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Operação do Gaeco cumpre mandados de prisão em Maracaju e mais 8 cidades de MS

Operação do Gaeco cumpre mandados de prisão em Maracaju e mais 8 cidades de MS

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Operação do Gaeco cumpre mandados de prisão em Maracaju e mais 8 cidades de MS

Na manhã desta segunda-feira (18), o Gaeco juntamente com o MPMS, deflagrou a Operação Sintonia, com o objetivo de identificar e prender integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Serão realizados 67 mandados de prisão e 35 mandados de busca e apreensão, em nove cidades de MS, sendo Campo Grande, Maracaju, Dourados, Amambai, Bela Vista, Corguinho, Naviraí, Nova Andradina e Rochedo. A Operação tem o apoio do Batalhão do Choque e do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Durante um cumprimento de um mandado foi encontrada uma pistola.

Na manhã desta segunda-feira (18), o Gaeco juntamente com o MPMS, deflagrou a Operação Sintonia, com o objetivo de identificar e prender integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Serão realizados 67 mandados de prisão e 35 mandados de busca e apreensão, em nove cidades de MS, sendo Campo Grande, Maracaju, Dourados, Amambai, Bela Vista, Corguinho, Naviraí, Nova Andradina e Rochedo. A Operação tem o apoio do Batalhão do Choque e do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Durante um cumprimento de um mandado foi encontrada uma pistola.

Investigação

Conforme as investigações do Gaeco em conjunto com MPMS, os integrantes do PCC têm atuado do interior do sistema prisional. Muitos deles já são condenados por integrarem a organização criminosa. Desse modo, os aprisionados mantinham-se em sintonia com os integrantes em liberdade.

Os presos recorriam a comunicações telefônicas, com o fim de autorizar, gerenciar, coordenar e praticar supostos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo, roubo, sequestros e homicídios em Mato Grosso do Sul. 

Conforme as investigações do Gaeco em conjunto com MPMS, os integrantes do PCC têm atuado do interior do sistema prisional. Muitos deles já são condenados por integrarem a organização criminosa. Desse modo, os aprisionados mantinham-se em sintonia com os integrantes em liberdade.

Os presos recorriam a comunicações telefônicas, com o fim de autorizar, gerenciar, coordenar e praticar supostos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo, roubo, sequestros e homicídios em Mato Grosso do Sul. 

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