Para a PF, organização patrocinava futebol de MS para lavar dinheiro
Para a PF, organização patrocinava futebol de MS para lavar dinheiro

Para a PF, organização patrocinava futebol de MS para lavar dinheiro

Para a Polícia Federal, que em conjunto com a Receita Federal deflagrou nesta terça-feira (21) a Operação Ouro de Ofir, os patrocínios da Company Consultoria Empresarial ao Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol e a times do Estado serviam para lavar dinheiro.
A força-tarefa ainda vai se aprofundar na investigação, mas durante coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (21), o delegado federal Guilherme Guimarães Farias disse que há indícios que a doações fossem usadas para legalizar o dinheiro obtido com golpes “e também para dar legitimidade ao esquema”.O esquema - A rede de golpistas teria feito ao menos 25 mil vítimas em todos os Estados brasileiros. Conforme o delegado Mazzotti, o grupo dizia que havia uma mina de ouro explorada na época do império e os valores referentes às comissões das vendas feitas para a Europa e aos Estados Unidos pertenciam a uma família de Campo Grande.O golpe teria começado a ser aplicado em Mato Grosso do Sul por Celso Araújo há ao menos dez anos. Ele dizia ser herdeiro dos valores, aponta a PF. Celso Éder Gonzaga de Araújo, neto dele e atual dono da Company, assumiu os “negócios” definitivamente no mês passado, quando o avô morreu aos 69 anos.De acordo com o delegado federal Cleo Mazzoti, os estelionatários integrantes da organização criminosa diziam que a família havia ganhado em uma ação internacional o direito a repatriação de R$ 3 trilhões, mas o acordo judicial previa que 40% do montante fosse distribuído para outros brasileiros.“Com isso, eles cooptavam as vítimas. A pessoa investia R$ 1 mil e ganhava um contrato com firma reconhecido em cartório de que receberia R$ 1 milhão”, explicou o delegado na coletiva.Outra modalidade de golpe era a promessa de liberação de uma antiga LTN (Letra do Tesouro Nacional). A quadrilha chamava as supostas operações financeiras de SAP e Aumetal.
A força-tarefa ainda vai se aprofundar na investigação, mas durante coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (21), o delegado federal Guilherme Guimarães Farias disse que há indícios que a doações fossem usadas para legalizar o dinheiro obtido com golpes “e também para dar legitimidade ao esquema”.
O esquema - A rede de golpistas teria feito ao menos 25 mil vítimas em todos os Estados brasileiros. Conforme o delegado Mazzotti, o grupo dizia que havia uma mina de ouro explorada na época do império e os valores referentes às comissões das vendas feitas para a Europa e aos Estados Unidos pertenciam a uma família de Campo Grande.
O golpe teria começado a ser aplicado em Mato Grosso do Sul por Celso Araújo há ao menos dez anos. Ele dizia ser herdeiro dos valores, aponta a PF. Celso Éder Gonzaga de Araújo, neto dele e atual dono da Company, assumiu os “negócios” definitivamente no mês passado, quando o avô morreu aos 69 anos.
De acordo com o delegado federal Cleo Mazzoti, os estelionatários integrantes da organização criminosa diziam que a família havia ganhado em uma ação internacional o direito a repatriação de R$ 3 trilhões, mas o acordo judicial previa que 40% do montante fosse distribuído para outros brasileiros.
“Com isso, eles cooptavam as vítimas. A pessoa investia R$ 1 mil e ganhava um contrato com firma reconhecido em cartório de que receberia R$ 1 milhão”, explicou o delegado na coletiva.
Outra modalidade de golpe era a promessa de liberação de uma antiga LTN (Letra do Tesouro Nacional). A quadrilha chamava as supostas operações financeiras de SAP e Aumetal.
Operação – Policiais federais e servidores da Receita foram às ruas antes da 7h desta terça-feira (21) para cumprir 19 mandados – 11 de busca e apreensão, 4 de prisão temporária e 4 de condução coercitiva, em Campo Grande, em Terenos, Goiânia (GO) e Brasília (DF).Além de Celso Éder, foram presos temporariamente Anderson Flores de Araújo e Sidney Anjos Peró. Um alvo está foragido. Eles, segundo a polícia, são “cabeças” do esquema em Mato Grosso do Sul.O nome da operação, Ouro de Ofir, é inspirado em uma cidade mitológica da qual seria proveniente um ouro de maior qualidade e beleza. Tal cidade nunca foi localizada e nem o metal precioso que seria de origem dele.Outro lado – O vice-presidente da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), Marco Antônio Tavares, disse que a única relação da entidade com a Company é a de patrocinado. “Nós recebemos um patrocínio e ele foi aplicado no futebol”, resumiu.
Operação – Policiais federais e servidores da Receita foram às ruas antes da 7h desta terça-feira (21) para cumprir 19 mandados – 11 de busca e apreensão, 4 de prisão temporária e 4 de condução coercitiva, em Campo Grande, em Terenos, Goiânia (GO) e Brasília (DF).
Além de Celso Éder, foram presos temporariamente Anderson Flores de Araújo e Sidney Anjos Peró. Um alvo está foragido. Eles, segundo a polícia, são “cabeças” do esquema em Mato Grosso do Sul.
O nome da operação, Ouro de Ofir, é inspirado em uma cidade mitológica da qual seria proveniente um ouro de maior qualidade e beleza. Tal cidade nunca foi localizada e nem o metal precioso que seria de origem dele.
Outro lado – O vice-presidente da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), Marco Antônio Tavares, disse que a única relação da entidade com a Company é a de patrocinado. “Nós recebemos um patrocínio e ele foi aplicado no futebol”, resumiu.
