Pai e filho que sobreviveram a tiros de PRF participam da reconstituição
Pai e filho que sobreviveram a tiros de PRF participam da reconstituição

Pai e filho que sobreviveram a tiros de PRF participam da reconstituição

O supervisor comercial Agnaldo Espinosa da Silva, 48 anos, e o filho dele de 17 anos, que ficaram feridos no dia do crime, participam de reconstituição do assassinato do empresário Adriano Correia do Nascimento, 33 anos, morto a tiros no último dia 31 de dezembro pelo policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon, 47.
O policial Moon, conhecido como Coreia também participa da reconstituição. Os trabalhos começaram por volta das 5h20 na avenida Ernesto Geisel, na região central.
Por conta da reconstituição, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) interditou a via nos dois sentidos entre as ruas João Rosa Pires e 15 de Novembro, pegando de surpresa moradores e trabalhadores da região. Alguns mais curiosos pararam para acompanhar os trabalhos ao lado dos jornalistas. Ruas de acesso a Ernesto Geisel também foram fechadas nos dois sentidos.
Perícia - Delegados e investigadores do 1° DP (Centro), responsável pela apuração do caso, encenavam até a conclusão desta reportagem o suposto acidente de trânsito que teria dado origem ao crime.
Os amigos do empresário apontaram os locais onde teriam fechado a Mitsubishi Pajero prata de Coreia com a Hilux branca onde estavam, na altura da rua Pimenta Bueno.
Após os peritos medirem distância e tempo, cerca de 40 minutos depois as equipes seguiram para o cruzamento com a rua 26 de Agosto e continuavam o trabalho, que deve perdurar durante toda a manhã com a encenação dos tiros dados por Moon.
Prisão - Ricardo foi preso no dia 31 e, 24 horas depois, foi solto. Porém, voltou para a prisão no dia 5 de janeiro após pedido do MPE (Ministério Publico Estadual).
A ordem para prender foi dada pelo mesmo juiz que tinha determinado a soltura do policial. O crime, no último dia de 2016, chocou a cidade e protagonizou polêmica entre OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil) e Poder Judiciário. Em seu depoimento, Moon disse que agiu em legítima defesa.
Campo Grande News
O supervisor comercial Agnaldo Espinosa da Silva, 48 anos, e o filho dele de 17 anos, que ficaram feridos no dia do crime, participam de reconstituição do assassinato do empresário Adriano Correia do Nascimento, 33 anos, morto a tiros no último dia 31 de dezembro pelo policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon, 47.
O policial Moon, conhecido como Coreia também participa da reconstituição. Os trabalhos começaram por volta das 5h20 na avenida Ernesto Geisel, na região central.
Por conta da reconstituição, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) interditou a via nos dois sentidos entre as ruas João Rosa Pires e 15 de Novembro, pegando de surpresa moradores e trabalhadores da região. Alguns mais curiosos pararam para acompanhar os trabalhos ao lado dos jornalistas. Ruas de acesso a Ernesto Geisel também foram fechadas nos dois sentidos.
Perícia - Delegados e investigadores do 1° DP (Centro), responsável pela apuração do caso, encenavam até a conclusão desta reportagem o suposto acidente de trânsito que teria dado origem ao crime.
Os amigos do empresário apontaram os locais onde teriam fechado a Mitsubishi Pajero prata de Coreia com a Hilux branca onde estavam, na altura da rua Pimenta Bueno.
Após os peritos medirem distância e tempo, cerca de 40 minutos depois as equipes seguiram para o cruzamento com a rua 26 de Agosto e continuavam o trabalho, que deve perdurar durante toda a manhã com a encenação dos tiros dados por Moon.
Prisão - Ricardo foi preso no dia 31 e, 24 horas depois, foi solto. Porém, voltou para a prisão no dia 5 de janeiro após pedido do MPE (Ministério Publico Estadual).
A ordem para prender foi dada pelo mesmo juiz que tinha determinado a soltura do policial. O crime, no último dia de 2016, chocou a cidade e protagonizou polêmica entre OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil) e Poder Judiciário. Em seu depoimento, Moon disse que agiu em legítima defesa.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.