Prefeito assina contrato do Reviva Centro em Brasília nesta sexta-feira
Prefeito assina contrato do Reviva Centro em Brasília nesta sexta-feira

Prefeito assina contrato do Reviva Centro em Brasília nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (12), o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), vai para Brasília assinar o contrato de financiamento de US$ 56 milhões, cerca de R$ 175 milhões, com o BID (Banco de Interamericano de Desenvolvimento) para obras do Reviva Centro.
Conforme a prefeitura, o documento será assinado no Conjunto F, Lote 39, Setor Embaixada Norte, Asa Norte, em Brasília. Também participam do evento o secretário de Governo e Relações Exteriores Antônio Cézar Lacerda e a diretora-executiva de Planejamento e Gestão Estratégica, Catiana Sabadin. A reunião será às 10 horas de Mato Grosso do Sul.
O representante do Banco no Brasil, Hugo Timoran, o especialista em Desenvolvimento Urbano do BID, Jason Hobbs, e o senador Pedro Chaves (PSC/MS). Com a assinatura do contrato, a prefeitura já pode iniciar processo de licitação.Obras – O programa prevê a revitalização do Centro de Campo Grande, a partir do embutimento da fiação, ampliação das calçadas, criações de áreas de lazer e reordenamento do trânsito no entorno da Rua 14 de Julho.O embutimento da fiação – passa a ser subterrânea – será o marco inicial das obras. A primeira etapa contemplará o trecho da Rua 14 de Julho entre a Rua 7 de setembro e a Avenida Mato Grosso.Entre os principais pontos do projeto, está prevista a redução no tráfego de veículos para duas faixas e a retirada da circulação de ônibus pela rua, além do retorno do relógio histórico para a esquina da 14 com a Afonso Pena. A medida possibilitará ampliar as calçadas de 3 para 4,2 metros, com recuos para embarque e desembarque de passageiros e cargas.Serão implantadas também áreas de descanso com bancos, árvores e painéis que garantirão o conforto de pedestres contra as altas temperaturas.
O representante do Banco no Brasil, Hugo Timoran, o especialista em Desenvolvimento Urbano do BID, Jason Hobbs, e o senador Pedro Chaves (PSC/MS). Com a assinatura do contrato, a prefeitura já pode iniciar processo de licitação.
Obras – O programa prevê a revitalização do Centro de Campo Grande, a partir do embutimento da fiação, ampliação das calçadas, criações de áreas de lazer e reordenamento do trânsito no entorno da Rua 14 de Julho.
O embutimento da fiação – passa a ser subterrânea – será o marco inicial das obras. A primeira etapa contemplará o trecho da Rua 14 de Julho entre a Rua 7 de setembro e a Avenida Mato Grosso.
Entre os principais pontos do projeto, está prevista a redução no tráfego de veículos para duas faixas e a retirada da circulação de ônibus pela rua, além do retorno do relógio histórico para a esquina da 14 com a Afonso Pena. A medida possibilitará ampliar as calçadas de 3 para 4,2 metros, com recuos para embarque e desembarque de passageiros e cargas.
Serão implantadas também áreas de descanso com bancos, árvores e painéis que garantirão o conforto de pedestres contra as altas temperaturas.
Campo Grande News
Nesta sexta-feira (12), o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), vai para Brasília assinar o contrato de financiamento de US$ 56 milhões, cerca de R$ 175 milhões, com o BID (Banco de Interamericano de Desenvolvimento) para obras do Reviva Centro.
Conforme a prefeitura, o documento será assinado no Conjunto F, Lote 39, Setor Embaixada Norte, Asa Norte, em Brasília. Também participam do evento o secretário de Governo e Relações Exteriores Antônio Cézar Lacerda e a diretora-executiva de Planejamento e Gestão Estratégica, Catiana Sabadin. A reunião será às 10 horas de Mato Grosso do Sul.
O representante do Banco no Brasil, Hugo Timoran, o especialista em Desenvolvimento Urbano do BID, Jason Hobbs, e o senador Pedro Chaves (PSC/MS). Com a assinatura do contrato, a prefeitura já pode iniciar processo de licitação.Obras – O programa prevê a revitalização do Centro de Campo Grande, a partir do embutimento da fiação, ampliação das calçadas, criações de áreas de lazer e reordenamento do trânsito no entorno da Rua 14 de Julho.O embutimento da fiação – passa a ser subterrânea – será o marco inicial das obras. A primeira etapa contemplará o trecho da Rua 14 de Julho entre a Rua 7 de setembro e a Avenida Mato Grosso.Entre os principais pontos do projeto, está prevista a redução no tráfego de veículos para duas faixas e a retirada da circulação de ônibus pela rua, além do retorno do relógio histórico para a esquina da 14 com a Afonso Pena. A medida possibilitará ampliar as calçadas de 3 para 4,2 metros, com recuos para embarque e desembarque de passageiros e cargas.Serão implantadas também áreas de descanso com bancos, árvores e painéis que garantirão o conforto de pedestres contra as altas temperaturas.
O representante do Banco no Brasil, Hugo Timoran, o especialista em Desenvolvimento Urbano do BID, Jason Hobbs, e o senador Pedro Chaves (PSC/MS). Com a assinatura do contrato, a prefeitura já pode iniciar processo de licitação.
Obras – O programa prevê a revitalização do Centro de Campo Grande, a partir do embutimento da fiação, ampliação das calçadas, criações de áreas de lazer e reordenamento do trânsito no entorno da Rua 14 de Julho.
O embutimento da fiação – passa a ser subterrânea – será o marco inicial das obras. A primeira etapa contemplará o trecho da Rua 14 de Julho entre a Rua 7 de setembro e a Avenida Mato Grosso.
Entre os principais pontos do projeto, está prevista a redução no tráfego de veículos para duas faixas e a retirada da circulação de ônibus pela rua, além do retorno do relógio histórico para a esquina da 14 com a Afonso Pena. A medida possibilitará ampliar as calçadas de 3 para 4,2 metros, com recuos para embarque e desembarque de passageiros e cargas.
Serão implantadas também áreas de descanso com bancos, árvores e painéis que garantirão o conforto de pedestres contra as altas temperaturas.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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