Seca e exportação fazem preço da carne disparar; coxão mole teve aumento de quase 23%
Seca e exportação fazem preço da carne disparar; coxão mole teve aumento de quase 23%

Seca e exportação fazem preço da carne disparar; coxão mole teve aumento de quase 23%

Com impacto direto no bolso do consumidor, a falta de chuvas já afeta os preços de alimentos essenciais na mesa dos brasileiros, além do clima, o mercado do boi gordo tem apresentado sinais de valorização e recuperação nos preços. A demanda por carne bovina, principalmente para exportação, está aquecida e caminha para um recorde histórico.
Em geral no Brasil, no fim de setembro, a arroba do boi gordo era negociada a R$ 268, na média entre os dias 23 e 30, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. No fim de agosto, a média era de R$ 238,33. Porém hoje o preço da arroba do boi gordo é de R$ 290,85.
Em Sidrolândia, o coxão mole que era vendido a R$ 34,99 em média, hoje está custando em torno de R$ 42,99, um aumento de 22,86%.
Para os proprietários de supermercados e açougues, em Sidrolândia, além da alta no preço da carne, já existe uma preocupação no racionamento por parte dos frigoríficos, “dependendo do dia, quando solicito dez peças, me oferecem cinco, por exemplo”, destacou o empresário Buchanelli, dono do Nutrimais Atacado.
A alta devolve inflação anual das carnes para o campo positivo após 19 meses.
Outros alimentos - Em Mato Grosso do Sul, dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelam uma alta de 21,85% no preço do pacote de arroz com 5 quilos no acumulado dos últimos 12 meses, por exemplo. Outros produtos que também tiveram majoração nos preços foram o feijão e a carne bovina.
Conforme os preços monitorados pelo Dieese, o pacote com 5 kg de arroz branco, o principal componente da alimentação básica do brasileiro, custava R$ 25,90 em setembro do ano passado, enquanto neste ano passou para R$ 31,55 (21,85%), acréscimo de R$ 5,65 em um ano. Considerando apenas o intervalo entre dezembro de 2023 e setembro deste ano, a alta foi de 9,5%.
O feijão também teve aumento de preços ao longo de 12 meses, passando de R$ 6,91 por quilo para uma média de R$ 7,43 por quilo no mês passado – alta de 7,68%. Segundo dados do Dieese, em Mato Grosso do Sul, a carne bovina também segue tendência de alta.
Com impacto direto no bolso do consumidor, a falta de chuvas já afeta os preços de alimentos essenciais na mesa dos brasileiros, além do clima, o mercado do boi gordo tem apresentado sinais de valorização e recuperação nos preços. A demanda por carne bovina, principalmente para exportação, está aquecida e caminha para um recorde histórico.
Em geral no Brasil, no fim de setembro, a arroba do boi gordo era negociada a R$ 268, na média entre os dias 23 e 30, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. No fim de agosto, a média era de R$ 238,33. Porém hoje o preço da arroba do boi gordo é de R$ 290,85.
Em Sidrolândia, o coxão mole que era vendido a R$ 34,99 em média, hoje está custando em torno de R$ 42,99, um aumento de 22,86%.
Para os proprietários de supermercados e açougues, em Sidrolândia, além da alta no preço da carne, já existe uma preocupação no racionamento por parte dos frigoríficos, “dependendo do dia, quando solicito dez peças, me oferecem cinco, por exemplo”, destacou o empresário Buchanelli, dono do Nutrimais Atacado.
A alta devolve inflação anual das carnes para o campo positivo após 19 meses.
Outros alimentos - Em Mato Grosso do Sul, dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelam uma alta de 21,85% no preço do pacote de arroz com 5 quilos no acumulado dos últimos 12 meses, por exemplo. Outros produtos que também tiveram majoração nos preços foram o feijão e a carne bovina.
Conforme os preços monitorados pelo Dieese, o pacote com 5 kg de arroz branco, o principal componente da alimentação básica do brasileiro, custava R$ 25,90 em setembro do ano passado, enquanto neste ano passou para R$ 31,55 (21,85%), acréscimo de R$ 5,65 em um ano. Considerando apenas o intervalo entre dezembro de 2023 e setembro deste ano, a alta foi de 9,5%.
O feijão também teve aumento de preços ao longo de 12 meses, passando de R$ 6,91 por quilo para uma média de R$ 7,43 por quilo no mês passado – alta de 7,68%. Segundo dados do Dieese, em Mato Grosso do Sul, a carne bovina também segue tendência de alta.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.