Prefeitura projeta fôlego de R$ 15 milhões mensais com revisões na folha
Prefeitura projeta fôlego de R$ 15 milhões mensais com revisões na folha

Prefeitura projeta fôlego de R$ 15 milhões mensais com revisões na folha

Com incremento de receita abaixo da inflação, sobretudo devido à queda de repasses dos governos federal e estadual, a Prefeitura de Campo Grande adotará medidas de cortes e de melhoria da arrecadação que podem resultar em fôlego financeiro mensal de R$ 15 milhões. As despesas devem cair em torno de R$ 10 milhões e a receita avançar em R$ 5 milhões.
Na tarde desta quinta-feira (25), durante coletiva de imprensa, o prefeito Marquinhos Trad (PSD), acompanhado de parte de seu secretariado, falou sobre a situação financeira do município e da necessidade de adoção de medidas de austeridade, com intenção de recuperar o equilíbrio fiscal da prefeitura. “A cidade está sem capacidade de pagar suas contas e de investir. Só que a cidade não parou”, disse.
O secretário de Receita, Pedro Pedrossian Neto, que apresentou planilhas do quadro fiscal da prefeitura, informou que a receita com tributos que dependem da ação do município (a chamada Fonte 1) aumentou em 6,84% no primeiro quadrimestre deste ano.
No entanto, os repasses federais e estaduais contabilizaram queda de 1,7%. “O resultado líquido é de 2,93% de crescimento”, calculou Pedrossian Neto.A alta nominal (sem descontar a inflação) de 2,93% é pífia. O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), medido pelo Nepes (Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais), da Uniderp, acumula variação de 4,4% em 12 meses.Isso significa que os 2,93% de elevação de receita representam, em números reais, queda de 1,47%. “Em termos reais, estamos comprando menos que comprávamos há um ano”, resumiu o secretário.A receita em queda é apenas parte do problema. O outro complicador é a despesa crescente. Em abril, por exemplo, a arrecadação somou R$ 128,132 milhões e as despesas, R$ 159,909 milhões. O resultado é deficit, somente nesse mês, de R$ 31,727 milhões.Servidores – Parte considerável do desiquilíbrio dessa conta decorre da folha de pagamento. No primeiro quadrimestre, o gasto com pessoal e encargos correspondeu a 68,94% das despesas do município.Isso significa que de cada R$ 10 gastos pela prefeitura, R$ 6,89 foram para pagar servidores, incluindo-se, nesta contabilidade, salários, gratificações e encargos diversos.As demais despesas têm participações bem mais modestas. As de custeio representaram 25,08% de tudo que o município pagou nos quatro primeiros meses deste ano. A dívida fundada (com bancos, por exemplo) respondeu por 2,84% e os investimentos – majoritariamente, os relativos a tapa-buracos – equivaleram a 3,14% dos gastos.Gratificações – As medidas de contenção se concentram, justamente, na maior despesa da prefeitura: a folha de pagamento. Decreto emergencial, a ser publicado ainda hoje, em edição extra do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), determinará cortes de gratificações, que proporcionarão economia projetada em R$ 5,015 milhões. Em 12 meses (período de vigência de decreto), a redução de despesa totaliza R$ 601,828 milhões.“Não vou demitir ninguém, não vou reduzir salários, não vou aumentar impostos”, afirmou o prefeito. As medidas, conforme Marquinhos, consideram três pontos: não atingem funcionários com salário de até R$ 2 mil, o que corresponde a 6 mil servidores, aproximadamente; reduzem gratificações; não cortam os benefícios em patamar superior a um terço (ou 33,33%).Educação – A maior parte da economia será proporcionada por medidas na área da Educação. Serão recolocados em salas de aula 367 professores que estão cedidos a outras secretarias. A despesa cairá, com isso, em R$ 1,44 milhão mensais.O prefeito salientou que não se trata de demissão de professores convocados que estão em sala de aula. “Eles são contratados temporariamente. Nós não estamos demitindo. O que vamos fazer é não renovar os contratos, que são de seis meses, com esses professores”, explicou.Outra economia expressiva virá do corte de 33% das gratificações de representação e dedicação exclusiva. A projeção é de redução de R$ 1,427 milhão nos desembolsos mensais da prefeitura.Além dos cortes de gratificação, a prefeitura também busca agir em frentes diversas para amenizar as despesas. Entre as medidas, estão: revisão do pagamento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), cuja economia estimada é de R$ 1,5 milhão; revisão de contratos – apenas o relativo à limpeza urbana, o decréscimo mensal será de R$ 1,5 milhões; e diminuição de dispêndios com fornecedores e prestadores de serviços entre 10% e 20%.Aumento de receita – Na outra ponta das contas do município, está a receita, que pode aumentar em R$ 5 milhões mensais, com adoção de medidas em diferentes frentes.Uma das ações será a unificação do sistema de arrecadação. Para isso, a prefeitura vai instalar software através de contratação de empresa especializada.O edital com abertura de licitação está previsto para ser publicado na próxima segunda-feira (dia 29). O aumento, neste caso, é de R$ 5 milhões.O município também busca com a terceirização da cobrança da dívida ativa receber valor projetado em R$ 3 milhões. Outros R$ 500 mil podem entrar nos cofres municipais com protesto dessa dívida.
