Praticantes da “Equoterapia Passo a Passo” participam de prova de tambor em Maracaju
Praticantes da “Equoterapia Passo a Passo” participam de prova de tambor em Maracaju

Praticantes da “Equoterapia Passo a Passo” participam de prova de tambor em Maracaju

Praticantes do Centro de Equoterapia Passo a Passo, em parceria com o Sindicato Rural de Maracaju, participaram da primeira prova de Tambor do Centro Hípico de Maracaju, na categoria Paratambor. O evento, organizado pela equipe do Centro Hípico, trouxe diversas categorias e provas, incluindo a modalidade adaptada para paratletas.
A participação dos praticantes da Equoterapia foi um destaque especial, reunindo Edmar Franco Arguelho, Gabriel Martins de Souza, Guilherme Brites Fernandes, Davi Rojas Comandante Teixeira e Iago Carvalho Barcelos, que realizaram a prova com entusiasmo e apoio da dedicada equipe de profissionais: o equitador Nilo, a psicóloga Isabella e o educador físico Edilson.
A categoria Paratambor, regulamentada pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), é uma modalidade direcionada a competidores com limitações físicas e/ou sensoriais, permitindo que esses atletas demonstrem sua habilidade e determinação no esporte. O nome “Paratambor” reflete a natureza inclusiva e adaptada dessa modalidade, que antes era conhecida apenas como “Três Tambores”.
A história de Guilherme Brites Fernandes
Entre os praticantes, a história de Guilherme Brites Fernandes, de 6 anos, chamou atenção. Diagnosticado com a Síndrome de Guillain-Barré aos quatro anos e 40 dias após uma vacina, Guilherme enfrentou uma dura batalha. A síndrome, que começa com perda de força nos pés e pode atingir todo o corpo, levou Guilherme a uma internação de dois meses, durante os quais os médicos informaram que ele seria “um milagre, caso voltasse a andar”. Com o apoio de sua família e o início das sessões de equoterapia, ele iniciou um processo de superação.
Quando Guilherme iniciou a equoterapia, ele não conseguia sentar, andar ou mover seus membros sem auxílio. Após o primeiro contato com o cavalo, os progressos começaram a aparecer: já na primeira aula, ele movimentou os dedos dos pés, surpreendendo a todos. “Foi um misto de choro e alegria de presenciar, com apenas 5 aulas de equoterapia ele começou a sentar sem ajuda”, disse a mãe de Guilherme. Cada aula trouxe novas conquistas, devolvendo-o a uma vida com mais autonomia e qualidade.
Para a mãe de Guilherme, a equoterapia representou um verdadeiro renascimento. “Através da equoterapia, pudemos ver a importância do acesso a essa prática e a evolução dos nossos filhos. Somos muito gratos à equipe, que faz a diferença na vida das crianças e adultos”, relata.
O Centro de Equoterapia Passo a Passo e o Sindicato Rural de Maracaju expressaram gratidão a toda equipe, familiares, praticantes e apoiadores do projeto, que se dedicam a melhorar a qualidade de vida dos participantes com diferentes necessidades. A participação na prova de Tambor foi uma celebração do esforço conjunto e uma oportunidade de mostrar a evolução dos praticantes.
Praticantes do Centro de Equoterapia Passo a Passo, em parceria com o Sindicato Rural de Maracaju, participaram da primeira prova de Tambor do Centro Hípico de Maracaju, na categoria Paratambor. O evento, organizado pela equipe do Centro Hípico, trouxe diversas categorias e provas, incluindo a modalidade adaptada para paratletas.
A participação dos praticantes da Equoterapia foi um destaque especial, reunindo Edmar Franco Arguelho, Gabriel Martins de Souza, Guilherme Brites Fernandes, Davi Rojas Comandante Teixeira e Iago Carvalho Barcelos, que realizaram a prova com entusiasmo e apoio da dedicada equipe de profissionais: o equitador Nilo, a psicóloga Isabella e o educador físico Edilson.
A categoria Paratambor, regulamentada pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), é uma modalidade direcionada a competidores com limitações físicas e/ou sensoriais, permitindo que esses atletas demonstrem sua habilidade e determinação no esporte. O nome “Paratambor” reflete a natureza inclusiva e adaptada dessa modalidade, que antes era conhecida apenas como “Três Tambores”.
A história de Guilherme Brites Fernandes
Entre os praticantes, a história de Guilherme Brites Fernandes, de 6 anos, chamou atenção. Diagnosticado com a Síndrome de Guillain-Barré aos quatro anos e 40 dias após uma vacina, Guilherme enfrentou uma dura batalha. A síndrome, que começa com perda de força nos pés e pode atingir todo o corpo, levou Guilherme a uma internação de dois meses, durante os quais os médicos informaram que ele seria “um milagre, caso voltasse a andar”. Com o apoio de sua família e o início das sessões de equoterapia, ele iniciou um processo de superação.
Quando Guilherme iniciou a equoterapia, ele não conseguia sentar, andar ou mover seus membros sem auxílio. Após o primeiro contato com o cavalo, os progressos começaram a aparecer: já na primeira aula, ele movimentou os dedos dos pés, surpreendendo a todos. “Foi um misto de choro e alegria de presenciar, com apenas 5 aulas de equoterapia ele começou a sentar sem ajuda”, disse a mãe de Guilherme. Cada aula trouxe novas conquistas, devolvendo-o a uma vida com mais autonomia e qualidade.
Para a mãe de Guilherme, a equoterapia representou um verdadeiro renascimento. “Através da equoterapia, pudemos ver a importância do acesso a essa prática e a evolução dos nossos filhos. Somos muito gratos à equipe, que faz a diferença na vida das crianças e adultos”, relata.
O Centro de Equoterapia Passo a Passo e o Sindicato Rural de Maracaju expressaram gratidão a toda equipe, familiares, praticantes e apoiadores do projeto, que se dedicam a melhorar a qualidade de vida dos participantes com diferentes necessidades. A participação na prova de Tambor foi uma celebração do esforço conjunto e uma oportunidade de mostrar a evolução dos praticantes.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.