Noticidade
Geral

‘Pedido está em análise’, diz agência sobre livrar empresa de duplicação

‘Pedido está em análise’, diz agência sobre livrar empresa de duplicação

Publicada em
Atualizada em
‘Pedido está em análise’, diz agência sobre livrar empresa de duplicação

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), responsável por monitorar as privatizações das rodovias federais, não vai se manifestar antecipadamente sobre o pedido CCR MSVia, que tenta se livrar da obrigação de duplicar quase toda a BR-163 até 2020. O órgão informou apenas que o resultado da revisão contratual será publicado no DOU (Diário Oficial da União).

A agência explicou, via assessoria de imprensa, que “revisões extraordinárias, como no caso da CCR MSVia, podem ocorrer a qualquer tempo” para corrigir qualquer desequilíbrio no contrato, como os que estão sendo reportados pela concessionária.A ANTT disse ainda que técnicos estão analisando o pedido da empresa que atua em Mato Grosso do Sul, mas não deu prazo para o trabalho terminar. “Por este motivo, não temos como antecipar mais informações”, completou a nota enviada pela assessoria de comunicação.Revisão – Em entrevista coletiva dada à imprensa na manhã desta quinta-feira (12), o presidente da CCR MSVia, Roberto Calixto, anunciou o pedido de revisão contratual e disse que o principal ponto é que não haja mais prazo para que a empresa conclua os 806 km de duplicação da BR-163 no Estado.O contrato do governo federal com a empresa, assinado em março de 2014, exige que as obras estejam terminadas até o quinto ano da concessão, ou seja, 2020. “Vamos propor que até entre o ano 10 e 15 da concessão, sejam duplicados 400 km”, afirmou o presidente.Crise no país – A empresa alega que desde a assinatura do contrato as condições econômicas do país mudaram, as taxa de juros subiram de 5% para 7,5% no período e em 2013 quando as projeções foram feitas o Brasil não passava pelas dificuldades, que iniciaram em 2014.A CCR cogita rescindir o contrato caso não tenha o prazo ampliado, mesmo sob pena de multa, mas não detalha valores, estimados em milhões.

A agência explicou, via assessoria de imprensa, que “revisões extraordinárias, como no caso da CCR MSVia, podem ocorrer a qualquer tempo” para corrigir qualquer desequilíbrio no contrato, como os que estão sendo reportados pela concessionária.

A ANTT disse ainda que técnicos estão analisando o pedido da empresa que atua em Mato Grosso do Sul, mas não deu prazo para o trabalho terminar. “Por este motivo, não temos como antecipar mais informações”, completou a nota enviada pela assessoria de comunicação.

Revisão – Em entrevista coletiva dada à imprensa na manhã desta quinta-feira (12), o presidente da CCR MSVia, Roberto Calixto, anunciou o pedido de revisão contratual e disse que o principal ponto é que não haja mais prazo para que a empresa conclua os 806 km de duplicação da BR-163 no Estado.

O contrato do governo federal com a empresa, assinado em março de 2014, exige que as obras estejam terminadas até o quinto ano da concessão, ou seja, 2020. “Vamos propor que até entre o ano 10 e 15 da concessão, sejam duplicados 400 km”, afirmou o presidente.

Crise no país – A empresa alega que desde a assinatura do contrato as condições econômicas do país mudaram, as taxa de juros subiram de 5% para 7,5% no período e em 2013 quando as projeções foram feitas o Brasil não passava pelas dificuldades, que iniciaram em 2014.

A CCR cogita rescindir o contrato caso não tenha o prazo ampliado, mesmo sob pena de multa, mas não detalha valores, estimados em milhões.

Campo Grande News

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), responsável por monitorar as privatizações das rodovias federais, não vai se manifestar antecipadamente sobre o pedido CCR MSVia, que tenta se livrar da obrigação de duplicar quase toda a BR-163 até 2020. O órgão informou apenas que o resultado da revisão contratual será publicado no DOU (Diário Oficial da União).

A agência explicou, via assessoria de imprensa, que “revisões extraordinárias, como no caso da CCR MSVia, podem ocorrer a qualquer tempo” para corrigir qualquer desequilíbrio no contrato, como os que estão sendo reportados pela concessionária.A ANTT disse ainda que técnicos estão analisando o pedido da empresa que atua em Mato Grosso do Sul, mas não deu prazo para o trabalho terminar. “Por este motivo, não temos como antecipar mais informações”, completou a nota enviada pela assessoria de comunicação.Revisão – Em entrevista coletiva dada à imprensa na manhã desta quinta-feira (12), o presidente da CCR MSVia, Roberto Calixto, anunciou o pedido de revisão contratual e disse que o principal ponto é que não haja mais prazo para que a empresa conclua os 806 km de duplicação da BR-163 no Estado.O contrato do governo federal com a empresa, assinado em março de 2014, exige que as obras estejam terminadas até o quinto ano da concessão, ou seja, 2020. “Vamos propor que até entre o ano 10 e 15 da concessão, sejam duplicados 400 km”, afirmou o presidente.Crise no país – A empresa alega que desde a assinatura do contrato as condições econômicas do país mudaram, as taxa de juros subiram de 5% para 7,5% no período e em 2013 quando as projeções foram feitas o Brasil não passava pelas dificuldades, que iniciaram em 2014.A CCR cogita rescindir o contrato caso não tenha o prazo ampliado, mesmo sob pena de multa, mas não detalha valores, estimados em milhões.

A agência explicou, via assessoria de imprensa, que “revisões extraordinárias, como no caso da CCR MSVia, podem ocorrer a qualquer tempo” para corrigir qualquer desequilíbrio no contrato, como os que estão sendo reportados pela concessionária.

A ANTT disse ainda que técnicos estão analisando o pedido da empresa que atua em Mato Grosso do Sul, mas não deu prazo para o trabalho terminar. “Por este motivo, não temos como antecipar mais informações”, completou a nota enviada pela assessoria de comunicação.

Revisão – Em entrevista coletiva dada à imprensa na manhã desta quinta-feira (12), o presidente da CCR MSVia, Roberto Calixto, anunciou o pedido de revisão contratual e disse que o principal ponto é que não haja mais prazo para que a empresa conclua os 806 km de duplicação da BR-163 no Estado.

O contrato do governo federal com a empresa, assinado em março de 2014, exige que as obras estejam terminadas até o quinto ano da concessão, ou seja, 2020. “Vamos propor que até entre o ano 10 e 15 da concessão, sejam duplicados 400 km”, afirmou o presidente.

Crise no país – A empresa alega que desde a assinatura do contrato as condições econômicas do país mudaram, as taxa de juros subiram de 5% para 7,5% no período e em 2013 quando as projeções foram feitas o Brasil não passava pelas dificuldades, que iniciaram em 2014.

A CCR cogita rescindir o contrato caso não tenha o prazo ampliado, mesmo sob pena de multa, mas não detalha valores, estimados em milhões.

Compartilhar:

Notícias Relacionadas