“Município tomou todas as medidas para retomada do imóvel”, diz prefeito sobre a chinesa BBCA
“Município tomou todas as medidas para retomada do imóvel”, diz prefeito sobre a chinesa BBCA

“Município tomou todas as medidas para retomada do imóvel”, diz prefeito sobre a chinesa BBCA

Maracaju avança para retomar a área doada na gestão do ex-prefeito Maurílio Azambuja para a indústria chinesa BBCA que prometeu investimento de R$ 2,2 bilhões no município, porém não entregou praticamente nada. O projeto apresentado em 2013 parecia ser um grande negócio, com instalação de uma fábrica de derivados de milho e produtos químicos em Maracaju e tinha o principal objetivo de gerar emprego e renda.
O “negócio da china” se transformou em prejuízo para Maracaju, por telefone, o prefeito Marcos Calderan (PSDB) que está em Brasília, conversou com a reportagem do Noticidade e destacou: “o município tomou todas as medidas para retomada do imóvel, de forma a atender as demandas da população de Maracaju, embora não possua qualquer razão, a empresa BBCA preferiu se insurgir e buscar o judiciário, que é um direito que lhe assiste, vamos seguir na busca de garantir que essa área retorne ao município cumprindo a legislação”, destacou Calderan.
A BBCA recebeu diversos incentivos fiscais e até um terreno avaliado em R$ 10 milhões na época, que foi cedido pelo município. Agora, 11 anos depois e com apenas 4% do total prometido investido, de fato, a empresa briga na Justiça para não devolver a área que recebeu do município de Maracaju. A ação movida pela BBCA pede ‘restituição’ de cerca de R$ 20 milhões por “benfeitorias” feitas no terreno.
Apesar de afirmar ter investido um total de R$ 90 milhões (4% do prometido), a indústria chinesa pontua que o decreto do município de Maracaju que pede a devolução do terreno é ‘ilegal’. O judiciário aguarda a constatação da visita do oficial de Justiça para decidir sobre o caso.
Documento anexado aos autos pela PGE (Procuradoria-Geral do Estado) confirma os incentivos fiscais concedidos à empresa chinesa. Apesar de não revelar os valores os quais o Estado ‘abriu mão’ de receber, a PGE entende que a BBCA deve restituir os cofres estaduais, já que não cumpriu a sua parte no acordo.
“A empresa BBCA nunca implantou a indústria a que se comprometeu por diversas oportunidades. Sendo assim, fica nítido o descumprimento do Termo de Acordo n. 834/2013 e seus Aditivos”, conclui a PGE.
O processo tramita na 1ª Vara de Maracaju e ainda não há decisão do juiz Marco Antonio Montagnana Morais.
Maracaju avança para retomar a área doada na gestão do ex-prefeito Maurílio Azambuja para a indústria chinesa BBCA que prometeu investimento de R$ 2,2 bilhões no município, porém não entregou praticamente nada. O projeto apresentado em 2013 parecia ser um grande negócio, com instalação de uma fábrica de derivados de milho e produtos químicos em Maracaju e tinha o principal objetivo de gerar emprego e renda.
O “negócio da china” se transformou em prejuízo para Maracaju, por telefone, o prefeito Marcos Calderan (PSDB) que está em Brasília, conversou com a reportagem do Noticidade e destacou: “o município tomou todas as medidas para retomada do imóvel, de forma a atender as demandas da população de Maracaju, embora não possua qualquer razão, a empresa BBCA preferiu se insurgir e buscar o judiciário, que é um direito que lhe assiste, vamos seguir na busca de garantir que essa área retorne ao município cumprindo a legislação”, destacou Calderan.
A BBCA recebeu diversos incentivos fiscais e até um terreno avaliado em R$ 10 milhões na época, que foi cedido pelo município. Agora, 11 anos depois e com apenas 4% do total prometido investido, de fato, a empresa briga na Justiça para não devolver a área que recebeu do município de Maracaju. A ação movida pela BBCA pede ‘restituição’ de cerca de R$ 20 milhões por “benfeitorias” feitas no terreno.
Apesar de afirmar ter investido um total de R$ 90 milhões (4% do prometido), a indústria chinesa pontua que o decreto do município de Maracaju que pede a devolução do terreno é ‘ilegal’. O judiciário aguarda a constatação da visita do oficial de Justiça para decidir sobre o caso.
Documento anexado aos autos pela PGE (Procuradoria-Geral do Estado) confirma os incentivos fiscais concedidos à empresa chinesa. Apesar de não revelar os valores os quais o Estado ‘abriu mão’ de receber, a PGE entende que a BBCA deve restituir os cofres estaduais, já que não cumpriu a sua parte no acordo.
“A empresa BBCA nunca implantou a indústria a que se comprometeu por diversas oportunidades. Sendo assim, fica nítido o descumprimento do Termo de Acordo n. 834/2013 e seus Aditivos”, conclui a PGE.
O processo tramita na 1ª Vara de Maracaju e ainda não há decisão do juiz Marco Antonio Montagnana Morais.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.