Reinaldo tem 49,1% dos votos válidos e pode vencer no 1° turno, aponta DATAmax
Reinaldo tem 49,1% dos votos válidos e pode vencer no 1° turno, aponta DATAmax

Reinaldo tem 49,1% dos votos válidos e pode vencer no 1° turno, aponta DATAmax

A nova pesquisa do Instituto DATAmax, divulgada neste domingo (30) pelo Jornal Midiamax, aponta que o governador Reinaldo Azambuja, candidato à reeleição pelo PSDB, pode vencer a eleição já no 1° turno.
De acordo com o levantamento, considerando projeção de votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Reinaldo tem 49,1%, seguido pelo candidato do PDT, Juiz Odilon, que tem 31,4%.
Considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, Reinaldo Azambuja oscila entre 46,1% a 52,1%. Juiz Odilon oscila entre 28,4% a 34,4%.
Em terceiro está o deputado estadual Junior Mochi, do MDB, que tem 8,1% ; Humberto Amaducci, do PT, aparece com 7,1%; Marcelo Bluma (PV) registra 2,6% e João Alfredo Danieze, do PSOL, 1,6%..
Levando em conta a margem de erros há um empate técnico entre três candidatos, uma vez que o emedebista teria entre 5,1% a 11,1%, o petista oscila entre 4,1% e 10,1%, enquanto o candidato do PV poderia ter de 0% até 5,6%. Ainda dentro da margem de erro dos votos válidos, Danieze, que pode oscilar de 0% a 4,6% empata tecnicamente com Bluma e Amaducci.
Na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta nome dos candidatos, Azambuja lidera com 31,3%, seguido por Odilon, com 18,8%; Mochi, com 5,1%; Amaducci, com 4,4%; Bluma, com 1,1% e João Alfredo, com 0,4%.
Considerando a margem de erro, o tucano teria entre 28,3% a 34,3%.Odilon oscila entre 15,8% a 21,8%. Em terceiro, Mochi fica entre 2,1% a 8,1%, empatado tecnicamente com Amaducci, que teria entre 1,4% a 7,4%. Os três últimos empatam dentro da margem de erros, já que Bluma pode ter de 0% a 4,1, também empatado com o petista, e João Alfredo ficaria entre 0% a 3,4%.
Brancos e nulo somam 10,2%, oscilação entre 7,2 a 13,2%, enquanto 28,8% não souberam responder, patamar que pode chegar a 31,8%, ou cair a 25,8%.
Estimulada
No levantamento estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos ao cargo de governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo lidera com 37,5%, seguido por Odilom, com 23,9%; Mochi, com 6,2%; Amaducci, com 5,4%; Bluma, com 2% e João Alfredo, com 1,3%. Brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 12,6% dos entrevistados não sabiam ou não responderam.
Considerando a margem de erro, Reinaldo teria entre 34,5% a 40,5%, Odilon oscila entre 20,9% a 26,9%, Mochi fica entre 3,2% a 9,2%, enquanto Amaducci teria entre 2,4% a 8,4%. Marcelo Bluma poderia chegar a 5% e João Alfredo a 4,3%. Brancos e nulos oscilam de 8,2% a 14,2%, e os eleitores que não souberam ou não quiseram responder ficam de 9,6% a 15,6%.
Registro
A Pesquisa foi realizada ente os dias 27, 28 e 29 de setembro de 2018. No levantamento, com índice de confiança de 95% e margem de erros 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, foram realizadas 1.040 entrevistas e está registrada no TRE-MS e TSE-BR, sob os números MS-02838 e BR-04533/2018.
Com informações do Midiamax
A nova pesquisa do Instituto DATAmax, divulgada neste domingo (30) pelo Jornal Midiamax, aponta que o governador Reinaldo Azambuja, candidato à reeleição pelo PSDB, pode vencer a eleição já no 1° turno.
De acordo com o levantamento, considerando projeção de votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Reinaldo tem 49,1%, seguido pelo candidato do PDT, Juiz Odilon, que tem 31,4%.
Considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, Reinaldo Azambuja oscila entre 46,1% a 52,1%. Juiz Odilon oscila entre 28,4% a 34,4%.
Em terceiro está o deputado estadual Junior Mochi, do MDB, que tem 8,1% ; Humberto Amaducci, do PT, aparece com 7,1%; Marcelo Bluma (PV) registra 2,6% e João Alfredo Danieze, do PSOL, 1,6%..
Levando em conta a margem de erros há um empate técnico entre três candidatos, uma vez que o emedebista teria entre 5,1% a 11,1%, o petista oscila entre 4,1% e 10,1%, enquanto o candidato do PV poderia ter de 0% até 5,6%. Ainda dentro da margem de erro dos votos válidos, Danieze, que pode oscilar de 0% a 4,6% empata tecnicamente com Bluma e Amaducci.
Na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta nome dos candidatos, Azambuja lidera com 31,3%, seguido por Odilon, com 18,8%; Mochi, com 5,1%; Amaducci, com 4,4%; Bluma, com 1,1% e João Alfredo, com 0,4%.
Considerando a margem de erro, o tucano teria entre 28,3% a 34,3%.Odilon oscila entre 15,8% a 21,8%. Em terceiro, Mochi fica entre 2,1% a 8,1%, empatado tecnicamente com Amaducci, que teria entre 1,4% a 7,4%. Os três últimos empatam dentro da margem de erros, já que Bluma pode ter de 0% a 4,1, também empatado com o petista, e João Alfredo ficaria entre 0% a 3,4%.
Brancos e nulo somam 10,2%, oscilação entre 7,2 a 13,2%, enquanto 28,8% não souberam responder, patamar que pode chegar a 31,8%, ou cair a 25,8%.
No levantamento estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos ao cargo de governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo lidera com 37,5%, seguido por Odilom, com 23,9%; Mochi, com 6,2%; Amaducci, com 5,4%; Bluma, com 2% e João Alfredo, com 1,3%. Brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 12,6% dos entrevistados não sabiam ou não responderam.
Considerando a margem de erro, Reinaldo teria entre 34,5% a 40,5%, Odilon oscila entre 20,9% a 26,9%, Mochi fica entre 3,2% a 9,2%, enquanto Amaducci teria entre 2,4% a 8,4%. Marcelo Bluma poderia chegar a 5% e João Alfredo a 4,3%. Brancos e nulos oscilam de 8,2% a 14,2%, e os eleitores que não souberam ou não quiseram responder ficam de 9,6% a 15,6%.
A Pesquisa foi realizada ente os dias 27, 28 e 29 de setembro de 2018. No levantamento, com índice de confiança de 95% e margem de erros 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, foram realizadas 1.040 entrevistas e está registrada no TRE-MS e TSE-BR, sob os números MS-02838 e BR-04533/2018.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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