Presos pelo Gaeco em Sidrolândia são encaminhados para presídio na Capital
Presos pelo Gaeco em Sidrolândia são encaminhados para presídio na Capital

Presos pelo Gaeco em Sidrolândia são encaminhados para presídio na Capital

Os empresários Ueverton da Silva Macedo, o “Frescura”, e Roberto da Conceição Valençuela e o servidor público Tiago Basso da Silva foram encaminhados da Delegacia de Sidrolândia para o Presídio de Trânsito da Capital na tarde desta sexta-feira (21) pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).
Também há um mandado de prisão contra o sócio de Frescura, o empresário Ricardo José Rocamora Alves que foi considerado foragido. Ele não foi encontrado pela polícia.
Eles são investigados e acusados pelo Gaeco desde 2017, por conta de um possível esquema de corrupção destinado à obtenção de vantagens ilícitas por meio da prática de crimes de peculato, falsidade ideológica e fraude às licitações, associação criminosa e sonegação fiscal.
De acordo com o MPE, para legalizar o desvio do dinheiro público, o grupo criminoso viabilizava a abertura de empresas e seu registro junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) ou se aproveitava da existência de cadastramentos preexistentes, para incrementar o objeto social sem que o estabelecimento comercial apresentasse experiência, estrutura ou capacidade técnica para a execução do serviço contratado ou fornecimento do material adquirido pelo ente municipal.
As empresas já receberam quase R$ 14 milhões de reais da administração passada e da atual gestão de Sidrolândia, conforme dados do portal da transparência.
Os empresários Ueverton da Silva Macedo, o “Frescura”, e Roberto da Conceição Valençuela e o servidor público Tiago Basso da Silva foram encaminhados da Delegacia de Sidrolândia para o Presídio de Trânsito da Capital na tarde desta sexta-feira (21) pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).
Também há um mandado de prisão contra o sócio de Frescura, o empresário Ricardo José Rocamora Alves que foi considerado foragido. Ele não foi encontrado pela polícia.
Eles são investigados e acusados pelo Gaeco desde 2017, por conta de um possível esquema de corrupção destinado à obtenção de vantagens ilícitas por meio da prática de crimes de peculato, falsidade ideológica e fraude às licitações, associação criminosa e sonegação fiscal.
De acordo com o MPE, para legalizar o desvio do dinheiro público, o grupo criminoso viabilizava a abertura de empresas e seu registro junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) ou se aproveitava da existência de cadastramentos preexistentes, para incrementar o objeto social sem que o estabelecimento comercial apresentasse experiência, estrutura ou capacidade técnica para a execução do serviço contratado ou fornecimento do material adquirido pelo ente municipal.
As empresas já receberam quase R$ 14 milhões de reais da administração passada e da atual gestão de Sidrolândia, conforme dados do portal da transparência.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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