Reconhecida pelo ex-marido, morta e com sinais de violência tinha 30 anos
Reconhecida pelo ex-marido, morta e com sinais de violência tinha 30 anos

Reconhecida pelo ex-marido, morta e com sinais de violência tinha 30 anos

Mulher que foi encontrada morta e com sinais de agressão na noite de sexta-feira (31), no bairro Chácara dos Poderes, em Campo Grande, foi identificada como Mislene da Silva, 30 anos. Após o reconhecimento, duas testemunhas foram ouvidas.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, Levi Almeida Martins Silva, ex-marido da vítima, foi à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro registrar o reconhecimento da mulher.
Em seguida, com os dados da identificação, foram ouvidas duas testemunhas do caso. De acordo com o delegado plantonista João Eduardo Davanço, as causas da morte ainda estão sendo apuradas.
Davanço não quis dar detalhes sobre o teor dos depoimentos. Também não revelou se a polícia já tem algum suspeito do crime.
O caso – Mislene foi encontrada após um conhecido de um policial informar que havia um corpo na Rua EW 1, na Chácara dos Poderes, extremo leste de Campo Grande.
Policiais militares, civís e bombeiros foram até o endereço e constataram que a mulher já estava sem vida. Ela estava só de sutiã e calça, sem nenhum documento que possibilitasse a identificação.
Além disso, tinha vários ferimentos pelo corpo e fraturas no rosto e tórax. Aproximadamente 80 metros longe do corpo havia uma camiseta e uma blusa feminina, manchadas de sangue, além R$ 3.
Campo Grande News
Mulher que foi encontrada morta e com sinais de agressão na noite de sexta-feira (31), no bairro Chácara dos Poderes, em Campo Grande, foi identificada como Mislene da Silva, 30 anos. Após o reconhecimento, duas testemunhas foram ouvidas.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, Levi Almeida Martins Silva, ex-marido da vítima, foi à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro registrar o reconhecimento da mulher.
Em seguida, com os dados da identificação, foram ouvidas duas testemunhas do caso. De acordo com o delegado plantonista João Eduardo Davanço, as causas da morte ainda estão sendo apuradas.
Davanço não quis dar detalhes sobre o teor dos depoimentos. Também não revelou se a polícia já tem algum suspeito do crime.
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Além disso, tinha vários ferimentos pelo corpo e fraturas no rosto e tórax. Aproximadamente 80 metros longe do corpo havia uma camiseta e uma blusa feminina, manchadas de sangue, além R$ 3.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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