Professores de Sidrolândia participaram de protesto pedindo cumprimento de piso salarial
Professores de Sidrolândia participaram de protesto pedindo cumprimento de piso salarial

Professores de Sidrolândia participaram de protesto pedindo cumprimento de piso salarial

Uma das manifestantes Lourdes Aroka, de 64 anos, é professora da rede estadual há 38 anos e afirma que a situação está difícil sem reajuste salarial. “A gente precisa o mais rápido possível”. Opinião semelhante é da copeira Lucia de Azevedo, 46, que trabalha em escola de Glória de Dourados. “A gente não quer greve a gente quer estar trabalhando, mas com salário digno”, completou. MANIFESTAÇÃO - A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) afirma que o governo do Estado não cumpriu com o pagamento do reajuste de 7,64% do Piso Salarial Nacional, referente ao mês de janeiro deste ano e não incorporou o abono salarial de R$ 200,00 no salário dos administrativos da Educação. Rallph Barbosa – Noticidade
Uma das manifestantes Lourdes Aroka, de 64 anos, é professora da rede estadual há 38 anos e afirma que a situação está difícil sem reajuste salarial. “A gente precisa o mais rápido possível”. Opinião semelhante é da copeira Lucia de Azevedo, 46, que trabalha em escola de Glória de Dourados. “A gente não quer greve a gente quer estar trabalhando, mas com salário digno”, completou. MANIFESTAÇÃO - A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) afirma que o governo do Estado não cumpriu com o pagamento do reajuste de 7,64% do Piso Salarial Nacional, referente ao mês de janeiro deste ano e não incorporou o abono salarial de R$ 200,00 no salário dos administrativos da Educação. Rallph Barbosa – Noticidade
Ao menos seis viaturas da Polícia Militar foram mobilizadas na frente do prédio da SED e cones também foram colocados no local para dificultar a passagem dos manifestantes.
Uma das manifestantes Lourdes Aroka, de 64 anos, é professora da rede estadual há 38 anos e afirma que a situação está difícil sem reajuste salarial. “A gente precisa o mais rápido possível”.
Opinião semelhante é da copeira Lucia de Azevedo, 46, que trabalha em escola de Glória de Dourados. “A gente não quer greve a gente quer estar trabalhando, mas com salário digno”, completou.
MANIFESTAÇÃO - A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) afirma que o governo do Estado não cumpriu com o pagamento do reajuste de 7,64% do Piso Salarial Nacional, referente ao mês de janeiro deste ano e não incorporou o abono salarial de R$ 200,00 no salário dos administrativos da Educação.
Rallph Barbosa – Noticidade
Uma das manifestantes Lourdes Aroka, de 64 anos, é professora da rede estadual há 38 anos e afirma que a situação está difícil sem reajuste salarial. “A gente precisa o mais rápido possível”. Opinião semelhante é da copeira Lucia de Azevedo, 46, que trabalha em escola de Glória de Dourados. “A gente não quer greve a gente quer estar trabalhando, mas com salário digno”, completou. MANIFESTAÇÃO - A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) afirma que o governo do Estado não cumpriu com o pagamento do reajuste de 7,64% do Piso Salarial Nacional, referente ao mês de janeiro deste ano e não incorporou o abono salarial de R$ 200,00 no salário dos administrativos da Educação. Rallph Barbosa – Noticidade
Uma das manifestantes Lourdes Aroka, de 64 anos, é professora da rede estadual há 38 anos e afirma que a situação está difícil sem reajuste salarial. “A gente precisa o mais rápido possível”. Opinião semelhante é da copeira Lucia de Azevedo, 46, que trabalha em escola de Glória de Dourados. “A gente não quer greve a gente quer estar trabalhando, mas com salário digno”, completou. MANIFESTAÇÃO - A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) afirma que o governo do Estado não cumpriu com o pagamento do reajuste de 7,64% do Piso Salarial Nacional, referente ao mês de janeiro deste ano e não incorporou o abono salarial de R$ 200,00 no salário dos administrativos da Educação. Rallph Barbosa – Noticidade
Ao menos seis viaturas da Polícia Militar foram mobilizadas na frente do prédio da SED e cones também foram colocados no local para dificultar a passagem dos manifestantes.
Uma das manifestantes Lourdes Aroka, de 64 anos, é professora da rede estadual há 38 anos e afirma que a situação está difícil sem reajuste salarial. “A gente precisa o mais rápido possível”.
Opinião semelhante é da copeira Lucia de Azevedo, 46, que trabalha em escola de Glória de Dourados. “A gente não quer greve a gente quer estar trabalhando, mas com salário digno”, completou.
MANIFESTAÇÃO - A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) afirma que o governo do Estado não cumpriu com o pagamento do reajuste de 7,64% do Piso Salarial Nacional, referente ao mês de janeiro deste ano e não incorporou o abono salarial de R$ 200,00 no salário dos administrativos da Educação.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.