Motociclista morto em acidente estava em alta velocidade, diz testemunha
Motociclista morto em acidente estava em alta velocidade, diz testemunha

Motociclista morto em acidente estava em alta velocidade, diz testemunha

Homem de 45 anos que morreu após bater a motocicleta que conduzia na traseira de um ônibus do transporte coletivo, na manhã desta quarta-feira (31), seguia em alta velocidade. O fato aconteceu na Avenida Mato Grosso, em frente a Caixa Econômica Federal, no Bairro Carandá Bosque, em Campo Grande.
Conforme testemunhas, a vítima seguia sozinho em uma motocicleta no sentido Parque dos Poderes, quando bateu na traseira de um ônibus, que havia parado no ponto para embarque e desembarque.
Ainda de acordo com testemunhas, o motociclista não conseguiu frear a tempo. O Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados, mas a vítima morreu no local.A pancada foi tão forte que no momento da colisão o capacete saiu da cabeça da vítima. Por causa do acidente, o trânsito está lento no local. Agentes da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e policiais controlam o trânsito no trecho, que ficou tumultuado.Ainda assustado com a situação, Marcelo Francisco de Aguiar, 35 anos, motorista do ônibus, contou que estava parado no ponto e ouviu a pancada. “Desci para ver o que tinha acontecido e o motociclista já estava morto. O capacete voou da cabeça dele”, lamenta.
Ainda de acordo com testemunhas, o motociclista não conseguiu frear a tempo. O Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados, mas a vítima morreu no local.
A pancada foi tão forte que no momento da colisão o capacete saiu da cabeça da vítima. Por causa do acidente, o trânsito está lento no local. Agentes da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e policiais controlam o trânsito no trecho, que ficou tumultuado.
Ainda assustado com a situação, Marcelo Francisco de Aguiar, 35 anos, motorista do ônibus, contou que estava parado no ponto e ouviu a pancada. “Desci para ver o que tinha acontecido e o motociclista já estava morto. O capacete voou da cabeça dele”, lamenta.
Campo Grande News
Homem de 45 anos que morreu após bater a motocicleta que conduzia na traseira de um ônibus do transporte coletivo, na manhã desta quarta-feira (31), seguia em alta velocidade. O fato aconteceu na Avenida Mato Grosso, em frente a Caixa Econômica Federal, no Bairro Carandá Bosque, em Campo Grande.
Conforme testemunhas, a vítima seguia sozinho em uma motocicleta no sentido Parque dos Poderes, quando bateu na traseira de um ônibus, que havia parado no ponto para embarque e desembarque.
Ainda de acordo com testemunhas, o motociclista não conseguiu frear a tempo. O Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados, mas a vítima morreu no local.A pancada foi tão forte que no momento da colisão o capacete saiu da cabeça da vítima. Por causa do acidente, o trânsito está lento no local. Agentes da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e policiais controlam o trânsito no trecho, que ficou tumultuado.Ainda assustado com a situação, Marcelo Francisco de Aguiar, 35 anos, motorista do ônibus, contou que estava parado no ponto e ouviu a pancada. “Desci para ver o que tinha acontecido e o motociclista já estava morto. O capacete voou da cabeça dele”, lamenta.
Ainda de acordo com testemunhas, o motociclista não conseguiu frear a tempo. O Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados, mas a vítima morreu no local.
A pancada foi tão forte que no momento da colisão o capacete saiu da cabeça da vítima. Por causa do acidente, o trânsito está lento no local. Agentes da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e policiais controlam o trânsito no trecho, que ficou tumultuado.
Ainda assustado com a situação, Marcelo Francisco de Aguiar, 35 anos, motorista do ônibus, contou que estava parado no ponto e ouviu a pancada. “Desci para ver o que tinha acontecido e o motociclista já estava morto. O capacete voou da cabeça dele”, lamenta.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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