Prefeitura impede montagem de 62 barracas e feirantes amargam prejuízo
Prefeitura impede montagem de 62 barracas e feirantes amargam prejuízo

Prefeitura impede montagem de 62 barracas e feirantes amargam prejuízo

A Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano) impediu a montagem uma feira livre no bairro Rita Vieira – no leste de Campo Grande – e revoltou os 62 comerciantes que estavam preparados para erguer as barracas. Segundo o fiscal Passini Catarineli, os feirantes não tinham autorização.
“É uma situação constrangedora, sem conta o prejuízo para quem ia vencer comida”, afirmou o diretor do Clube Social do Feirante, João Carlos Leite, um dos organizadores da feira.
Ele explica que os comerciantes já pediram autorização para a Semadur e tinham a liberação da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) para fechar a avenida Rita Vieira de Andrade.
O chão já estava demarcado para a montagem das 62 barracas e Leite defende que a legislação permite a montagem de feiras em caráter experimental até que a licença definitiva saia.
“Estão nos boicotando”, afirmou Sirlei de Oliveira, 42 anos, que pretendia vender artesanato.
O fiscal da Semadur informou que é preciso fazer o estudo do impacto do fechamento da avenida principal do Rita Vieira, por exemplo. “Não estamos dizendo que não vão poder fazer a feira, mas não necessariamente ela será aqui. Eles precisam esperar a autorização”.
Não há prazo para que o estudo seja feito e a licença da Semadur seja expedida ou não.
Campo Grande News
A Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano) impediu a montagem uma feira livre no bairro Rita Vieira – no leste de Campo Grande – e revoltou os 62 comerciantes que estavam preparados para erguer as barracas. Segundo o fiscal Passini Catarineli, os feirantes não tinham autorização.
“É uma situação constrangedora, sem conta o prejuízo para quem ia vencer comida”, afirmou o diretor do Clube Social do Feirante, João Carlos Leite, um dos organizadores da feira.
Ele explica que os comerciantes já pediram autorização para a Semadur e tinham a liberação da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) para fechar a avenida Rita Vieira de Andrade.
O chão já estava demarcado para a montagem das 62 barracas e Leite defende que a legislação permite a montagem de feiras em caráter experimental até que a licença definitiva saia.
“Estão nos boicotando”, afirmou Sirlei de Oliveira, 42 anos, que pretendia vender artesanato.
O fiscal da Semadur informou que é preciso fazer o estudo do impacto do fechamento da avenida principal do Rita Vieira, por exemplo. “Não estamos dizendo que não vão poder fazer a feira, mas não necessariamente ela será aqui. Eles precisam esperar a autorização”.
Não há prazo para que o estudo seja feito e a licença da Semadur seja expedida ou não.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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