No entanto, os repasses federais e estaduais contabilizaram queda de 1,7%. “O resultado líquido é de 2,93% de crescimento”, calculou Pedrossian Neto.
A alta nominal (sem descontar a inflação) de 2,93% é pífia. O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), medido pelo Nepes (Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais), da Uniderp, acumula variação de 4,4% em 12 meses.
Isso significa que os 2,93% de elevação de receita representam, em números reais, queda de 1,47%. “Em termos reais, estamos comprando menos que comprávamos há um ano”, resumiu o secretário.
A receita em queda é apenas parte do problema. O outro complicador é a despesa crescente. Em abril, por exemplo, a arrecadação somou R$ 128,132 milhões e as despesas, R$ 159,909 milhões. O resultado é deficit, somente nesse mês, de R$ 31,727 milhões.
Servidores – Parte considerável do desiquilíbrio dessa conta decorre da folha de pagamento. No primeiro quadrimestre, o gasto com pessoal e encargos correspondeu a 68,94% das despesas do município.
Isso significa que de cada R$ 10 gastos pela prefeitura, R$ 6,89 foram para pagar servidores, incluindo-se, nesta contabilidade, salários, gratificações e encargos diversos.
As demais despesas têm participações bem mais modestas. As de custeio representaram 25,08% de tudo que o município pagou nos quatro primeiros meses deste ano. A dívida fundada (com bancos, por exemplo) respondeu por 2,84% e os investimentos – majoritariamente, os relativos a tapa-buracos – equivaleram a 3,14% dos gastos.
Gratificações – As medidas de contenção se concentram, justamente, na maior despesa da prefeitura: a folha de pagamento. Decreto emergencial, a ser publicado ainda hoje, em edição extra do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), determinará cortes de gratificações, que proporcionarão economia projetada em R$ 5,015 milhões. Em 12 meses (período de vigência de decreto), a redução de despesa totaliza R$ 601,828 milhões.
“Não vou demitir ninguém, não vou reduzir salários, não vou aumentar impostos”, afirmou o prefeito. As medidas, conforme Marquinhos, consideram três pontos: não atingem funcionários com salário de até R$ 2 mil, o que corresponde a 6 mil servidores, aproximadamente; reduzem gratificações; não cortam os benefícios em patamar superior a um terço (ou 33,33%).
Educação – A maior parte da economia será proporcionada por medidas na área da Educação. Serão recolocados em salas de aula 367 professores que estão cedidos a outras secretarias. A despesa cairá, com isso, em R$ 1,44 milhão mensais.
O prefeito salientou que não se trata de demissão de professores convocados que estão em sala de aula. “Eles são contratados temporariamente. Nós não estamos demitindo. O que vamos fazer é não renovar os contratos, que são de seis meses, com esses professores”, explicou.
Outra economia expressiva virá do corte de 33% das gratificações de representação e dedicação exclusiva. A projeção é de redução de R$ 1,427 milhão nos desembolsos mensais da prefeitura.
Além dos cortes de gratificação, a prefeitura também busca agir em frentes diversas para amenizar as despesas. Entre as medidas, estão: revisão do pagamento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), cuja economia estimada é de R$ 1,5 milhão; revisão de contratos – apenas o relativo à limpeza urbana, o decréscimo mensal será de R$ 1,5 milhões; e diminuição de dispêndios com fornecedores e prestadores de serviços entre 10% e 20%.
Aumento de receita – Na outra ponta das contas do município, está a receita, que pode aumentar em R$ 5 milhões mensais, com adoção de medidas em diferentes frentes.
Uma das ações será a unificação do sistema de arrecadação. Para isso, a prefeitura vai instalar software através de contratação de empresa especializada.
O edital com abertura de licitação está previsto para ser publicado na próxima segunda-feira (dia 29). O aumento, neste caso, é de R$ 5 milhões.
