Reunião em Maracaju discute integração das cidades de MS na Rota Bioceânica
Reunião em Maracaju discute integração das cidades de MS na Rota Bioceânica

Reunião em Maracaju discute integração das cidades de MS na Rota Bioceânica

Contando com o apoio da Prefeitura de Maracaju, foi realizada uma reunião nas dependências da Fazenda Sapé com o tema “Integração dos Municípios na Rota Bioceânica” contando com uma palestra do ministro diplomata João Carlos Parkinson de Castro.
A reunião serviu para explanar o atual cenário mundial, perspectivas de futuro e a importância da integração global das economias, como da importância do escoamento da produção sul-mato-grossense, através do canal fluvial de Porto Murtinho até o Uruguai.
“Foi uma reunião de trabalho muito positiva, onde também foi abordado sobre a Rota Bioceânica e a integração dos municípios com essa rota, bem como as oportunidades que serão geradas. O ministro destacou que a Rota Bioceânica já é uma realidade consolidada, inclusive com a ponte já em fase de construção e dentro de dois anos estará concluída segundo o próprio ministro", afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Agadir Mossmann.
Para Agadir, Maracaju por estar estrategicamente bem posicionada nesta “Rota Bioceânica” terá um grande leque de oportunidades a ser explorada, já que terá um transbordo ferroviário, ligando a rota Ferroeste – Maracaju ao Porto de Paranaguá, além da ferrovia que é a antiga malha-oeste que sai de Campo Grande até Ponta Porã, gerando um grande transbordo na cidade.
De acordo com o prefeito em exercício, Mauro Christianini, a reunião comprova o progresso ainda mais intenso que Maracaju viverá nesses próximos anos.
“Teremos um canal direto de comercialização de nossa produção com a Argentina, Chile, Paraguai e com acesso no pacifico pela rota bioceânica e também ao Porto de Uruguai. Ainda acompanhamos uma palestra sobre a construção do Porto de Martin Chico que em cerca de um ano e meio estará pronto para as empresas que queiram investir, estando instalado em uma Zona Franca no Uruguai, podendo ser feito o desembarque de mercadorias e o mais importante agregar valor as nossas mercadorias”, explicou Mauro Christianini.
Christianini ainda destacou que o município está preparado, investindo fortemente em recursos próprios e também em parceria com o Governo do Estado e Federal para obras estratégicas como construção e ampliação de escolas, melhorias na saúde pública e infraestrutura urbana, afinal o município deve também se beneficiar em crescimento populacional com a efetivação da Rota.
Sobre a Rota Bioceânica
A Rota Bioceânica não oferecerá apenas uma alternativa mais eficiente e econômica para o transporte de cargas. Representará mudança importante da logística nacional e da inserção de Mato Grosso do Sul na região e no mercado internacional.
A redução dos custos logísticos e dos tempos de viagem favorecerá o transporte de carga geral e produtos perecíveis. A Rota Bioceânica garantirá melhor acesso aos produtos asiáticos, o que estimulará a exportação de produtos de maior valor agregado para o Centro-Oeste do Brasil.
Produtos brasileiros, paraguaios, argentinos e chilenos serão exportados para Ásia, Costa Oeste das Américas, Peru, Colômbia e Equador com maior eficiência e menor custo e tempo. Essa situação favorece a integração de nossos produtores nas cadeias globais de valor.
A Rota promoverá investimentos, digitalização de sistemas logísticos e integração aduaneira e melhor distribuição da carga ao longo do Corredor.
Contando com o apoio da Prefeitura de Maracaju, foi realizada uma reunião nas dependências da Fazenda Sapé com o tema “Integração dos Municípios na Rota Bioceânica” contando com uma palestra do ministro diplomata João Carlos Parkinson de Castro.
A reunião serviu para explanar o atual cenário mundial, perspectivas de futuro e a importância da integração global das economias, como da importância do escoamento da produção sul-mato-grossense, através do canal fluvial de Porto Murtinho até o Uruguai.
“Foi uma reunião de trabalho muito positiva, onde também foi abordado sobre a Rota Bioceânica e a integração dos municípios com essa rota, bem como as oportunidades que serão geradas. O ministro destacou que a Rota Bioceânica já é uma realidade consolidada, inclusive com a ponte já em fase de construção e dentro de dois anos estará concluída segundo o próprio ministro", afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Agadir Mossmann.
Para Agadir, Maracaju por estar estrategicamente bem posicionada nesta “Rota Bioceânica” terá um grande leque de oportunidades a ser explorada, já que terá um transbordo ferroviário, ligando a rota Ferroeste – Maracaju ao Porto de Paranaguá, além da ferrovia que é a antiga malha-oeste que sai de Campo Grande até Ponta Porã, gerando um grande transbordo na cidade.
De acordo com o prefeito em exercício, Mauro Christianini, a reunião comprova o progresso ainda mais intenso que Maracaju viverá nesses próximos anos.
“Teremos um canal direto de comercialização de nossa produção com a Argentina, Chile, Paraguai e com acesso no pacifico pela rota bioceânica e também ao Porto de Uruguai. Ainda acompanhamos uma palestra sobre a construção do Porto de Martin Chico que em cerca de um ano e meio estará pronto para as empresas que queiram investir, estando instalado em uma Zona Franca no Uruguai, podendo ser feito o desembarque de mercadorias e o mais importante agregar valor as nossas mercadorias”, explicou Mauro Christianini.
Christianini ainda destacou que o município está preparado, investindo fortemente em recursos próprios e também em parceria com o Governo do Estado e Federal para obras estratégicas como construção e ampliação de escolas, melhorias na saúde pública e infraestrutura urbana, afinal o município deve também se beneficiar em crescimento populacional com a efetivação da Rota.
A Rota Bioceânica não oferecerá apenas uma alternativa mais eficiente e econômica para o transporte de cargas. Representará mudança importante da logística nacional e da inserção de Mato Grosso do Sul na região e no mercado internacional.
A redução dos custos logísticos e dos tempos de viagem favorecerá o transporte de carga geral e produtos perecíveis. A Rota Bioceânica garantirá melhor acesso aos produtos asiáticos, o que estimulará a exportação de produtos de maior valor agregado para o Centro-Oeste do Brasil.
Produtos brasileiros, paraguaios, argentinos e chilenos serão exportados para Ásia, Costa Oeste das Américas, Peru, Colômbia e Equador com maior eficiência e menor custo e tempo. Essa situação favorece a integração de nossos produtores nas cadeias globais de valor.
A Rota promoverá investimentos, digitalização de sistemas logísticos e integração aduaneira e melhor distribuição da carga ao longo do Corredor.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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