Secretário Nelinho fala sobre reunião com Promotoria e Diretoria do hospital
Secretário Nelinho fala sobre reunião com Promotoria e Diretoria do hospital

Secretário Nelinho fala sobre reunião com Promotoria e Diretoria do hospital

O Secretário de Saúde de Sidrolândia, Nelinho, conversou com o Noticidade na tarde desta quinta-feira (30), a respeito da reunião que ele participou representando a Prefeitura Municipal com membros Promotoria de Justiça, Hospital Dona Elmíria Silvério Barbosa e Procuradoria Jurídica e Defensoria Pública.
A pauta da reunião registrada em ata foi a situação do Centro de Parto Normal, que funciona no hospital, o encontro ocorreu na sede da Promotoria de Justiça.
Participaram da reunião a Promotora Drª. Janeli Basso, o Presidente do Hospital, Ademir Camilo, a Coordenadora de Saúde Básica do Município, Tatiane Nantes, o Procurador Jurídico do Município, Luiz Claudio Palermo, o Secretário Municipal de Saúde Pública, Nélio Paim (Nelinho), o Controlador Geral do Município, Renato da Silva Santos, a Defensora Pública, Drª. Thaísa Raquel Defante e a Diretora Administrativa do Hospital, Vanda Camilo.
Durante a reunião a Promotora questionou sobre o fechamento do Centro de Parto Normal e o presidente afirmou que há dificuldades financeiras para mantê-lo em funcionamento, bem como o segundo plantonista do hospital. O presidente, Ademir Camilo, reconheceu em audiência que este ano a Prefeitura Municipal está em dia com os repasses para o hospital, diferente dos outros anos.
Sobre as verbas repassadas, Nelinho deixou claro que a prefeitura repassa os valores de que dispõe e que nesta gestão houve um aumento de 18% do repasse.
A informação é de que no ano passado o hospital recebia R$ 140 mil de subvenção e neste ano passou para R$ 17 1mil, sendo que R$ 6.480,00 é repassado para custo do profissional que atende no Centro de Parto Normal e R$ 25 mil para ajudar manter o centro.
O secretário também explicou que a Câmara autorizou um repasse de até R$ 230 mil, mas que não há dotação orçamentária para realizar esse montante.
Além desse repasse, a prefeitura ainda arca com o pagamento de 06 (seis) motoristas, a manutenção e a gasolina de 03 (três) ambulâncias, mais a compra de soro que custa aproximadamente R$ 25mil por ano.
Um médico plantonista durante uma vez na semana, mais 06 médicos especialistas (urologista, oftalmologista, ginecolista/obstetra, anestesista, otorrinolaringologista e ortopedista, um cirurgião geral, um técnico de imobilização e a diretora do hospital (cedida pela Prefeitura) também são pagos pela Prefeitura).
Através de uma contratualização Tripartite, o hospital recebe verbas das 03 (três) esferas governamentais (Municipal, Estadual e Federal), a prefeitura arca com o valor mais alto do repasse, R$ 82.075,00, o Estado com R$ 50.428,57 e o governo federal com R$ 80.942,10.
O Centro de Parto Normal ainda não foi habilitado pelo Ministério da Saúde, por isso não recebe verbas federais para seu funcionamento, que seria no valor de R$ 50 mil reais mensais. O Governo do Estado se responsabilizou com o valor total de R$ 125 mil, já contratualizados, divididos em 05 parcelas, mas até agora só repassou 02 (duas), que já estavam atrasadas. Após estes 05 meses, o governo não sinalizou se haverá um novo repasse.
Durante a reunião, o município se comprometeu em apresentar os valores orçamentários disponíveis para repasse ao Hospital. O presidente do hospital, Ademir Camilo, afirmou que se receber o repasse do Estado, poderá manter o segundo plantonista neste mês de abril.
A Defensora Pública registrou em ata, a solicitação, por parte do hospital, a informação dos valores necessários para manter o hospital com o centro funcionando e sem o centro de parto e os documentos deverão ser protocolizados junto a Defensoria.
Além desses repasses públicos, o hospital é conveniado para atendimento e internações através de planos de saúde e atendimentos particulares que são realizados no AMA. Como é beneficente, também tem a oportunidade de realizar um planejamento de ações para filantropia, ou seja, doações. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura)
