Prefeitura e Receita Federal discutem Porto Seco que pode transformar Maracaju em novo polo logístico
Prefeitura e Receita Federal discutem Porto Seco que pode transformar Maracaju em novo polo logístico

Prefeitura e Receita Federal discutem Porto Seco que pode transformar Maracaju em novo polo logístico

A Prefeitura de Maracaju recebeu o Superintendente Adjunto da Receita Federal da 1ª Região Fiscal, Erivelto Moysés Torrico Alencar, que esteve no município para uma explanação técnica sobre o funcionamento e os requisitos para implantação de um Porto Seco. A reunião faz parte de um estudo detalhado sobre a viabilidade econômica e estratégica de instalar essa importante infraestrutura logística em Maracaju.
Durante o encontro, foram discutidos os benefícios do projeto para o desenvolvimento econômico local e regional, considerando a posição estratégica do município, que se destaca como maior produtor de soja do Estado de Mato Grosso do Sul e por estar localizado em um entroncamento logístico essencial da Rota Bioceânica.
“Para Maracaju ter um porto seco trará vantagens econômicas e logísticas significativas, como a redução de custos com transporte e burocracia, e o estímulo à economia local através do fomento ao comércio exterior. A agilidade proporcionada pelo porto seco facilita a exportação e importação de mercadorias, torna as empresas mais competitivas e pode desenvolver a infraestrutura e o potencial econômico de regiões interiores. Estamos dialogando para trazer esse benefício para Maracaju, focando nas nossas características como maior produtor de grãos do MS e também estar localizada em ponto estratégico da Rota Bioceânica”, afirmou Marcos Calderan, Prefeito de Maracaju.
O Porto Seco, também conhecido como Estação Aduaneira do Interior (EADI), tem como objetivo facilitar o comércio exterior, promover a integração logística regional e atrair novos investimentos, fortalecendo o papel de Maracaju como polo de desenvolvimento e conexão entre os mercados brasileiro e sul-americano.
O Secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Agadir Mossmann, acompanha o processo técnico junto à Receita Federal, representando o município e articulando os próximos passos para o avanço do estudo de implantação.
Com a iniciativa, a Prefeitura de Maracaju reafirma seu compromisso com o crescimento sustentável, a geração de oportunidades e o fortalecimento da economia local, alinhada à visão de futuro que coloca o município como referência no cenário logístico e produtivo do Mato Grosso do Sul.
A Prefeitura de Maracaju recebeu o Superintendente Adjunto da Receita Federal da 1ª Região Fiscal, Erivelto Moysés Torrico Alencar, que esteve no município para uma explanação técnica sobre o funcionamento e os requisitos para implantação de um Porto Seco. A reunião faz parte de um estudo detalhado sobre a viabilidade econômica e estratégica de instalar essa importante infraestrutura logística em Maracaju.
Durante o encontro, foram discutidos os benefícios do projeto para o desenvolvimento econômico local e regional, considerando a posição estratégica do município, que se destaca como maior produtor de soja do Estado de Mato Grosso do Sul e por estar localizado em um entroncamento logístico essencial da Rota Bioceânica.
“Para Maracaju ter um porto seco trará vantagens econômicas e logísticas significativas, como a redução de custos com transporte e burocracia, e o estímulo à economia local através do fomento ao comércio exterior. A agilidade proporcionada pelo porto seco facilita a exportação e importação de mercadorias, torna as empresas mais competitivas e pode desenvolver a infraestrutura e o potencial econômico de regiões interiores. Estamos dialogando para trazer esse benefício para Maracaju, focando nas nossas características como maior produtor de grãos do MS e também estar localizada em ponto estratégico da Rota Bioceânica”, afirmou Marcos Calderan, Prefeito de Maracaju.
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Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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