Prefeitura, Câmara e Diretoria do Hospital anunciam que CPN continuará atendendo
Prefeitura, Câmara e Diretoria do Hospital anunciam que CPN continuará atendendo

Prefeitura, Câmara e Diretoria do Hospital anunciam que CPN continuará atendendo

Reunidos na sala de reunião do Centro de Parto Normal, no Hospital Elmíria Silvério Barbosa, a Diretoria do Hospital anunciou para o prefeito Dr. Marcelo Ascoli, Secretário de Saúde, Nelio Paim, secretário de Governo, Clayton Ortega, procurador jurídico, Dr. Luiz Claudio Palermo, presidente da Câmara, Jean Nazareth e demais vereadores, que não fechará o centro, porém não conseguirá funcionar segundo os moldes do Ministério da Saúde que prevê um atendimento de no mínimo 40 partos por mês para ser habilitado e receber verbas federais. Hoje não conseguimos chegar a esta meta, geralmente fechamos em 25 a 30 partos por mês, explicou o diretor clínico do hospital Dr. Renato Couto. “O centro funcionará nos moldes de Sidrolândia e não do Ministério da Saúde. Com 40% da capacidade em funcionamento já conseguiremos mantê-lo e atender as futuras mamães”, disse o diretor.
O diretor também explicou que a parte do acordo entre prefeitura e hospital é mantida rigorosamente, com o repasse em dia. Desde janeiro a prefeitura aumentou de R$ 140 mil para R$ 171 mil reais o repasse, com o acordo que o valor de R$ 31mil ser aplicado para manter o CPN. O prefeito Dr. Marcelo deixou claro que mesmo funcionando com 40% da capacidade, o repasse continuará sendo o mesmo. “Vamos manter o compromisso de atender o hospital, temos um bom diálogo e entendimento com a diretoria sobre as necessidades. O hospital é o primeiro lugar que alguém recorre quando precisa de uma emergência, por isso, é necessário manter plantonistas, ambulâncias e a estrutura em funcionamento. Vamos socorre-los quando for preciso e seremos otimistas em conseguir aumentar um pouco o repasse daqui um tempo”, acrescentou o prefeito.
O vice-presidente do hospital, Jair Nascimento, deixou claro que o diálogo entre administração municipal e diretoria do hospital é fundamental para solucionar e debater os problemas. “Sempre que tivermos problemas ou questões a tratar será debatido com o prefeito, secretário de saúde e vereadores. Isso é fundamental para um bom entendimento. Estamos preocupados com a população, com o atendimento eficaz”, explicou Jair.
O impasse do Centro de Parto Normal teve repercussão durante toda a semana nas mídias local e estadual. O diretor clínico também falou sobre o assunto. “Nós estamos vivendo uma era em que a imprensa, a mídia, coloca muita coisa no ar como está sendo colocado agora a questão do CPN e isso tudo vai impactando na saúde da população e é claro que, nos governos, tanto no governo municipal quanto na própria administração do hospital. Nós nos reunimos hoje com o intuito de solucionar esse problema. Dizer à população que todos nós, sempre, estamos imbuídos no desejo de ajudar. Pedimos às pessoas que tem dúvidas que procurem a entidade e se esclareçam por aqui. Não acreditem em mensagens e nem mídias que colocam uma entidade contra a outra, porque isso tudo são pessoas que não tem o interesse de ajudar o município. E a gente, junto com o prefeito e sua equipe, a diretoria e os médicos, temos o maior compromisso para que a saúde continue e evolua. Quero deixar claro que todas essas conversas e boatos que tentam impedir o andamento do município não leva a nada, atrapalha a gestão de todos nós, atrapalha o cotidiano, atrapalha a vida de todo mundo. Tivemos uma reunião de trabalho e muito proveitosa”, concluiu Dr. Renato.
A reunião durou cerca de 1 e meia e foi vista como positiva pelos vereadores. “Nos reunimos para colocar as questões práticas, pensando em manter o bom funcionamento do hospital para atender a população. Tenho certeza que cada que esteve aqui tem o mesmo objetivo e propósito. Foi uma reunião de trabalho, prática e direta”, afirmou o veredor Waldecir Carnevalli (Ganso).
