Preço do feijão sobe, mas cesta básica ficou R$ 6,50 mais barata em 2017
Preço do feijão sobe, mas cesta básica ficou R$ 6,50 mais barata em 2017

Preço do feijão sobe, mas cesta básica ficou R$ 6,50 mais barata em 2017

A cesta básica de Campo Grande ficou R$ 6,57 mais barata no primeiro semestre de 2017 e terminou junho custado R$ 386,68. As variações do período foram influenciadas principalmente pelo preço dos hortifrútis, segundo pesquisa do Dieese/MS (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos).
Depois de altas, pelo segundo mês consecutivo em junho a batata e o tomate ficaram mais baratos, 13,01% e 13,33%, respectivamente. Isso contribuiu para que a cesta de produtos ficasse 2,13% mais barata no mês, conforme o Dieese.Dos 13 itens pesquisados apenas dois tiveram alta nos preços. O feijão foi o mais expressivo que somou 20,90% de alta. Esse comportamento aconteceu em 24 capitais do país, devido a pequena oferta de grãos de qualidade.O leite teve aumento de 0,31% devido a entressafra, porém a manteiga ficou 3,91% mais barata no mês. Os demais produtos com queda no preço são: banana (-6,32%), arroz (-3,50%), açúcar (-2,24%), óleo (-1,79%), farinha (-1,77%), carne (-1,34%) e pão (-0,20%).Segundo o Dieese/MS, a estimativa é de que o salário mínimo necessário para atender uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3,727, quase quatro vezes maior que o atual de R$ 937.
Depois de altas, pelo segundo mês consecutivo em junho a batata e o tomate ficaram mais baratos, 13,01% e 13,33%, respectivamente. Isso contribuiu para que a cesta de produtos ficasse 2,13% mais barata no mês, conforme o Dieese.
Dos 13 itens pesquisados apenas dois tiveram alta nos preços. O feijão foi o mais expressivo que somou 20,90% de alta. Esse comportamento aconteceu em 24 capitais do país, devido a pequena oferta de grãos de qualidade.
O leite teve aumento de 0,31% devido a entressafra, porém a manteiga ficou 3,91% mais barata no mês. Os demais produtos com queda no preço são: banana (-6,32%), arroz (-3,50%), açúcar (-2,24%), óleo (-1,79%), farinha (-1,77%), carne (-1,34%) e pão (-0,20%).
Segundo o Dieese/MS, a estimativa é de que o salário mínimo necessário para atender uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3,727, quase quatro vezes maior que o atual de R$ 937.
Campo Grande News
A cesta básica de Campo Grande ficou R$ 6,57 mais barata no primeiro semestre de 2017 e terminou junho custado R$ 386,68. As variações do período foram influenciadas principalmente pelo preço dos hortifrútis, segundo pesquisa do Dieese/MS (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos).
Depois de altas, pelo segundo mês consecutivo em junho a batata e o tomate ficaram mais baratos, 13,01% e 13,33%, respectivamente. Isso contribuiu para que a cesta de produtos ficasse 2,13% mais barata no mês, conforme o Dieese.Dos 13 itens pesquisados apenas dois tiveram alta nos preços. O feijão foi o mais expressivo que somou 20,90% de alta. Esse comportamento aconteceu em 24 capitais do país, devido a pequena oferta de grãos de qualidade.O leite teve aumento de 0,31% devido a entressafra, porém a manteiga ficou 3,91% mais barata no mês. Os demais produtos com queda no preço são: banana (-6,32%), arroz (-3,50%), açúcar (-2,24%), óleo (-1,79%), farinha (-1,77%), carne (-1,34%) e pão (-0,20%).Segundo o Dieese/MS, a estimativa é de que o salário mínimo necessário para atender uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3,727, quase quatro vezes maior que o atual de R$ 937.
Depois de altas, pelo segundo mês consecutivo em junho a batata e o tomate ficaram mais baratos, 13,01% e 13,33%, respectivamente. Isso contribuiu para que a cesta de produtos ficasse 2,13% mais barata no mês, conforme o Dieese.
Dos 13 itens pesquisados apenas dois tiveram alta nos preços. O feijão foi o mais expressivo que somou 20,90% de alta. Esse comportamento aconteceu em 24 capitais do país, devido a pequena oferta de grãos de qualidade.
O leite teve aumento de 0,31% devido a entressafra, porém a manteiga ficou 3,91% mais barata no mês. Os demais produtos com queda no preço são: banana (-6,32%), arroz (-3,50%), açúcar (-2,24%), óleo (-1,79%), farinha (-1,77%), carne (-1,34%) e pão (-0,20%).
Segundo o Dieese/MS, a estimativa é de que o salário mínimo necessário para atender uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3,727, quase quatro vezes maior que o atual de R$ 937.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.