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‘PCC não me derrubou porque eu pedi para sair’, diz Stropa após exoneração

‘PCC não me derrubou porque eu pedi para sair’, diz Stropa após exoneração

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‘PCC não me derrubou porque eu pedi para sair’, diz Stropa após exoneração

Um dia após entregar a carta de exoneração ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o diretor-presidente da Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul) participou da formatura dos 435 novos agentes nesta quarta-feira (1º) e negou ter saído por pressão.

Questionado se teria sido derrubado do cargo pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), o ex-diretor disse apenas que “o PCC não me derrubou porque eu pedi para sair”. Apesar de ter apresentado a exoneração, Stropa segue até o próximo dia 10 no cargo, até que seja definido um novo nome.Os rumores de que o diretor não permaneceria no cargo começaram após a deflagração das Operações Xadrez e Girve serem deflagradas. A suspeita é de que o sistema penitenciário estaria facilitando a vida de presos ligados ao PCC, permitindo a entrada de drogas nas unidades. Em troca, eles recebiam dinheiro da facção.Sem pressa em substituir o diretor-presidente, demonstrando cautela na escolha do sucessor, Reinaldo afirmou que Stropa tomou uma atitude madura e equilibrada ao solicitar a exoneração. “Mostra principalmente a preocupação dele em que não tenha nenhum tipo de interferência nas investigações. Se tem uma denúncia, que se investigue e se apure e que principalmente quem cometeu algo errado que seja punido. Essa é uma tônica que serve para todo serviço público nacional e estadual”, comentou.Reinaldo afirmou que analisa em conjunto com os responsáveis pela segurança pública um nome para substituir o diretor-presidente e que o novo deverá ser apresentado até o fim da próxima semana.CartaNa carta entregue nesta terça, Stropa afirma “ter a mais absoluta convicção de que todos os seus atos foram revestidos da mais perfeita legalidade e a certeza de que prestou um bom trabalho à frente da instituição neste delicado momento pelo qual passa o sistema penitenciário nacional e estadual, plantando sementes e sonhos que, no tempo de Deus, produzirão bons frutos e trarão melhorias aos servidores e aos índices de ressocialização dos encarcerados que estão nas unidades espalhadas por dezoito municípios de Mato Grosso do Sul”.Como suas férias já estavam programadas para o próximo dia 14, Stropa colocou-se à disposição para permanecer em suas funções até o dia 10 próximo, sexta-feira, caso, antes, não seja indicado um novo nome para assumir o cargo interina ou definitivamente.

Questionado se teria sido derrubado do cargo pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), o ex-diretor disse apenas que “o PCC não me derrubou porque eu pedi para sair”. Apesar de ter apresentado a exoneração, Stropa segue até o próximo dia 10 no cargo, até que seja definido um novo nome.

Os rumores de que o diretor não permaneceria no cargo começaram após a deflagração das Operações Xadrez e Girve serem deflagradas. A suspeita é de que o sistema penitenciário estaria facilitando a vida de presos ligados ao PCC, permitindo a entrada de drogas nas unidades. Em troca, eles recebiam dinheiro da facção.

Sem pressa em substituir o diretor-presidente, demonstrando cautela na escolha do sucessor, Reinaldo afirmou que Stropa tomou uma atitude madura e equilibrada ao solicitar a exoneração. “Mostra principalmente a preocupação dele em que não tenha nenhum tipo de interferência nas investigações. Se tem uma denúncia, que se investigue e se apure e que principalmente quem cometeu algo errado que seja punido. Essa é uma tônica que serve para todo serviço público nacional e estadual”, comentou.

Reinaldo afirmou que analisa em conjunto com os responsáveis pela segurança pública um nome para substituir o diretor-presidente e que o novo deverá ser apresentado até o fim da próxima semana.

Carta

Na carta entregue nesta terça, Stropa afirma “ter a mais absoluta convicção de que todos os seus atos foram revestidos da mais perfeita legalidade e a certeza de que prestou um bom trabalho à frente da instituição neste delicado momento pelo qual passa o sistema penitenciário nacional e estadual, plantando sementes e sonhos que, no tempo de Deus, produzirão bons frutos e trarão melhorias aos servidores e aos índices de ressocialização dos encarcerados que estão nas unidades espalhadas por dezoito municípios de Mato Grosso do Sul”.