Assessoria de Imprensa
Reunidos na sala de reunião do Centro de Parto Normal, no Hospital Elmíria Silvério Barbosa, a Diretoria do Hospital anunciou para o prefeito Dr. Marcelo Ascoli, Secretário de Saúde, Nelio Paim, secretário de Governo, Clayton Ortega, procurador jurídico, Dr. Luiz Claudio Palermo, presidente da Câmara, Jean Nazareth e demais vereadores, que não fechará o centro, porém não conseguirá funcionar segundo os moldes do Ministério da Saúde que prevê um atendimento de no mínimo 40 partos por mês para ser habilitado e receber verbas federais. Hoje não conseguimos chegar a esta meta, geralmente fechamos em 25 a 30 partos por mês, explicou o diretor clínico do hospital Dr. Renato Couto. “O centro funcionará nos moldes de Sidrolândia e não do Ministério da Saúde. Com 40% da capacidade em funcionamento já conseguiremos mantê-lo e atender as futuras mamães”, disse o diretor.
O diretor também explicou que a parte do acordo entre prefeitura e hospital é mantida rigorosamente, com o repasse em dia. Desde janeiro a prefeitura aumentou de R$ 140 mil para R$ 171 mil reais o repasse, com o acordo que o valor de R$ 31mil ser aplicado para manter o CPN. O prefeito Dr. Marcelo deixou claro que mesmo funcionando com 40% da capacidade, o repasse continuará sendo o mesmo. “Vamos manter o compromisso de atender o hospital, temos um bom diálogo e entendimento com a diretoria sobre as necessidades. O hospital é o primeiro lugar que alguém recorre quando precisa de uma emergência, por isso, é necessário manter plantonistas, ambulâncias e a estrutura em funcionamento. Vamos socorre-los quando for preciso e seremos otimistas em conseguir aumentar um pouco o repasse daqui um tempo”, acrescentou o prefeito.
O vice-presidente do hospital, Jair Nascimento, deixou claro que o diálogo entre administração municipal e diretoria do hospital é fundamental para solucionar e debater os problemas. “Sempre que tivermos problemas ou questões a tratar será debatido com o prefeito, secretário de saúde e vereadores. Isso é fundamental para um bom entendimento. Estamos preocupados com a população, com o atendimento eficaz”, explicou Jair.
O impasse do Centro de Parto Normal teve repercussão durante toda a semana nas mídias local e estadual. O diretor clínico também falou sobre o assunto. “Nós estamos vivendo uma era em que a imprensa, a mídia, coloca muita coisa no ar como está sendo colocado agora a questão do CPN e isso tudo vai impactando na saúde da população e é claro que, nos governos, tanto no governo municipal quanto na própria administração do hospital. Nós nos reunimos hoje com o intuito de solucionar esse problema. Dizer à população que todos nós, sempre, estamos imbuídos no desejo de ajudar. Pedimos às pessoas que tem dúvidas que procurem a entidade e se esclareçam por aqui. Não acreditem em mensagens e nem mídias que colocam uma entidade contra a outra, porque isso tudo são pessoas que não tem o interesse de ajudar o município. E a gente, junto com o prefeito e sua equipe, a diretoria e os médicos, temos o maior compromisso para que a saúde continue e evolua. Quero deixar claro que todas essas conversas e boatos que tentam impedir o andamento do município não leva a nada, atrapalha a gestão de todos nós, atrapalha o cotidiano, atrapalha a vida de todo mundo. Tivemos uma reunião de trabalho e muito proveitosa”, concluiu Dr. Renato.
A reunião durou cerca de 1 e meia e foi vista como positiva pelos vereadores. “Nos reunimos para colocar as questões práticas, pensando em manter o bom funcionamento do hospital para atender a população. Tenho certeza que cada que esteve aqui tem o mesmo objetivo e propósito. Foi uma reunião de trabalho, prática e direta”, afirmou o veredor Waldecir Carnevalli (Ganso).

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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