Rallph Barbosa – Noticidade
O Secretário de Saúde de Sidrolândia, Nelinho, conversou com o Noticidade na tarde desta quinta-feira (30), a respeito da reunião que ele participou representando a Prefeitura Municipal com membros Promotoria de Justiça, Hospital Dona Elmíria Silvério Barbosa e Procuradoria Jurídica e Defensoria Pública.
A pauta da reunião registrada em ata foi a situação do Centro de Parto Normal, que funciona no hospital, o encontro ocorreu na sede da Promotoria de Justiça.
Participaram da reunião a Promotora Drª. Janeli Basso, o Presidente do Hospital, Ademir Camilo, a Coordenadora de Saúde Básica do Município, Tatiane Nantes, o Procurador Jurídico do Município, Luiz Claudio Palermo, o Secretário Municipal de Saúde Pública, Nélio Paim (Nelinho), o Controlador Geral do Município, Renato da Silva Santos, a Defensora Pública, Drª. Thaísa Raquel Defante e a Diretora Administrativa do Hospital, Vanda Camilo.
Durante a reunião a Promotora questionou sobre o fechamento do Centro de Parto Normal e o presidente afirmou que há dificuldades financeiras para mantê-lo em funcionamento, bem como o segundo plantonista do hospital. O presidente, Ademir Camilo, reconheceu em audiência que este ano a Prefeitura Municipal está em dia com os repasses para o hospital, diferente dos outros anos.
Sobre as verbas repassadas, Nelinho deixou claro que a prefeitura repassa os valores de que dispõe e que nesta gestão houve um aumento de 18% do repasse.
A informação é de que no ano passado o hospital recebia R$ 140 mil de subvenção e neste ano passou para R$ 17 1mil, sendo que R$ 6.480,00 é repassado para custo do profissional que atende no Centro de Parto Normal e R$ 25 mil para ajudar manter o centro.
O secretário também explicou que a Câmara autorizou um repasse de até R$ 230 mil, mas que não há dotação orçamentária para realizar esse montante.
Além desse repasse, a prefeitura ainda arca com o pagamento de 06 (seis) motoristas, a manutenção e a gasolina de 03 (três) ambulâncias, mais a compra de soro que custa aproximadamente R$ 25mil por ano.
Um médico plantonista durante uma vez na semana, mais 06 médicos especialistas (urologista, oftalmologista, ginecolista/obstetra, anestesista, otorrinolaringologista e ortopedista, um cirurgião geral, um técnico de imobilização e a diretora do hospital (cedida pela Prefeitura) também são pagos pela Prefeitura).
Através de uma contratualização Tripartite, o hospital recebe verbas das 03 (três) esferas governamentais (Municipal, Estadual e Federal), a prefeitura arca com o valor mais alto do repasse, R$ 82.075,00, o Estado com R$ 50.428,57 e o governo federal com R$ 80.942,10.
O Centro de Parto Normal ainda não foi habilitado pelo Ministério da Saúde, por isso não recebe verbas federais para seu funcionamento, que seria no valor de R$ 50 mil reais mensais. O Governo do Estado se responsabilizou com o valor total de R$ 125 mil, já contratualizados, divididos em 05 parcelas, mas até agora só repassou 02 (duas), que já estavam atrasadas. Após estes 05 meses, o governo não sinalizou se haverá um novo repasse.
Durante a reunião, o município se comprometeu em apresentar os valores orçamentários disponíveis para repasse ao Hospital. O presidente do hospital, Ademir Camilo, afirmou que se receber o repasse do Estado, poderá manter o segundo plantonista neste mês de abril.
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Além desses repasses públicos, o hospital é conveniado para atendimento e internações através de planos de saúde e atendimentos particulares que são realizados no AMA. Como é beneficente, também tem a oportunidade de realizar um planejamento de ações para filantropia, ou seja, doações. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura)

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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