Policiais foram recebidos a garrafadas, diz PM sobre confusão em fim de festa
Policiais foram recebidos a garrafadas, diz PM sobre confusão em fim de festa

Policiais foram recebidos a garrafadas, diz PM sobre confusão em fim de festa

A Polícia Militar alega que utilizou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os foliões da Esplanada Ferroviária, na região central de Campo Grande, após alguns homens mais exaltados, e provavelmente alcoolizados, atirarem garrafas e latas contras as equipes, durante a madrugada desta quarta-feira (1).
“Conforme estava planejado, era necessário liberar as ruas após o horário previsto. Mas um grupo além de não respeitar o cordão de isolamento feito, ainda atentou contra os policiais com garrafas e latas”, disse o tenente-coronel Marcos Poletti, comandante do Batalhão de Choque.
No relato dos policiais, parte do grupo de 20 mil pessoas que circulavam pela Esplanada Ferroviária insistiram em ligar novamente o som e não queria deixar o espaço, dando início ao confronto. “A ação foi rápida”, disse Poletti.
Apesar da corporação ainda não confirmar, imagens que circulam na internet mostram viaturas da PM danificadas e policiais com pequenos cortes. A expectativa é que haja manifestação até o fim do dia sobre o caso por parte do comando-geral, durante divulgação do balanço de ocorrências registradas na capital durante os dias da festa.
Três pessoas que não tiveram a identidade revelada foram presas por desacato e desobediência e conduzidas à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da região central. Segundo a Polícia Civil, elas assinaram um Termo Circunstanciado e foram liberados.
Uma jovem, que pediu para não ser identificada, contou que chegou a ser anunciado que a festa tinha acabado, mas que em seguida o som foi ligado novamente. “Ocorreram várias brigas simultaneamente na hora”, lamentou.
Campo Grande News
A Polícia Militar alega que utilizou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os foliões da Esplanada Ferroviária, na região central de Campo Grande, após alguns homens mais exaltados, e provavelmente alcoolizados, atirarem garrafas e latas contras as equipes, durante a madrugada desta quarta-feira (1).
“Conforme estava planejado, era necessário liberar as ruas após o horário previsto. Mas um grupo além de não respeitar o cordão de isolamento feito, ainda atentou contra os policiais com garrafas e latas”, disse o tenente-coronel Marcos Poletti, comandante do Batalhão de Choque.
No relato dos policiais, parte do grupo de 20 mil pessoas que circulavam pela Esplanada Ferroviária insistiram em ligar novamente o som e não queria deixar o espaço, dando início ao confronto. “A ação foi rápida”, disse Poletti.
Apesar da corporação ainda não confirmar, imagens que circulam na internet mostram viaturas da PM danificadas e policiais com pequenos cortes. A expectativa é que haja manifestação até o fim do dia sobre o caso por parte do comando-geral, durante divulgação do balanço de ocorrências registradas na capital durante os dias da festa.
Três pessoas que não tiveram a identidade revelada foram presas por desacato e desobediência e conduzidas à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da região central. Segundo a Polícia Civil, elas assinaram um Termo Circunstanciado e foram liberados.
Uma jovem, que pediu para não ser identificada, contou que chegou a ser anunciado que a festa tinha acabado, mas que em seguida o som foi ligado novamente. “Ocorreram várias brigas simultaneamente na hora”, lamentou.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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