Santa Casa suspeita de incêndio criminoso em ala com 18 bebês
Santa Casa suspeita de incêndio criminoso em ala com 18 bebês

Santa Casa suspeita de incêndio criminoso em ala com 18 bebês

A Santa Casa de Campo Grande suspeita que o incêndio ocorrido na noite de ontem (11), em uma das alas do terceiro andar, onde estavam 18 bebês, tenha sido criminoso.
Segundo a assessoria de imprensa da unidade de saúde, o hospital acionou a Polícia Civil para investigar o que causou o fogo. Contudo, nenhuma hipótese é descartada, inclusive a de incêndio criminoso. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro e será investigado na 1ª Delegacia de Polícia Civil.
Ontem, após a perícia criminal foram apreendidos dois palitos de fósforos usados e um travesseiro com álcool - possivelmente onde o fogo começou. O incêndio ocorreu no terceiro andar, na ala de maternidades, em uma sala de exames, usada para descanso de funcionários. No cômodo, havia dois armários, uma beliche e uma cama.
Caso - Uma funcionária contou que pouco antes do fogo começar, foi até a sala para recolher objetos e percebeu que um líquido, com cheiro de álcool, escorria do travesseiro. A mulher, então, colocou o travesseiro para secar e saiu. Pouco depois, segundo os funcionários, alguém viu as chamas. Na sequência, o alarme de incêndio foi acionado.
Usando extintor, acompanhante de um paciente conseguiu controlar o fogo até a chegada do Corpo de Bombeiros. A hipótese de pane elétrica foi descartada pela polícia. No setor onde ocorreu o incêndio, havia 24 adultos, 18 bebês, duas funcionárias plantonistas, duas enfermeiras, seis técnicos de enfermagem e quatro médicos. Ninguém ficou ferido.
Pouco antes do principio de incêndio no cômodo, a equipe policial recebeu informação de que por volta das 18h30, no setor de expurgo - local onde ficam as roupas para serem lavadas - um carrinho havia pegado fogo. Mas as chamas foram controladas por funcionários da unidade.
Campo Grande News
A Santa Casa de Campo Grande suspeita que o incêndio ocorrido na noite de ontem (11), em uma das alas do terceiro andar, onde estavam 18 bebês, tenha sido criminoso.
Segundo a assessoria de imprensa da unidade de saúde, o hospital acionou a Polícia Civil para investigar o que causou o fogo. Contudo, nenhuma hipótese é descartada, inclusive a de incêndio criminoso. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro e será investigado na 1ª Delegacia de Polícia Civil.
Ontem, após a perícia criminal foram apreendidos dois palitos de fósforos usados e um travesseiro com álcool - possivelmente onde o fogo começou. O incêndio ocorreu no terceiro andar, na ala de maternidades, em uma sala de exames, usada para descanso de funcionários. No cômodo, havia dois armários, uma beliche e uma cama.
Caso - Uma funcionária contou que pouco antes do fogo começar, foi até a sala para recolher objetos e percebeu que um líquido, com cheiro de álcool, escorria do travesseiro. A mulher, então, colocou o travesseiro para secar e saiu. Pouco depois, segundo os funcionários, alguém viu as chamas. Na sequência, o alarme de incêndio foi acionado.
Usando extintor, acompanhante de um paciente conseguiu controlar o fogo até a chegada do Corpo de Bombeiros. A hipótese de pane elétrica foi descartada pela polícia. No setor onde ocorreu o incêndio, havia 24 adultos, 18 bebês, duas funcionárias plantonistas, duas enfermeiras, seis técnicos de enfermagem e quatro médicos. Ninguém ficou ferido.
Pouco antes do principio de incêndio no cômodo, a equipe policial recebeu informação de que por volta das 18h30, no setor de expurgo - local onde ficam as roupas para serem lavadas - um carrinho havia pegado fogo. Mas as chamas foram controladas por funcionários da unidade.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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