de sequestro de bens de investigados.Conforme a Polícia Federal, as investigações começaram após a constatação da existência de um grupo ligado ao prefeito de Naviraí com fornecimento direcionado de medicamentos, em prejuízo a população carente.O relatório da CGU constatou ainda prejuízos aos cofres públicos e a existência de pessoas beneficiadas pela distribuição de medicamentos e o uso político na farmácia, que através de funcionários públicos, desviavam remédios.A quadrilha se especializou em desvio de medicamentos e fez outros gastos com a aplicação de recursos federais repassados pelo Ministério da Saúde na aquisição de de medicamentos do Programa de Atenção Básica em Saúde. A operação desencadeada pela PF também conta com o apoio do Ministério Público Federal.
Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em uma farmácia e na residência de indivíduo suspeito de participação direta na Organização Criminosa. O homem não teve o nome divulgado.
A primeira fase da operação foi desencadeada no dia 15 de junho do ano passado e constatou o desvio de R$ 520 mil, como |perdas| de remédios, para dissimular o esquema de desfalque. As investigações começaram em 2015 e dizem respeito a gestão municipal que comandou Naviraí entre 2013 e 2016.
Hoje, os policiais querem encontrar outros documentos que comprovem as provas já levantadas na investigação sobre o esquema e possivelmente descobrir outras fraudes realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde.
Primeira fase - Investigações apuraram que em apenas um ano, o grupo desviou dos cofres públicos mais de R$ 500 mil.
No total, 90 policiais federais, com apoio de nove servidores da CGU (Controladoria Geral da União), cumpriram 17 mandados de busca e apreensão, 12 mandados de condução coercitiva e dois de sequestro de bens de investigados.
Conforme a Polícia Federal, as investigações começaram após a constatação da existência de um grupo ligado ao prefeito de Naviraí com fornecimento direcionado de medicamentos, em prejuízo a população carente.
O relatório da CGU constatou ainda prejuízos aos cofres públicos e a existência de pessoas beneficiadas pela distribuição de medicamentos e o uso político na farmácia, que através de funcionários públicos, desviavam remédios.
A quadrilha se especializou em desvio de medicamentos e fez outros gastos com a aplicação de recursos federais repassados pelo Ministério da Saúde na aquisição de de medicamentos do Programa de Atenção Básica em Saúde. A operação desencadeada pela PF também conta com o apoio do Ministério Público Federal.
Campo Grande News
Polícia Federal, CGU (Controladoria Geral da União e MPF (Ministério Público Federal), deflagram nesta quarta-feira (24), a segunda fase da Operação Tarja Preta, que investiga desvio de remédios de farmácia pública, em Naviraí, distante 366 km de Campo Grande.
Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em uma farmácia e na residência de indivíduo suspeito de participação direta na Organização Criminosa. O homem não teve o nome divulgado.A primeira fase da operação foi desencadeada no dia 15 de junho do ano passado e constatou o desvio de R$ 520 mil, como |perdas| de remédios, para dissimular o esquema de desfalque. As investigações começaram em 2015 e dizem respeito a gestão municipal que comandou Naviraí entre 2013 e 2016.Hoje, os policiais querem encontrar outros documentos que comprovem as provas já levantadas na investigação sobre o esquema e possivelmente descobrir outras fraudes realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde.Primeira fase - Investigações apuraram que em apenas um ano, o grupo desviou dos cofres públicos mais de R$ 500 mil.No total, 90 policiais federais, com apoio de nove servidores da CGU (Controladoria Geral da União), cumpriram 17 mandados de busca e apreensão, 12 mandados de condução coercitiva e dois de sequestro de bens de investigados.Conforme a Polícia Federal, as investigações começaram após a constatação da existência de um grupo ligado ao prefeito de Naviraí com fornecimento direcionado de medicamentos, em prejuízo a população carente.O relatório da CGU constatou ainda prejuízos aos cofres públicos e a existência de pessoas beneficiadas pela distribuição de medicamentos e o uso político na farmácia, que através de funcionários públicos, desviavam remédios.A quadrilha se especializou em desvio de medicamentos e fez outros gastos com a aplicação de recursos federais repassados pelo Ministério da Saúde na aquisição de de medicamentos do Programa de Atenção Básica em Saúde. A operação desencadeada pela PF também conta com o apoio do Ministério Público Federal.
Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em uma farmácia e na residência de indivíduo suspeito de participação direta na Organização Criminosa. O homem não teve o nome divulgado.
A primeira fase da operação foi desencadeada no dia 15 de junho do ano passado e constatou o desvio de R$ 520 mil, como |perdas| de remédios, para dissimular o esquema de desfalque. As investigações começaram em 2015 e dizem respeito a gestão municipal que comandou Naviraí entre 2013 e 2016.
Hoje, os policiais querem encontrar outros documentos que comprovem as provas já levantadas na investigação sobre o esquema e possivelmente descobrir outras fraudes realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde.
Primeira fase - Investigações apuraram que em apenas um ano, o grupo desviou dos cofres públicos mais de R$ 500 mil.
No total, 90 policiais federais, com apoio de nove servidores da CGU (Controladoria Geral da União), cumpriram 17 mandados de busca e apreensão, 12 mandados de condução coercitiva e dois de sequestro de bens de investigados.
Conforme a Polícia Federal, as investigações começaram após a constatação da existência de um grupo ligado ao prefeito de Naviraí com fornecimento direcionado de medicamentos, em prejuízo a população carente.
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Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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