Presos usam grampo para abrir cadeado e fugir de delegacia no centro da Capital
Presos usam grampo para abrir cadeado e fugir de delegacia no centro da Capital

Presos usam grampo para abrir cadeado e fugir de delegacia no centro da Capital

Os três presos, que fugiram durante a madrugada desta terça-feira (7) da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro teriam usado uma espécie de grampo para abrir o cadeado da cela.
De acordo com informações, depois de abrirem o cadeado da cela usando uma espécie de grampo, os detentos fugiram pela porta lateral da delegacia. Ao perceber a movimentação estranha no local e a fuga, o policial acionou o Batalhão de Choque, que auxiliou na recontagem dos presos.
Dos três presos, dois tinham mandado de prisão em aberto e um estava evadido do sistema prisional. Os nomes dos fugitivos não foram divulgados. Policiais do Batalhão de Choque, Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) e policiais militares fazem rondas na região na tentativa de localizar os presos.
De acordo com o diretor jurídico do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul), Max Dourado, os detentos não deveriam estar na delegacia, “Não é função do policial custodiar os presos. Eles não deveriam estar na delegacia”, disse.
A capacidade da delegacia seria de seis presos e no local estão 20 custodiados.
Midiamax
Os três presos, que fugiram durante a madrugada desta terça-feira (7) da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro teriam usado uma espécie de grampo para abrir o cadeado da cela.
De acordo com informações, depois de abrirem o cadeado da cela usando uma espécie de grampo, os detentos fugiram pela porta lateral da delegacia. Ao perceber a movimentação estranha no local e a fuga, o policial acionou o Batalhão de Choque, que auxiliou na recontagem dos presos.
Dos três presos, dois tinham mandado de prisão em aberto e um estava evadido do sistema prisional. Os nomes dos fugitivos não foram divulgados. Policiais do Batalhão de Choque, Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) e policiais militares fazem rondas na região na tentativa de localizar os presos.
De acordo com o diretor jurídico do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul), Max Dourado, os detentos não deveriam estar na delegacia, “Não é função do policial custodiar os presos. Eles não deveriam estar na delegacia”, disse.
A capacidade da delegacia seria de seis presos e no local estão 20 custodiados.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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