Presos de Corumbá estão entre os alvos de operação em presídios
Presos de Corumbá estão entre os alvos de operação em presídios

Presos de Corumbá estão entre os alvos de operação em presídios

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) está dentro do presídio de Corumbá - a 419 km de Campo Grande. A ação faz parte da Operação Xadrez deflagada na manhã desta segunda-feira (23) na cidade branca. O alvo é o sistema prisional.
De acordo com o MPE (Ministério Público Estadual), serão cumpridos nove mandados de prisão, 12 buscas de apreensões e uma condução coercitiva. Operação de mesmo nome já foi realizada outras vezes em estados vizinhos, como Mato Grosso e Paraná, sempre investigando o tráfico de drogas associado aos estabelecimentos prisionais.
Entre os alvos da operação estão presos ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) que cumprem pena em Corumbá. O diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual do Sistema Penitenciário), Ailton Stropa, não quis se manifestar sobre a operação.
|Não podemos falar nada até que a operação termine. Em principio não vou para Corumbá e não fui chamado para prestar depoimento|, destacou.
O nome da operação está ligado a gíria normalmente utilizada para denominar instituições prisionais. Além disso, investigados no caso se prevaleciam do cargo de agente prisional e da prerrogativa de portar arma de fogo para intimidar desafetos e traficar drogas.
Campo Grande News
O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) está dentro do presídio de Corumbá - a 419 km de Campo Grande. A ação faz parte da Operação Xadrez deflagada na manhã desta segunda-feira (23) na cidade branca. O alvo é o sistema prisional.
De acordo com o MPE (Ministério Público Estadual), serão cumpridos nove mandados de prisão, 12 buscas de apreensões e uma condução coercitiva. Operação de mesmo nome já foi realizada outras vezes em estados vizinhos, como Mato Grosso e Paraná, sempre investigando o tráfico de drogas associado aos estabelecimentos prisionais.
Entre os alvos da operação estão presos ligados ao PCC (Primeiro Comando da Capital) que cumprem pena em Corumbá. O diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual do Sistema Penitenciário), Ailton Stropa, não quis se manifestar sobre a operação.
|Não podemos falar nada até que a operação termine. Em principio não vou para Corumbá e não fui chamado para prestar depoimento|, destacou.
O nome da operação está ligado a gíria normalmente utilizada para denominar instituições prisionais. Além disso, investigados no caso se prevaleciam do cargo de agente prisional e da prerrogativa de portar arma de fogo para intimidar desafetos e traficar drogas.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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