Como suas férias já estavam programadas para o próximo dia 14, Stropa colocou-se à disposição para permanecer em suas funções até o dia 10 próximo, sexta-feira, caso, antes, não seja indicado um novo nome para assumir o cargo interina ou definitivamente.

Midiamax

Um dia após entregar a carta de exoneração ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o diretor-presidente da Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul) participou da formatura dos 435 novos agentes nesta quarta-feira (1º) e negou ter saído por pressão.

Questionado se teria sido derrubado do cargo pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), o ex-diretor disse apenas que “o PCC não me derrubou porque eu pedi para sair”. Apesar de ter apresentado a exoneração, Stropa segue até o próximo dia 10 no cargo, até que seja definido um novo nome.Os rumores de que o diretor não permaneceria no cargo começaram após a deflagração das Operações Xadrez e Girve serem deflagradas. A suspeita é de que o sistema penitenciário estaria facilitando a vida de presos ligados ao PCC, permitindo a entrada de drogas nas unidades. Em troca, eles recebiam dinheiro da facção.Sem pressa em substituir o diretor-presidente, demonstrando cautela na escolha do sucessor, Reinaldo afirmou que Stropa tomou uma atitude madura e equilibrada ao solicitar a exoneração. “Mostra principalmente a preocupação dele em que não tenha nenhum tipo de interferência nas investigações. Se tem uma denúncia, que se investigue e se apure e que principalmente quem cometeu algo errado que seja punido. Essa é uma tônica que serve para todo serviço público nacional e estadual”, comentou.Reinaldo afirmou que analisa em conjunto com os responsáveis pela segurança pública um nome para substituir o diretor-presidente e que o novo deverá ser apresentado até o fim da próxima semana.CartaNa carta entregue nesta terça, Stropa afirma “ter a mais absoluta convicção de que todos os seus atos foram revestidos da mais perfeita legalidade e a certeza de que prestou um bom trabalho à frente da instituição neste delicado momento pelo qual passa o sistema penitenciário nacional e estadual, plantando sementes e sonhos que, no tempo de Deus, produzirão bons frutos e trarão melhorias aos servidores e aos índices de ressocialização dos encarcerados que estão nas unidades espalhadas por dezoito municípios de Mato Grosso do Sul”.Como suas férias já estavam programadas para o próximo dia 14, Stropa colocou-se à disposição para permanecer em suas funções até o dia 10 próximo, sexta-feira, caso, antes, não seja indicado um novo nome para assumir o cargo interina ou definitivamente.

Questionado se teria sido derrubado do cargo pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), o ex-diretor disse apenas que “o PCC não me derrubou porque eu pedi para sair”. Apesar de ter apresentado a exoneração, Stropa segue até o próximo dia 10 no cargo, até que seja definido um novo nome.

Os rumores de que o diretor não permaneceria no cargo começaram após a deflagração das Operações Xadrez e Girve serem deflagradas. A suspeita é de que o sistema penitenciário estaria facilitando a vida de presos ligados ao PCC, permitindo a entrada de drogas nas unidades. Em troca, eles recebiam dinheiro da facção.

Sem pressa em substituir o diretor-presidente, demonstrando cautela na escolha do sucessor, Reinaldo afirmou que Stropa tomou uma atitude madura e equilibrada ao solicitar a exoneração. “Mostra principalmente a preocupação dele em que não tenha nenhum tipo de interferência nas investigações. Se tem uma denúncia, que se investigue e se apure e que principalmente quem cometeu algo errado que seja punido. Essa é uma tônica que serve para todo serviço público nacional e estadual”, comentou.

Reinaldo afirmou que analisa em conjunto com os responsáveis pela segurança pública um nome para substituir o diretor-presidente e que o novo deverá ser apresentado até o fim da próxima semana.

Na carta entregue nesta terça, Stropa afirma “ter a mais absoluta convicção de que todos os seus atos foram revestidos da mais perfeita legalidade e a certeza de que prestou um bom trabalho à frente da instituição neste delicado momento pelo qual passa o sistema penitenciário nacional e estadual, plantando sementes e sonhos que, no tempo de Deus, produzirão bons frutos e trarão melhorias aos servidores e aos índices de ressocialização dos encarcerados que estão nas unidades espalhadas por dezoito municípios de Mato Grosso do Sul”.

Como suas férias já estavam programadas para o próximo dia 14, Stropa colocou-se à disposição para permanecer em suas funções até o dia 10 próximo, sexta-feira, caso, antes, não seja indicado um novo nome para assumir o cargo interina ou definitivamente.

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