Operação contra narcotráfico faz limpa de membros do PCC em presídios de MS
Operação contra narcotráfico faz limpa de membros do PCC em presídios de MS

Operação contra narcotráfico faz limpa de membros do PCC em presídios de MS

A Operação Desdita, que cumpre 38 mandados em cinco cidades do Estado na manhã desta terça-feira (18), teria como principais alvos pessoas que já estão presas. O foco da ação é o combate a um esquema de tráfico de drogas, que seria comandado por membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) de dentro dos presídios.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, todos os mandados seriam relacionados ao tráfico de drogas e outros crimes afins, como associação criminosa para o tráfico e roubo. Os alvos da operação seriam pessoas que já estão presas.
A reportagem confirmou a ação do Batalhão de Choque com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) no Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande. Também foi alvo a 1ª Delegacia de Polícia Civil de Dourados, onde um mandado também teria sido cumprido com apoio do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais).
Coordenam a operação a promotora Cristiane Mourão, do gaeco, e outros quatro promotores de justiça. Nas outras cidades onde são cumpridos os mandados, Naviraí, Brasilândia e Ponta Porã, os alvos também seriam presídios e delegacias.Ao todo, 38 mandados devem ser cumpridos, sendo 24 de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão. Às 15 horas o Gaeco deve apresentar o balanço da operação em uma coletiva de imprensa na Procuradoria-Geral de Justiça. (Colaborou Nicanor Coelho)
Coordenam a operação a promotora Cristiane Mourão, do gaeco, e outros quatro promotores de justiça. Nas outras cidades onde são cumpridos os mandados, Naviraí, Brasilândia e Ponta Porã, os alvos também seriam presídios e delegacias.
Ao todo, 38 mandados devem ser cumpridos, sendo 24 de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão. Às 15 horas o Gaeco deve apresentar o balanço da operação em uma coletiva de imprensa na Procuradoria-Geral de Justiça. (Colaborou Nicanor Coelho)
Midiamax
A Operação Desdita, que cumpre 38 mandados em cinco cidades do Estado na manhã desta terça-feira (18), teria como principais alvos pessoas que já estão presas. O foco da ação é o combate a um esquema de tráfico de drogas, que seria comandado por membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) de dentro dos presídios.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, todos os mandados seriam relacionados ao tráfico de drogas e outros crimes afins, como associação criminosa para o tráfico e roubo. Os alvos da operação seriam pessoas que já estão presas.
A reportagem confirmou a ação do Batalhão de Choque com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) no Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande. Também foi alvo a 1ª Delegacia de Polícia Civil de Dourados, onde um mandado também teria sido cumprido com apoio do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais).
Coordenam a operação a promotora Cristiane Mourão, do gaeco, e outros quatro promotores de justiça. Nas outras cidades onde são cumpridos os mandados, Naviraí, Brasilândia e Ponta Porã, os alvos também seriam presídios e delegacias.Ao todo, 38 mandados devem ser cumpridos, sendo 24 de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão. Às 15 horas o Gaeco deve apresentar o balanço da operação em uma coletiva de imprensa na Procuradoria-Geral de Justiça. (Colaborou Nicanor Coelho)
Coordenam a operação a promotora Cristiane Mourão, do gaeco, e outros quatro promotores de justiça. Nas outras cidades onde são cumpridos os mandados, Naviraí, Brasilândia e Ponta Porã, os alvos também seriam presídios e delegacias.
Ao todo, 38 mandados devem ser cumpridos, sendo 24 de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão. Às 15 horas o Gaeco deve apresentar o balanço da operação em uma coletiva de imprensa na Procuradoria-Geral de Justiça. (Colaborou Nicanor Coelho)

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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