Secretaria de Saúde lança campanha de prevenção ao suicídio e valorização da vida
Secretaria de Saúde lança campanha de prevenção ao suicídio e valorização da vida

Secretaria de Saúde lança campanha de prevenção ao suicídio e valorização da vida

A Secretaria Municipal de Saúde promoveu na manhã desta sexta-feira (10), o Dia "D" do Setembro Amarelo, mês dedicado à campanha de conscientização da sociedade para que se engaje no combate ao suicídio. "Quem tenta o suicídio, não quer se matar, quer parar de sofrer", resume a psicóloga Patrícia Brandão, coordenadora municipal de saúde mental.
O Dia "D, que contou participação do secretário Municipal de Saúde, Luiz Carlos Alves, teve apresentações musicais e de dança, além da distribuição de panfletos educativos.
Mais do que palavras de sensibilização, as estatísticas coletadas pela Coordenadoria Municipal escancaram o tamanho do drama de quem sofre muitas vezes silenciosa. Em 2021 em menos de 10 meses, foram registrados 4 suicídios, há 11 casos ainda em investigação por parte da Polícia Civil. Outro indicativo da proporção do problema e que a quantidade de pessoas que atentaram contra a própria vida, se aproxima da quantidade de vítimas fatais produzidas pela violência.
Ano passado 6 pessoas foram assassinadas e neste ano, até agora, houve o registro de 5 homicídios.
Com base no critério adotado pelo Ministério da Saúde para se calcular a quantidade de pessoas que tentaram se matar, em 2021, até aqui foram 80 tentativas de suicídio. Chega-se a este número, multiplicando por 20, o número de suicídios. Dos que tentaram contra a própria vida, 25 pessoas estão sendo atendidas pelo CAPS (Centro de Assistência Psicossocial). O desafio a angustiar os profissionais que atuam na rede pública é localizar e acolher os 55 remanescentes que ainda não foram pedir ajuda. “É fundamental entender que o suicida não quer morrer, ele quer parar de sofrer, quer ser ouvido”, avalia a Coordenadora Municipal de Saúde, Patricia Brandão. Muitos sofrem de transtornos mentais.
O crescimento do número de suicídios e tentativas, é creditado em boa medida a pandemia que impôs para muita gente o isolamento social. A permanência em casa de famílias inteiras por um período prolongado, gerou muitos embates, brigas e conflitos. Outro desdobramento foi o isolamento emocional. “É necessário um olhar de misericórdia, tentar entender o problema do outro”.
Programação
Ao longo deste mês, a Secretaria de Saúde vai promover uma série de ações e eventos voltados a conscientização e combate ao suicídio, sob o tema “todos pela vida”.
Estão programadas rodas de conversa nas unidades de Estratégia da Saúde da Família (ESF), Centro de Especialidades Médicas (Cem), Academia da Saúde e Unidade de Pronto Atendimento (Upa).
A programação segue no dia 14 a 17 com o segundo seminário online de prevenção ao suicídio, promovido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). O público-alvo são os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), Educação, Saúde, Assistência Social e Segurança Pública. Já no dia 20 a 24 haverá roda de conversa nas escolas do município.
Confira a live realizada no evento:
A Secretaria Municipal de Saúde promoveu na manhã desta sexta-feira (10), o Dia "D" do Setembro Amarelo, mês dedicado à campanha de conscientização da sociedade para que se engaje no combate ao suicídio. "Quem tenta o suicídio, não quer se matar, quer parar de sofrer", resume a psicóloga Patrícia Brandão, coordenadora municipal de saúde mental.
O Dia "D, que contou participação do secretário Municipal de Saúde, Luiz Carlos Alves, teve apresentações musicais e de dança, além da distribuição de panfletos educativos.
Mais do que palavras de sensibilização, as estatísticas coletadas pela Coordenadoria Municipal escancaram o tamanho do drama de quem sofre muitas vezes silenciosa. Em 2021 em menos de 10 meses, foram registrados 4 suicídios, há 11 casos ainda em investigação por parte da Polícia Civil. Outro indicativo da proporção do problema e que a quantidade de pessoas que atentaram contra a própria vida, se aproxima da quantidade de vítimas fatais produzidas pela violência.
Ano passado 6 pessoas foram assassinadas e neste ano, até agora, houve o registro de 5 homicídios.
Com base no critério adotado pelo Ministério da Saúde para se calcular a quantidade de pessoas que tentaram se matar, em 2021, até aqui foram 80 tentativas de suicídio. Chega-se a este número, multiplicando por 20, o número de suicídios. Dos que tentaram contra a própria vida, 25 pessoas estão sendo atendidas pelo CAPS (Centro de Assistência Psicossocial). O desafio a angustiar os profissionais que atuam na rede pública é localizar e acolher os 55 remanescentes que ainda não foram pedir ajuda. “É fundamental entender que o suicida não quer morrer, ele quer parar de sofrer, quer ser ouvido”, avalia a Coordenadora Municipal de Saúde, Patricia Brandão. Muitos sofrem de transtornos mentais.
O crescimento do número de suicídios e tentativas, é creditado em boa medida a pandemia que impôs para muita gente o isolamento social. A permanência em casa de famílias inteiras por um período prolongado, gerou muitos embates, brigas e conflitos. Outro desdobramento foi o isolamento emocional. “É necessário um olhar de misericórdia, tentar entender o problema do outro”.
Ao longo deste mês, a Secretaria de Saúde vai promover uma série de ações e eventos voltados a conscientização e combate ao suicídio, sob o tema “todos pela vida”.
Estão programadas rodas de conversa nas unidades de Estratégia da Saúde da Família (ESF), Centro de Especialidades Médicas (Cem), Academia da Saúde e Unidade de Pronto Atendimento (Upa).
A programação segue no dia 14 a 17 com o segundo seminário online de prevenção ao suicídio, promovido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). O público-alvo são os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), Educação, Saúde, Assistência Social e Segurança Pública. Já no dia 20 a 24 haverá roda de conversa nas escolas do município.
Confira a live realizada no evento:

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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