Campo Grande News
Para a Polícia Federal, que em conjunto com a Receita Federal deflagrou nesta terça-feira (21) a Operação Ouro de Ofir, os patrocínios da Company Consultoria Empresarial ao Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol e a times do Estado serviam para lavar dinheiro.
A força-tarefa ainda vai se aprofundar na investigação, mas durante coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (21), o delegado federal Guilherme Guimarães Farias disse que há indícios que a doações fossem usadas para legalizar o dinheiro obtido com golpes “e também para dar legitimidade ao esquema”.O esquema - A rede de golpistas teria feito ao menos 25 mil vítimas em todos os Estados brasileiros. Conforme o delegado Mazzotti, o grupo dizia que havia uma mina de ouro explorada na época do império e os valores referentes às comissões das vendas feitas para a Europa e aos Estados Unidos pertenciam a uma família de Campo Grande.O golpe teria começado a ser aplicado em Mato Grosso do Sul por Celso Araújo há ao menos dez anos. Ele dizia ser herdeiro dos valores, aponta a PF. Celso Éder Gonzaga de Araújo, neto dele e atual dono da Company, assumiu os “negócios” definitivamente no mês passado, quando o avô morreu aos 69 anos.De acordo com o delegado federal Cleo Mazzoti, os estelionatários integrantes da organização criminosa diziam que a família havia ganhado em uma ação internacional o direito a repatriação de R$ 3 trilhões, mas o acordo judicial previa que 40% do montante fosse distribuído para outros brasileiros.“Com isso, eles cooptavam as vítimas. A pessoa investia R$ 1 mil e ganhava um contrato com firma reconhecido em cartório de que receberia R$ 1 milhão”, explicou o delegado na coletiva.Outra modalidade de golpe era a promessa de liberação de uma antiga LTN (Letra do Tesouro Nacional). A quadrilha chamava as supostas operações financeiras de SAP e Aumetal.
A força-tarefa ainda vai se aprofundar na investigação, mas durante coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (21), o delegado federal Guilherme Guimarães Farias disse que há indícios que a doações fossem usadas para legalizar o dinheiro obtido com golpes “e também para dar legitimidade ao esquema”.
O esquema - A rede de golpistas teria feito ao menos 25 mil vítimas em todos os Estados brasileiros. Conforme o delegado Mazzotti, o grupo dizia que havia uma mina de ouro explorada na época do império e os valores referentes às comissões das vendas feitas para a Europa e aos Estados Unidos pertenciam a uma família de Campo Grande.
O golpe teria começado a ser aplicado em Mato Grosso do Sul por Celso Araújo há ao menos dez anos. Ele dizia ser herdeiro dos valores, aponta a PF. Celso Éder Gonzaga de Araújo, neto dele e atual dono da Company, assumiu os “negócios” definitivamente no mês passado, quando o avô morreu aos 69 anos.
De acordo com o delegado federal Cleo Mazzoti, os estelionatários integrantes da organização criminosa diziam que a família havia ganhado em uma ação internacional o direito a repatriação de R$ 3 trilhões, mas o acordo judicial previa que 40% do montante fosse distribuído para outros brasileiros.
“Com isso, eles cooptavam as vítimas. A pessoa investia R$ 1 mil e ganhava um contrato com firma reconhecido em cartório de que receberia R$ 1 milhão”, explicou o delegado na coletiva.
Outra modalidade de golpe era a promessa de liberação de uma antiga LTN (Letra do Tesouro Nacional). A quadrilha chamava as supostas operações financeiras de SAP e Aumetal.
Operação – Policiais federais e servidores da Receita foram às ruas antes da 7h desta terça-feira (21) para cumprir 19 mandados – 11 de busca e apreensão, 4 de prisão temporária e 4 de condução coercitiva, em Campo Grande, em Terenos, Goiânia (GO) e Brasília (DF).Além de Celso Éder, foram presos temporariamente Anderson Flores de Araújo e Sidney Anjos Peró. Um alvo está foragido. Eles, segundo a polícia, são “cabeças” do esquema em Mato Grosso do Sul.O nome da operação, Ouro de Ofir, é inspirado em uma cidade mitológica da qual seria proveniente um ouro de maior qualidade e beleza. Tal cidade nunca foi localizada e nem o metal precioso que seria de origem dele.Outro lado – O vice-presidente da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), Marco Antônio Tavares, disse que a única relação da entidade com a Company é a de patrocinado. “Nós recebemos um patrocínio e ele foi aplicado no futebol”, resumiu.
Operação – Policiais federais e servidores da Receita foram às ruas antes da 7h desta terça-feira (21) para cumprir 19 mandados – 11 de busca e apreensão, 4 de prisão temporária e 4 de condução coercitiva, em Campo Grande, em Terenos, Goiânia (GO) e Brasília (DF).
Além de Celso Éder, foram presos temporariamente Anderson Flores de Araújo e Sidney Anjos Peró. Um alvo está foragido. Eles, segundo a polícia, são “cabeças” do esquema em Mato Grosso do Sul.
O nome da operação, Ouro de Ofir, é inspirado em uma cidade mitológica da qual seria proveniente um ouro de maior qualidade e beleza. Tal cidade nunca foi localizada e nem o metal precioso que seria de origem dele.
Outro lado – O vice-presidente da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), Marco Antônio Tavares, disse que a única relação da entidade com a Company é a de patrocinado. “Nós recebemos um patrocínio e ele foi aplicado no futebol”, resumiu.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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