Número de queimadas em vegetação cresce 137% em sete anos em MS
Número de queimadas em vegetação cresce 137% em sete anos em MS

Número de queimadas em vegetação cresce 137% em sete anos em MS

Mato Grosso do Sul é um dos líderes no ranking de queimadas no país, perdendo apenas para o estado do Maranhão. Em sete anos, o número de incêndios em vegetação cresceu 137%, sendo que este ano, em apenas seis meses, já foram registradas 1.045 queimadas, segundo dados o meteorologista Natálio Abrão.
Entre os municípios, Corumbá tem o maior índice, com registro de 503 queimadas de janeiro até o dia 2 de julho de 2017. Em segundo lugar, está a cidade de Nova Maringá, Mato Grosso, com registro de 279 queimadas, diferença de 44% com a cidade sul-mato-grossense. Nos primeiros dias de julho, Corumbá e Costa Rica registraram 14 focos de incêndio em vegetação.
Com relação a anos anteriores, os registros de queimadas só crescem desde 2011, quando houve 490 registro de queimadas. Esse número subiu 97% em 2012, sendo 870 focos de incêndio.
Em 2015, época de bastante seca, o número de queimadas cresceu novamente e registrou 988 focos. Em 2016, foram 890 incêndios o ano todo. Este ano, em seis meses, houve aumento de 17% em relação a 2016.
Este ano no Estado, o mês que teve maior foco de incêndio nas matas foi em janeiro, com 355 focos registrados por satélites. Em janeiro de 2016, foram registradas 127 queimadas.
Campo Grande News
Mato Grosso do Sul é um dos líderes no ranking de queimadas no país, perdendo apenas para o estado do Maranhão. Em sete anos, o número de incêndios em vegetação cresceu 137%, sendo que este ano, em apenas seis meses, já foram registradas 1.045 queimadas, segundo dados o meteorologista Natálio Abrão.
Entre os municípios, Corumbá tem o maior índice, com registro de 503 queimadas de janeiro até o dia 2 de julho de 2017. Em segundo lugar, está a cidade de Nova Maringá, Mato Grosso, com registro de 279 queimadas, diferença de 44% com a cidade sul-mato-grossense. Nos primeiros dias de julho, Corumbá e Costa Rica registraram 14 focos de incêndio em vegetação.
Com relação a anos anteriores, os registros de queimadas só crescem desde 2011, quando houve 490 registro de queimadas. Esse número subiu 97% em 2012, sendo 870 focos de incêndio.
Em 2015, época de bastante seca, o número de queimadas cresceu novamente e registrou 988 focos. Em 2016, foram 890 incêndios o ano todo. Este ano, em seis meses, houve aumento de 17% em relação a 2016.
Este ano no Estado, o mês que teve maior foco de incêndio nas matas foi em janeiro, com 355 focos registrados por satélites. Em janeiro de 2016, foram registradas 127 queimadas.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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