O município também busca com a terceirização da cobrança da dívida ativa receber valor projetado em R$ 3 milhões. Outros R$ 500 mil podem entrar nos cofres municipais com protesto dessa dívida.
Campo Grande News
Com incremento de receita abaixo da inflação, sobretudo devido à queda de repasses dos governos federal e estadual, a Prefeitura de Campo Grande adotará medidas de cortes e de melhoria da arrecadação que podem resultar em fôlego financeiro mensal de R$ 15 milhões. As despesas devem cair em torno de R$ 10 milhões e a receita avançar em R$ 5 milhões.
Na tarde desta quinta-feira (25), durante coletiva de imprensa, o prefeito Marquinhos Trad (PSD), acompanhado de parte de seu secretariado, falou sobre a situação financeira do município e da necessidade de adoção de medidas de austeridade, com intenção de recuperar o equilíbrio fiscal da prefeitura. “A cidade está sem capacidade de pagar suas contas e de investir. Só que a cidade não parou”, disse.
O secretário de Receita, Pedro Pedrossian Neto, que apresentou planilhas do quadro fiscal da prefeitura, informou que a receita com tributos que dependem da ação do município (a chamada Fonte 1) aumentou em 6,84% no primeiro quadrimestre deste ano.
No entanto, os repasses federais e estaduais contabilizaram queda de 1,7%. “O resultado líquido é de 2,93% de crescimento”, calculou Pedrossian Neto.A alta nominal (sem descontar a inflação) de 2,93% é pífia. O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), medido pelo Nepes (Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais), da Uniderp, acumula variação de 4,4% em 12 meses.Isso significa que os 2,93% de elevação de receita representam, em números reais, queda de 1,47%. “Em termos reais, estamos comprando menos que comprávamos há um ano”, resumiu o secretário.A receita em queda é apenas parte do problema. O outro complicador é a despesa crescente. Em abril, por exemplo, a arrecadação somou R$ 128,132 milhões e as despesas, R$ 159,909 milhões. O resultado é deficit, somente nesse mês, de R$ 31,727 milhões.Servidores – Parte considerável do desiquilíbrio dessa conta decorre da folha de pagamento. No primeiro quadrimestre, o gasto com pessoal e encargos correspondeu a 68,94% das despesas do município.Isso significa que de cada R$ 10 gastos pela prefeitura, R$ 6,89 foram para pagar servidores, incluindo-se, nesta contabilidade, salários, gratificações e encargos diversos.As demais despesas têm participações bem mais modestas. As de custeio representaram 25,08% de tudo que o município pagou nos quatro primeiros meses deste ano. A dívida fundada (com bancos, por exemplo) respondeu por 2,84% e os investimentos – majoritariamente, os relativos a tapa-buracos – equivaleram a 3,14% dos gastos.Gratificações – As medidas de contenção se concentram, justamente, na maior despesa da prefeitura: a folha de pagamento. Decreto emergencial, a ser publicado ainda hoje, em edição extra do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), determinará cortes de gratificações, que proporcionarão economia projetada em R$ 5,015 milhões. Em 12 meses (período de vigência de decreto), a redução de despesa totaliza R$ 601,828 milhões.“Não vou demitir ninguém, não vou reduzir salários, não vou aumentar impostos”, afirmou o prefeito. As medidas, conforme Marquinhos, consideram três pontos: não atingem funcionários com salário de até R$ 2 mil, o que corresponde a 6 mil servidores, aproximadamente; reduzem gratificações; não cortam os benefícios em patamar superior a um terço (ou 33,33%).Educação – A maior parte da economia será proporcionada por medidas na área da Educação. Serão recolocados em salas de aula 367 professores que estão cedidos a outras secretarias. A despesa cairá, com isso, em R$ 1,44 milhão mensais.O prefeito salientou que não se trata de demissão de professores convocados que estão em sala de aula. “Eles são contratados temporariamente. Nós não estamos demitindo. O que vamos fazer é não renovar os contratos, que são de seis meses, com esses professores”, explicou.Outra economia expressiva virá do corte de 33% das gratificações de representação e dedicação exclusiva. A projeção é de redução de R$ 1,427 milhão nos desembolsos mensais da prefeitura.Além dos cortes de gratificação, a prefeitura também busca agir em frentes diversas para amenizar as despesas. Entre as medidas, estão: revisão do pagamento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), cuja economia estimada é de R$ 1,5 milhão; revisão de contratos – apenas o relativo à limpeza urbana, o decréscimo mensal será de R$ 1,5 milhões; e diminuição de dispêndios com fornecedores e prestadores de serviços entre 10% e 20%.Aumento de receita – Na outra ponta das contas do município, está a receita, que pode aumentar em R$ 5 milhões mensais, com adoção de medidas em diferentes frentes.Uma das ações será a unificação do sistema de arrecadação. Para isso, a prefeitura vai instalar software através de contratação de empresa especializada.O edital com abertura de licitação está previsto para ser publicado na próxima segunda-feira (dia 29). O aumento, neste caso, é de R$ 5 milhões.O município também busca com a terceirização da cobrança da dívida ativa receber valor projetado em R$ 3 milhões. Outros R$ 500 mil podem entrar nos cofres municipais com protesto dessa dívida.
