Para cumprir reajuste de professores, prefeitura terá que fazer cortes na folha, diz controladoria
Para cumprir reajuste de professores, prefeitura terá que fazer cortes na folha, diz controladoria

Para cumprir reajuste de professores, prefeitura terá que fazer cortes na folha, diz controladoria

Por recomendação da Controladoria Geral do Município, a Prefeitura de Sidrolândia terá que cortar em pelo menos 7,79% a folha de pagamento do funcionalismo para pagar o reajuste salarial 14,95% concedido aos professores da rede municipal retroativo a 1⁰ de março, outro benefício é o piso nacional dos enfermeiros e os 5,65% que serão concedidos em maio ao conjunto do funcionalismo.
De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura, estes cortes são necessários para a gestão municipal voltar ao limite prudencial de gastos com pessoal, de 51,30% da receita líquida, fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Sem o ajuste, a prefeita Vanda Camilo corre o risco de responder por crime de improbidade administrativa, ficar inelegível, além de inviabilizar a concessão de novos reajustes salariais ao funcionalismo e ameaçar repasses de verbas estaduais e federais.
De acordo com os dados levantados pela Controladoria, o reajuste do magistério, determinado pelo Ministério da Educação para atualizar o piso nacional da categoria, vai ter um custo mensal R$ 743.194,40. O aumento vai elevar em R$ 6.688.749,60 os gastos com o equivalente a 54,97% da receita liquida, projetada em R$ 311.520.000,00.
Por enquanto as medidas de ajuste estão limitadas ao corte de 30% dos gastos com hora extra e gratificações, mas não está descartada a possibilidade de demissões caso as estimativas de receita não se confirmem.
Por recomendação da Controladoria Geral do Município, a Prefeitura de Sidrolândia terá que cortar em pelo menos 7,79% a folha de pagamento do funcionalismo para pagar o reajuste salarial 14,95% concedido aos professores da rede municipal retroativo a 1⁰ de março, outro benefício é o piso nacional dos enfermeiros e os 5,65% que serão concedidos em maio ao conjunto do funcionalismo.
De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura, estes cortes são necessários para a gestão municipal voltar ao limite prudencial de gastos com pessoal, de 51,30% da receita líquida, fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Sem o ajuste, a prefeita Vanda Camilo corre o risco de responder por crime de improbidade administrativa, ficar inelegível, além de inviabilizar a concessão de novos reajustes salariais ao funcionalismo e ameaçar repasses de verbas estaduais e federais.
De acordo com os dados levantados pela Controladoria, o reajuste do magistério, determinado pelo Ministério da Educação para atualizar o piso nacional da categoria, vai ter um custo mensal R$ 743.194,40. O aumento vai elevar em R$ 6.688.749,60 os gastos com o equivalente a 54,97% da receita liquida, projetada em R$ 311.520.000,00.
Por enquanto as medidas de ajuste estão limitadas ao corte de 30% dos gastos com hora extra e gratificações, mas não está descartada a possibilidade de demissões caso as estimativas de receita não se confirmem.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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