Preço da carne pode cair em MS com impacto de sobretaxa dos EUA, afirma vice-presidente do Sicadems
Preço da carne pode cair em MS com impacto de sobretaxa dos EUA, afirma vice-presidente do Sicadems

Preço da carne pode cair em MS com impacto de sobretaxa dos EUA, afirma vice-presidente do Sicadems

O preço da carne bovina pode ficar mais acessível no mercado interno de Mato Grosso do Sul nas próximas semanas. A previsão é do vice-presidente do Sicadems (Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados do Estado), Alberto Sérgio Capuci, diante do impacto da nova sobretaxa imposta pelos Estados Unidos às importações de carne brasileira.
Segundo Capuci, a medida anunciada pelo governo norte-americano, que pretende aplicar uma tarifa adicional de 50% sobre os produtos de origem brasileira, forçou frigoríficos sul-mato-grossenses a redirecionarem seus embarques antes mesmo da mudança entrar em vigor. Com mais carne no mercado doméstico, a tendência é de queda nos preços, tanto da proteína como do boi gordo.
Contudo, ele pondera que a redução nos preços não garante, necessariamente, um crescimento no consumo.
A sobretaxa, que eleva o imposto de importação dos EUA de 10% para até 60%, tornou a carne brasileira pouco competitiva naquele mercado. O quilo do produto nacional pode ficar até US$ 1,50 mais caro que o da carne norte-americana. Diante disso, frigoríficos como o Naturafrig, que opera em Rochedo, já estão buscando novos destinos para os produtos que seriam exportados aos EUA, como China, Chile e países do Oriente Médio.
Apesar da suspensão temporária das exportações para os Estados Unidos, as operações seguem em ritmo normal. Os frigoríficos credenciados para o mercado norte-americano realocaram suas equipes comerciais para evitar prejuízos e manter o escoamento da produção.
Dados da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) mostram que os EUA representam cerca de 10% das exportações sul-mato-grossenses, enquanto a China lidera com 47%. No primeiro semestre de 2025, Mato Grosso do Sul exportou US$ 315,5 milhões em carne bovina para os americanos, mesmo com uma queda no volume embarcado, compensada pela valorização do produto.
Agora, o setor aposta na ampliação das vendas para países asiáticos e europeus. O Brasil recentemente conquistou o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecimento internacional que deve facilitar o acesso a mercados mais exigentes, como Japão e União Europeia.
O Governo Federal também acompanha a situação. Um comitê foi criado para discutir possíveis medidas de reciprocidade, e o vice-presidente Geraldo Alckmin tem se reunido com representantes da indústria e do agronegócio para avaliar os efeitos da decisão dos Estados Unidos na economia nacional.
O preço da carne bovina pode ficar mais acessível no mercado interno de Mato Grosso do Sul nas próximas semanas. A previsão é do vice-presidente do Sicadems (Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados do Estado), Alberto Sérgio Capuci, diante do impacto da nova sobretaxa imposta pelos Estados Unidos às importações de carne brasileira.
Segundo Capuci, a medida anunciada pelo governo norte-americano, que pretende aplicar uma tarifa adicional de 50% sobre os produtos de origem brasileira, forçou frigoríficos sul-mato-grossenses a redirecionarem seus embarques antes mesmo da mudança entrar em vigor. Com mais carne no mercado doméstico, a tendência é de queda nos preços, tanto da proteína como do boi gordo.
Contudo, ele pondera que a redução nos preços não garante, necessariamente, um crescimento no consumo.
A sobretaxa, que eleva o imposto de importação dos EUA de 10% para até 60%, tornou a carne brasileira pouco competitiva naquele mercado. O quilo do produto nacional pode ficar até US$ 1,50 mais caro que o da carne norte-americana. Diante disso, frigoríficos como o Naturafrig, que opera em Rochedo, já estão buscando novos destinos para os produtos que seriam exportados aos EUA, como China, Chile e países do Oriente Médio.
Apesar da suspensão temporária das exportações para os Estados Unidos, as operações seguem em ritmo normal. Os frigoríficos credenciados para o mercado norte-americano realocaram suas equipes comerciais para evitar prejuízos e manter o escoamento da produção.
Dados da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) mostram que os EUA representam cerca de 10% das exportações sul-mato-grossenses, enquanto a China lidera com 47%. No primeiro semestre de 2025, Mato Grosso do Sul exportou US$ 315,5 milhões em carne bovina para os americanos, mesmo com uma queda no volume embarcado, compensada pela valorização do produto.
Agora, o setor aposta na ampliação das vendas para países asiáticos e europeus. O Brasil recentemente conquistou o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecimento internacional que deve facilitar o acesso a mercados mais exigentes, como Japão e União Europeia.
O Governo Federal também acompanha a situação. Um comitê foi criado para discutir possíveis medidas de reciprocidade, e o vice-presidente Geraldo Alckmin tem se reunido com representantes da indústria e do agronegócio para avaliar os efeitos da decisão dos Estados Unidos na economia nacional.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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