“Minha mãe morreu tentando proteger ele”, diz irmã afirmando ainda que perdoa o irmão
“Minha mãe morreu tentando proteger ele”, diz irmã afirmando ainda que perdoa o irmão

“Minha mãe morreu tentando proteger ele”, diz irmã afirmando ainda que perdoa o irmão

Moradora de Maracaju, Thaysa Oruê Santos, filha de Michely Rios Midon Oruê, de 47 anos, ass4ssin4da a fac4das pelo próprio filho, publicou ontem um vídeo nas redes sociais em que desabafa sobre o crime e pede respeito à dor da família.
O vídeo foi em referência ao irmão, Alfredo Henrique Oruê dos Santos, preso nesta sexta-feira (4) acusado de ter cometido o homicídio. Ela defendeu o irmão das acusações que circulam nas redes sociais e afirmou que tem histórico psiquiátrico sim. Segundo Thaysa, o rapaz era diagnosticado com transtorno bipolar, fazia uso de medicamentos e enfrentava dependência de cocaína há anos.
Michely, segundo ela, havia deixado Sidrolândia para morar com o filho para tentar ajudá-lo a se livrar da dependência química. "O meu irmão tinha problema com dr0gas, com depressão. Ele é laudado, ele tem bipolaridade. Quando ficava sem a dr0ga, ele tinha surtos. Já se jogou do segundo andar, já tentou se m4tar. Ele ficou internado. Longe disso tudo, ele era uma pessoa boa, carinhosa, amorosa". Destacou emocionada e por fim pediu mais respeito a família, “não julguem, se querem culpar alguém, temos que acabar com as pessoas que vendem drogas, a droga acabou com minha família”.
Apesar do relato familiar, o inquérito policial se baseia em informações técnicas. Em depoimento, o acusado confessou o crime em detalhes. A polícia também considera que o jovem tinha plena capacidade de entender o que estava fazendo no momento do crime, apesar de alegar ter cometido o assassinato sob efeito de entorpecentes.
Alfredo foi preso na manhã de sexta-feira (4), em Dourados, após fugir com o carro da família. Ele havia deixado o corpo da mãe nos fundos da casa, na Rua Ivinhema, bairro Jardim Canaã. O crime chocou a população local e mobilizou familiares e amigos da vítima. Ele responderá por homicídio qualificado por feminicídio. A Polícia Civil segue as investigações e o jovem permanece preso preventivamente.
Moradora de Maracaju, Thaysa Oruê Santos, filha de Michely Rios Midon Oruê, de 47 anos, ass4ssin4da a fac4das pelo próprio filho, publicou ontem um vídeo nas redes sociais em que desabafa sobre o crime e pede respeito à dor da família.
O vídeo foi em referência ao irmão, Alfredo Henrique Oruê dos Santos, preso nesta sexta-feira (4) acusado de ter cometido o homicídio. Ela defendeu o irmão das acusações que circulam nas redes sociais e afirmou que tem histórico psiquiátrico sim. Segundo Thaysa, o rapaz era diagnosticado com transtorno bipolar, fazia uso de medicamentos e enfrentava dependência de cocaína há anos.
Michely, segundo ela, havia deixado Sidrolândia para morar com o filho para tentar ajudá-lo a se livrar da dependência química. "O meu irmão tinha problema com dr0gas, com depressão. Ele é laudado, ele tem bipolaridade. Quando ficava sem a dr0ga, ele tinha surtos. Já se jogou do segundo andar, já tentou se m4tar. Ele ficou internado. Longe disso tudo, ele era uma pessoa boa, carinhosa, amorosa". Destacou emocionada e por fim pediu mais respeito a família, “não julguem, se querem culpar alguém, temos que acabar com as pessoas que vendem drogas, a droga acabou com minha família”.
Apesar do relato familiar, o inquérito policial se baseia em informações técnicas. Em depoimento, o acusado confessou o crime em detalhes. A polícia também considera que o jovem tinha plena capacidade de entender o que estava fazendo no momento do crime, apesar de alegar ter cometido o assassinato sob efeito de entorpecentes.
Alfredo foi preso na manhã de sexta-feira (4), em Dourados, após fugir com o carro da família. Ele havia deixado o corpo da mãe nos fundos da casa, na Rua Ivinhema, bairro Jardim Canaã. O crime chocou a população local e mobilizou familiares e amigos da vítima. Ele responderá por homicídio qualificado por feminicídio. A Polícia Civil segue as investigações e o jovem permanece preso preventivamente.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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