No entanto, os repasses federais e estaduais contabilizaram queda de 1,7%. “O resultado líquido é de 2,93% de crescimento”, calculou Pedrossian Neto.
A alta nominal (sem descontar a inflação) de 2,93% é pífia. O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), medido pelo Nepes (Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais), da Uniderp, acumula variação de 4,4% em 12 meses.
Isso significa que os 2,93% de elevação de receita representam, em números reais, queda de 1,47%. “Em termos reais, estamos comprando menos que comprávamos há um ano”, resumiu o secretário.
A receita em queda é apenas parte do problema. O outro complicador é a despesa crescente. Em abril, por exemplo, a arrecadação somou R$ 128,132 milhões e as despesas, R$ 159,909 milhões. O resultado é deficit, somente nesse mês, de R$ 31,727 milhões.
Servidores – Parte considerável do desiquilíbrio dessa conta decorre da folha de pagamento. No primeiro quadrimestre, o gasto com pessoal e encargos correspondeu a 68,94% das despesas do município.
Isso significa que de cada R$ 10 gastos pela prefeitura, R$ 6,89 foram para pagar servidores, incluindo-se, nesta contabilidade, salários, gratificações e encargos diversos.
As demais despesas têm participações bem mais modestas. As de custeio representaram 25,08% de tudo que o município pagou nos quatro primeiros meses deste ano. A dívida fundada (com bancos, por exemplo) respondeu por 2,84% e os investimentos – majoritariamente, os relativos a tapa-buracos – equivaleram a 3,14% dos gastos.
Gratificações – As medidas de contenção se concentram, justamente, na maior despesa da prefeitura: a folha de pagamento. Decreto emergencial, a ser publicado ainda hoje, em edição extra do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), determinará cortes de gratificações, que proporcionarão economia projetada em R$ 5,015 milhões. Em 12 meses (período de vigência de decreto), a redução de despesa totaliza R$ 601,828 milhões.
“Não vou demitir ninguém, não vou reduzir salários, não vou aumentar impostos”, afirmou o prefeito. As medidas, conforme Marquinhos, consideram três pontos: não atingem funcionários com salário de até R$ 2 mil, o que corresponde a 6 mil servidores, aproximadamente; reduzem gratificações; não cortam os benefícios em patamar superior a um terço (ou 33,33%).
Educação – A maior parte da economia será proporcionada por medidas na área da Educação. Serão recolocados em salas de aula 367 professores que estão cedidos a outras secretarias. A despesa cairá, com isso, em R$ 1,44 milhão mensais.
O prefeito salientou que não se trata de demissão de professores convocados que estão em sala de aula. “Eles são contratados temporariamente. Nós não estamos demitindo. O que vamos fazer é não renovar os contratos, que são de seis meses, com esses professores”, explicou.
Outra economia expressiva virá do corte de 33% das gratificações de representação e dedicação exclusiva. A projeção é de redução de R$ 1,427 milhão nos desembolsos mensais da prefeitura.
Além dos cortes de gratificação, a prefeitura também busca agir em frentes diversas para amenizar as despesas. Entre as medidas, estão: revisão do pagamento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), cuja economia estimada é de R$ 1,5 milhão; revisão de contratos – apenas o relativo à limpeza urbana, o decréscimo mensal será de R$ 1,5 milhões; e diminuição de dispêndios com fornecedores e prestadores de serviços entre 10% e 20%.
Aumento de receita – Na outra ponta das contas do município, está a receita, que pode aumentar em R$ 5 milhões mensais, com adoção de medidas em diferentes frentes.
Uma das ações será a unificação do sistema de arrecadação. Para isso, a prefeitura vai instalar software através de contratação de empresa especializada.
O edital com abertura de licitação está previsto para ser publicado na próxima segunda-feira (dia 29). O aumento, neste caso, é de R$ 5 milhões.
O município também busca com a terceirização da cobrança da dívida ativa receber valor projetado em R$ 3 milhões. Outros R$ 500 mil podem entrar nos cofres municipais com protesto dessa dívida.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.