Motoristas reclamam de buraqueira na MS-162 entre Maracaju e Sidrolândia
Motoristas reclamam de buraqueira na MS-162 entre Maracaju e Sidrolândia

Motoristas reclamam de buraqueira na MS-162 entre Maracaju e Sidrolândia

Uma rodovia de muita importância para o escoamento da produção agrícola de duas potências no setor, Sidrolândia e Maracaju, há muitos anos apresenta irregularidades que só um recapeamento pode resolver.
A MS-162 que liga Maracaju a Sidrolândia e vice versa, rota principal usada pelos campo-grandenses para chegar ao Paraguai devido ao excesso de chuva tem apresentado principalmente nos últimos dias um alto número de buracos e isso tudo compromete o movimento de veículos, entre os quais estão caminhões, com número maior em época de escoamento de grãos. Em fevereiro, tem início a colheita de soja, com previsão de volume recorde de 8,8 milhões de toneladas, de acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). E, neste mês, o fluxo de caminhões já está mais intenso, devido ao transporte de milho, vendido tardiamente.
A via não tem acostamento e pouquíssima sinalização e já foi cenário de inúmeros acidentes graves com vítimas fatais em diferentes pontos de toda a sua extensão de 90 quilômetros entre um município e outro.
Atendendo ao pedido do Prefeito Marcelo Ascoli, o governador Reinaldo Azambuja determinou a realização de uma obra de duplicação de um trecho há cinco quilômetros da área urbana de Sidrolândia de três quilômetros (saída para Maracaju), onde já está em funcionamento o complexo de armazenagem da Cooperativa Agroindustrial – LAR de Sidrolândia, mesma região onde se instalará uma empresa de fertilizantes e a Coamo, Cooperativa que já está em fase de conclusão e anunciou inauguração para Janeiro. A obra de duplicação e recapeamento é importante neste local, porém insuficiente, pois os problemas estão nos 80 quilômetros restantes até Maracaju.
A Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) informou que não há previsão de recapeamento em toda a extensão da rodovia que recebe apenas manutenção (tapa buracos) da regional da Agesul de Maracaju.
Luiz Ribeiro – Noticidade
Uma rodovia de muita importância para o escoamento da produção agrícola de duas potências no setor, Sidrolândia e Maracaju, há muitos anos apresenta irregularidades que só um recapeamento pode resolver.
A MS-162 que liga Maracaju a Sidrolândia e vice versa, rota principal usada pelos campo-grandenses para chegar ao Paraguai devido ao excesso de chuva tem apresentado principalmente nos últimos dias um alto número de buracos e isso tudo compromete o movimento de veículos, entre os quais estão caminhões, com número maior em época de escoamento de grãos. Em fevereiro, tem início a colheita de soja, com previsão de volume recorde de 8,8 milhões de toneladas, de acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). E, neste mês, o fluxo de caminhões já está mais intenso, devido ao transporte de milho, vendido tardiamente.
A via não tem acostamento e pouquíssima sinalização e já foi cenário de inúmeros acidentes graves com vítimas fatais em diferentes pontos de toda a sua extensão de 90 quilômetros entre um município e outro.
Atendendo ao pedido do Prefeito Marcelo Ascoli, o governador Reinaldo Azambuja determinou a realização de uma obra de duplicação de um trecho há cinco quilômetros da área urbana de Sidrolândia de três quilômetros (saída para Maracaju), onde já está em funcionamento o complexo de armazenagem da Cooperativa Agroindustrial – LAR de Sidrolândia, mesma região onde se instalará uma empresa de fertilizantes e a Coamo, Cooperativa que já está em fase de conclusão e anunciou inauguração para Janeiro. A obra de duplicação e recapeamento é importante neste local, porém insuficiente, pois os problemas estão nos 80 quilômetros restantes até Maracaju.
A Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) informou que não há previsão de recapeamento em toda a extensão da rodovia que recebe apenas manutenção (tapa buracos) da regional da Agesul de Maracaju.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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