População tenta saquear carne de animais que morreram em acidente
População tenta saquear carne de animais que morreram em acidente

População tenta saquear carne de animais que morreram em acidente

Após um boato se espalhar de que a carne dos animais que morreram após um caminhão tombar na BR-262 seria doada, moradores se armaram com facas, pegaram bacias e panelas e foram até o local do acidente tentando carnear os animais, mas foram impedidos pela PRF (Polícia Rodoviária Federal). O caso aconteceu ontem (28), em Três Lagoas, distante 338 km de Campo Grande.
O acidente aconteceu no fim da manhã de ontem. O caminhão que saiu de Santarém, no Pará, viajou por quase 2,5 mil quilômetros, quando em Três Lagoas, colidiu em um carro VW Space Fox e tombou. A carga de bovinos seria entregue em Araçatuba.Com o acidente, alguns animais morreram. Segundo informações do site Perfil News, a carga de animais começou a ser retirada por volta de 14h e um boato de que os bovinos mortos seriam carneados, moradores do bairro em volta de onde o acidente aconteceu, se armaram com facas, pegaram bacias e panelas e foram ao local.No entanto, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que a ação não seria permitida no local, por conta da sanidade e apenas o dono dos bovinos poderia liberar a doação da carne.O proprietário dos animais que preferiu não revelar o nome, estava muito nervoso com a situação e disse não saber quantos animais haviam morrido com o acidente. Ele informou ainda que retiraria os animais vivos e doaria os mortos à população, mas apenas depois de retirar o caminhão e o gado do local. Nenhum animal foi carneado onde o acidente aconteceu.Os trabalhos de remoção da carreta demoraram um dia inteiro. Uma espécie de cercado foi montado em volta do caminhão para evitar a fuga dos animais. Além disso, para liberá-los das grades do compartimento de cargas, as ferragens foram cortadas com um maçarico.
O acidente aconteceu no fim da manhã de ontem. O caminhão que saiu de Santarém, no Pará, viajou por quase 2,5 mil quilômetros, quando em Três Lagoas, colidiu em um carro VW Space Fox e tombou. A carga de bovinos seria entregue em Araçatuba.
Com o acidente, alguns animais morreram. Segundo informações do site Perfil News, a carga de animais começou a ser retirada por volta de 14h e um boato de que os bovinos mortos seriam carneados, moradores do bairro em volta de onde o acidente aconteceu, se armaram com facas, pegaram bacias e panelas e foram ao local.
No entanto, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que a ação não seria permitida no local, por conta da sanidade e apenas o dono dos bovinos poderia liberar a doação da carne.
O proprietário dos animais que preferiu não revelar o nome, estava muito nervoso com a situação e disse não saber quantos animais haviam morrido com o acidente. Ele informou ainda que retiraria os animais vivos e doaria os mortos à população, mas apenas depois de retirar o caminhão e o gado do local. Nenhum animal foi carneado onde o acidente aconteceu.
Os trabalhos de remoção da carreta demoraram um dia inteiro. Uma espécie de cercado foi montado em volta do caminhão para evitar a fuga dos animais. Além disso, para liberá-los das grades do compartimento de cargas, as ferragens foram cortadas com um maçarico.
Campo Grande News
Após um boato se espalhar de que a carne dos animais que morreram após um caminhão tombar na BR-262 seria doada, moradores se armaram com facas, pegaram bacias e panelas e foram até o local do acidente tentando carnear os animais, mas foram impedidos pela PRF (Polícia Rodoviária Federal). O caso aconteceu ontem (28), em Três Lagoas, distante 338 km de Campo Grande.
O acidente aconteceu no fim da manhã de ontem. O caminhão que saiu de Santarém, no Pará, viajou por quase 2,5 mil quilômetros, quando em Três Lagoas, colidiu em um carro VW Space Fox e tombou. A carga de bovinos seria entregue em Araçatuba.Com o acidente, alguns animais morreram. Segundo informações do site Perfil News, a carga de animais começou a ser retirada por volta de 14h e um boato de que os bovinos mortos seriam carneados, moradores do bairro em volta de onde o acidente aconteceu, se armaram com facas, pegaram bacias e panelas e foram ao local.No entanto, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que a ação não seria permitida no local, por conta da sanidade e apenas o dono dos bovinos poderia liberar a doação da carne.O proprietário dos animais que preferiu não revelar o nome, estava muito nervoso com a situação e disse não saber quantos animais haviam morrido com o acidente. Ele informou ainda que retiraria os animais vivos e doaria os mortos à população, mas apenas depois de retirar o caminhão e o gado do local. Nenhum animal foi carneado onde o acidente aconteceu.Os trabalhos de remoção da carreta demoraram um dia inteiro. Uma espécie de cercado foi montado em volta do caminhão para evitar a fuga dos animais. Além disso, para liberá-los das grades do compartimento de cargas, as ferragens foram cortadas com um maçarico.
O acidente aconteceu no fim da manhã de ontem. O caminhão que saiu de Santarém, no Pará, viajou por quase 2,5 mil quilômetros, quando em Três Lagoas, colidiu em um carro VW Space Fox e tombou. A carga de bovinos seria entregue em Araçatuba.
Com o acidente, alguns animais morreram. Segundo informações do site Perfil News, a carga de animais começou a ser retirada por volta de 14h e um boato de que os bovinos mortos seriam carneados, moradores do bairro em volta de onde o acidente aconteceu, se armaram com facas, pegaram bacias e panelas e foram ao local.
No entanto, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que a ação não seria permitida no local, por conta da sanidade e apenas o dono dos bovinos poderia liberar a doação da carne.
O proprietário dos animais que preferiu não revelar o nome, estava muito nervoso com a situação e disse não saber quantos animais haviam morrido com o acidente. Ele informou ainda que retiraria os animais vivos e doaria os mortos à população, mas apenas depois de retirar o caminhão e o gado do local. Nenhum animal foi carneado onde o acidente aconteceu.
Os trabalhos de remoção da carreta demoraram um dia inteiro. Uma espécie de cercado foi montado em volta do caminhão para evitar a fuga dos animais. Além disso, para liberá-los das grades do compartimento de cargas, as ferragens foram cortadas com um maçarico.

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