Prefeitura realizou apresentação do Plano Municipal de Coleta Seletiva
Prefeitura realizou apresentação do Plano Municipal de Coleta Seletiva

Prefeitura realizou apresentação do Plano Municipal de Coleta Seletiva

Atualmente a gestão de gerenciamento dos resíduos sólidos são temas de destaque no Brasil, sendo objetos de políticas públicas, programas governamentais de incentivo à execução de obras e elaboração de instrumentos de planejamento. Assim sendo, o desenvolvimento de um plano de Coleta Seletiva é essencial uma vez que garante ao município o atendimento à legislação e a preservação do meio ambiente.
Diante da preocupação da Prefeitura Municipal de Maracaju com a questão socioambiental, principalmente relacionada com a gestão dos resíduos sólidos urbanos, foi elaborado, através de uma equipe técnica especializada, o Plano de Coleta Seletiva de Maracaju, apresentado para a população na última semana, em evento na Câmara Municipal de Maracaju.
A Prefeitura Municipal de Maracaju, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, iniciou o programa de coleta seletiva em julho de 2014 no município e encaminha desde então os materiais recicláveis coletados para a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Maracaju, onde é realizada a triagem e posteriormente prensagem e venda dos materiais. Desta forma, reverte o lucro em pagamentos de salários de todos os catadores/associados envolvidos nos trabalhos da Associação. Vale ressaltar que este plano é um instrumento de planejamento para as ações direcionadas aos resíduos sólidos produzidos no município no período de 20 anos.
Segundo a Secretária de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente Renata de Azambuja Silva Miranda Cruz, o planejamento do sistema de coleta dos resíduos sólidos previamente segregados conforme sua constituição ou composição é essencial para orientar os munícipes na busca pelo cumprimento das prerrogativas legais e também para o efetivo cumprimento do Plano Intermunicipal de Gerenciamento Integrado de resíduos Sólidos.
Assessoria de Imprensa da Prefeitura
Atualmente a gestão de gerenciamento dos resíduos sólidos são temas de destaque no Brasil, sendo objetos de políticas públicas, programas governamentais de incentivo à execução de obras e elaboração de instrumentos de planejamento. Assim sendo, o desenvolvimento de um plano de Coleta Seletiva é essencial uma vez que garante ao município o atendimento à legislação e a preservação do meio ambiente.
Diante da preocupação da Prefeitura Municipal de Maracaju com a questão socioambiental, principalmente relacionada com a gestão dos resíduos sólidos urbanos, foi elaborado, através de uma equipe técnica especializada, o Plano de Coleta Seletiva de Maracaju, apresentado para a população na última semana, em evento na Câmara Municipal de Maracaju.
A Prefeitura Municipal de Maracaju, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, iniciou o programa de coleta seletiva em julho de 2014 no município e encaminha desde então os materiais recicláveis coletados para a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Maracaju, onde é realizada a triagem e posteriormente prensagem e venda dos materiais. Desta forma, reverte o lucro em pagamentos de salários de todos os catadores/associados envolvidos nos trabalhos da Associação. Vale ressaltar que este plano é um instrumento de planejamento para as ações direcionadas aos resíduos sólidos produzidos no município no período de 20 anos.
Segundo a Secretária de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente Renata de Azambuja Silva Miranda Cruz, o planejamento do sistema de coleta dos resíduos sólidos previamente segregados conforme sua constituição ou composição é essencial para orientar os munícipes na busca pelo cumprimento das prerrogativas legais e também para o efetivo cumprimento do Plano Intermunicipal de Gerenciamento Integrado de resíduos Sólidos.
Assessoria de Imprensa da Prefeitura

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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