Polícia Civil e DAM recuperam criança de um ano raptada em Maracaju
Polícia Civil e DAM recuperam criança de um ano raptada em Maracaju

Polícia Civil e DAM recuperam criança de um ano raptada em Maracaju

A Polícia Civil de Maracaju, em conjunto com a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Ponta Porã, recuperou uma criança de um ano. Ela havia sido raptada no dia 03 de maio, no Bairro Cambaraí, em Maracaju.
De acordo com as investigações, a autora da subtração é a mãe biológica da criança, e raptou o filho após comparecer à casa da tia, que é detentora da guarda, dizendo que queria apenas ver seu filho e que caso não conseguisse, iria se matar.
Comovida com a situação, a detentora da guarda permitiu que a autora visse o filho, ela deixou a mulher com a criança para comprar fraldas para o menor, ao retornar, percebeu que a autora tinha raptado a criança e fugido. O menor possuía medida protetiva de urgência em desfavor da mãe biológica, razão pela qual impediria que a genitora se aproximasse dele.
A Polícia Civil de Maracaju iniciou as investigações em busca do menor raptado, e descobriu que, possivelmente, a autora teria fugido para Ponta Porã. Então, a Unidade Policial de Maracaju entrou em contato com a DAM de Ponta Porã, ocasião em que repassou todas as informações, inclusive o possível paradeiro do menor.
Neste domingo (07), os policiais da DAM de Ponta Porã, conseguiram localizar a criança, acompanhado de sua mãe biológica. Após constatarem a identidade dos envolvidos, foram então encaminhados para a Unidade Policial de Ponta Porã para que fossem tomadas as providências de praxe.
No local, a mãe biológica da criança, H.S.S.A de 22 anos, recebeu voz de prisão em flagrante pelos delitos de Subtração de Incapaz (artigo 249 do Código Penal) e Descumprimento de Decisão Judicial que Defere Medidas Protetivas de Urgência (artigo 25 da Lei Federal 14.344/2022).
Os policiais entraram em contato com a detentora da guarda, a fim de realizarem a devolução do menor. O caso segue em investigação e, após concluído, será remetido ao Poder Judiciário.
A Polícia Civil de Maracaju, em conjunto com a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Ponta Porã, recuperou uma criança de um ano. Ela havia sido raptada no dia 03 de maio, no Bairro Cambaraí, em Maracaju.
De acordo com as investigações, a autora da subtração é a mãe biológica da criança, e raptou o filho após comparecer à casa da tia, que é detentora da guarda, dizendo que queria apenas ver seu filho e que caso não conseguisse, iria se matar.
Comovida com a situação, a detentora da guarda permitiu que a autora visse o filho, ela deixou a mulher com a criança para comprar fraldas para o menor, ao retornar, percebeu que a autora tinha raptado a criança e fugido. O menor possuía medida protetiva de urgência em desfavor da mãe biológica, razão pela qual impediria que a genitora se aproximasse dele.
A Polícia Civil de Maracaju iniciou as investigações em busca do menor raptado, e descobriu que, possivelmente, a autora teria fugido para Ponta Porã. Então, a Unidade Policial de Maracaju entrou em contato com a DAM de Ponta Porã, ocasião em que repassou todas as informações, inclusive o possível paradeiro do menor.
Neste domingo (07), os policiais da DAM de Ponta Porã, conseguiram localizar a criança, acompanhado de sua mãe biológica. Após constatarem a identidade dos envolvidos, foram então encaminhados para a Unidade Policial de Ponta Porã para que fossem tomadas as providências de praxe.
No local, a mãe biológica da criança, H.S.S.A de 22 anos, recebeu voz de prisão em flagrante pelos delitos de Subtração de Incapaz (artigo 249 do Código Penal) e Descumprimento de Decisão Judicial que Defere Medidas Protetivas de Urgência (artigo 25 da Lei Federal 14.344/2022).
Os policiais entraram em contato com a detentora da guarda, a fim de realizarem a devolução do menor. O caso segue em investigação e, após concluído, será remetido ao Poder Judiciário.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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