Mulher é indenizada após ficar com agulha esquecida em cirúrgia por 4 anos
Mulher é indenizada após ficar com agulha esquecida em cirúrgia por 4 anos

Mulher é indenizada após ficar com agulha esquecida em cirúrgia por 4 anos

Uma mulher que ficou por quatro anos com uma agulha esquecida em seu corpo, após uma cirurgia de plástica de períneo, conseguiu na Justiça a indenização por danos morais de R$ 25 mil. O valor deve ser arcado pela médica responsável e pelo hospital onde foi realizado o procedimento. A identidade das partes não foi divulgada.
De acordo como TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) a vítima alega que foi internada no dia 10 de abril de 2001 para realização do procedimento, feito pela médica e acompanhada de outros profissionais.
A paciente afirmou que, apesar de ter recebido a alta médica três dias depois, passou a sentir constantes dores, inclusive durante relações sexuais. Por causa do incômodo, em 2005 se submeteu a exames e constatou a presença de uma agulha na região pélvica.
Ela atribuiu aos médicos a omissão de deixar o material cirúrgico, pedindo indenização por danos materiais e morais.
Em defesa, hospital alegou a inexistência de provas que demonstrem que a agulha foi esquecido durante a cirurgia realizada em 2001. A médica, que assinou como responsável, afirmou que não participou da cirurgia e que estava em curso de pós-graduação em São Paulo. Os demais réus também negaram suas responsabilidades sobre a situação.
A juiz juíza titular da vara, Sueli Garcia Saldanha, entendeu que, ao assinar como responsável pela cirurgia, ela atuou na intervenção, assim como também o hospital onde o procedimento foi realizado. Quanto aos demais réus indicados pela autora, entendeu a juíza que não há elementos suficientes para imputar a eles a responsabilidade pelos prejuízos.
O pedido de danos materiais foi negado pela juíza, mas julgou aceitou o pedido de danos morais. “Não se pode olvidar todo o infortúnio por que passou a autora desde a constatação da presença de material metálico, agravado pelo fato de a extração ser possível apenas com nova cirurgia”.
Campo Grande News
Uma mulher que ficou por quatro anos com uma agulha esquecida em seu corpo, após uma cirurgia de plástica de períneo, conseguiu na Justiça a indenização por danos morais de R$ 25 mil. O valor deve ser arcado pela médica responsável e pelo hospital onde foi realizado o procedimento. A identidade das partes não foi divulgada.
De acordo como TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) a vítima alega que foi internada no dia 10 de abril de 2001 para realização do procedimento, feito pela médica e acompanhada de outros profissionais.
A paciente afirmou que, apesar de ter recebido a alta médica três dias depois, passou a sentir constantes dores, inclusive durante relações sexuais. Por causa do incômodo, em 2005 se submeteu a exames e constatou a presença de uma agulha na região pélvica.
Ela atribuiu aos médicos a omissão de deixar o material cirúrgico, pedindo indenização por danos materiais e morais.
Em defesa, hospital alegou a inexistência de provas que demonstrem que a agulha foi esquecido durante a cirurgia realizada em 2001. A médica, que assinou como responsável, afirmou que não participou da cirurgia e que estava em curso de pós-graduação em São Paulo. Os demais réus também negaram suas responsabilidades sobre a situação.
A juiz juíza titular da vara, Sueli Garcia Saldanha, entendeu que, ao assinar como responsável pela cirurgia, ela atuou na intervenção, assim como também o hospital onde o procedimento foi realizado. Quanto aos demais réus indicados pela autora, entendeu a juíza que não há elementos suficientes para imputar a eles a responsabilidade pelos prejuízos.
O pedido de danos materiais foi negado pela juíza, mas julgou aceitou o pedido de danos morais. “Não se pode olvidar todo o infortúnio por que passou a autora desde a constatação da presença de material metálico, agravado pelo fato de a extração ser possível apenas com nova cirurgia”.

Modelo adotado no país estabelece características comuns para identificar automóveis e facilitar o uso dos registros pelos órgãos de trânsito.

Decisão depende das regras do estado, do valor disponível no momento e da capacidade de manter as parcelas previstas sem comprometer outras despesas.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.