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PF investiga desvio de R$ 3 milhões do crédito fundiário em assentamento

PF investiga desvio de R$ 3 milhões do crédito fundiário em assentamento

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PF investiga desvio de R$ 3 milhões do crédito fundiário em assentamento

Agentes da delegacia da Polícia Federal em Naviraí deflagraram hoje (14) a Operação Conquista no município de Tacuru, a 427 km de Campo Grande, para investigar desvio de R$ 3 milhões do Programa Nacional de Crédito Fundiário. Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão e de quatro mandados de condução coercitiva, sendo três em Tacuru e um na Capital.

De acordo com a PF, os desvios envolvem recursos destinados ao financiamento de projetos das Associações de Trabalhadores Rurais do Assentamento Conquista, localizado em Tacuru.

Além dos mandados de busca e de condução para depoimento, a Polícia Federal cumpre ordem judicial para bloqueio de valores dos investigados através do sistema do Banco Central.

De acordo com a assessoria da PF, as investigações revelaram que os responsáveis pela fraude figuraram indevidamente como gestores dos recursos destinados às associações Conquista I e Conquista II. Os presidentes das entidades atuavam apenas como “laranjas”.

“Em síntese, os recursos que deveriam ser destinados às associações acabaram por ser recebidos e desviados pelos investigados que, através de uma série de fraudes documentais, simularam a realização de cotação de preços e o emprego das verbas recebidas”, afirma a PF.

O valor total destinado às associações foi superior a R$ 3 milhões e, segundo levantamento feito pelos policiais federais, apenas pequena parte dos serviços foi efetivamente prestada, “gerando significativa evolução patrimonial aos investigados nos últimos anos”.

Campo Grande News 

Agentes da delegacia da Polícia Federal em Naviraí deflagraram hoje (14) a Operação Conquista no município de Tacuru, a 427 km de Campo Grande, para investigar desvio de R$ 3 milhões do Programa Nacional de Crédito Fundiário. Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão e de quatro mandados de condução coercitiva, sendo três em Tacuru e um na Capital.

De acordo com a PF, os desvios envolvem recursos destinados ao financiamento de projetos das Associações de Trabalhadores Rurais do Assentamento Conquista, localizado em Tacuru.

Além dos mandados de busca e de condução para depoimento, a Polícia Federal cumpre ordem judicial para bloqueio de valores dos investigados através do sistema do Banco Central.

De acordo com a assessoria da PF, as investigações revelaram que os responsáveis pela fraude figuraram indevidamente como gestores dos recursos destinados às associações Conquista I e Conquista II. Os presidentes das entidades atuavam apenas como “laranjas”.

“Em síntese, os recursos que deveriam ser destinados às associações acabaram por ser recebidos e desviados pelos investigados que, através de uma série de fraudes documentais, simularam a realização de cotação de preços e o emprego das verbas recebidas”, afirma a PF.

O valor total destinado às associações foi superior a R$ 3 milhões e, segundo levantamento feito pelos policiais federais, apenas pequena parte dos serviços foi efetivamente prestada, “gerando significativa evolução patrimonial aos investigados nos últimos anos”.

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