Mesmo após confessar feminicídio, Elton pode ser solto após pedido da Defensoria Pública
Mesmo após confessar feminicídio, Elton pode ser solto após pedido da Defensoria Pública

Mesmo após confessar feminicídio, Elton pode ser solto após pedido da Defensoria Pública

Elton Machado Franco, de 30 anos, que confessou ter matado a ex-esposa com 17 facadas no dia 5 de fevereiro, em Maracaju pode ser liberado da prisão, isso porque a defesa dele pediu a liberdade dele. Elton teve o flagrante convertido em prisão preventiva, com base na garantia da manutenção da ordem pública. Agora, a Defensoria Pública, quer a revogação, "devendo ser demonstrada a necessidade da prisão e a real ameaça à ordem pública ante os fatos concretos.
Ao contrário da defesa de Elton, o parecer do MPE (Ministério Público Estadual) foi pela manutenção da prisão preventiva.
"Com a liberdade do réu, a garantia da ordem pública estará, claramente, vulnerável, tendo em vista a gravidade do crime cometido, tendo em vista que a morte da vítima causou comoção em nossa cidade, fato ainda que poderá abalar a credibilidade da justiça. A custódia preventiva é uma forma eficaz de se assegurar a futura aplicação da pena, que será fatalmente frustrada caso não se mantenham preso o réu, vez que evadiu-se do local do crime sendo preso em outra Comarca, além disso, responde por outro crime contra a vida".
Agora o caso está sob análise do judiciário para decisão. Advogados especialistas nesse tipo de crime acreditam ser difícil que o acusado responda em liberdade tendo em vista a crueldade e nítida repercussão do crime.
Elton Machado Franco, de 30 anos, que confessou ter matado a ex-esposa com 17 facadas no dia 5 de fevereiro, em Maracaju pode ser liberado da prisão, isso porque a defesa dele pediu a liberdade dele. Elton teve o flagrante convertido em prisão preventiva, com base na garantia da manutenção da ordem pública. Agora, a Defensoria Pública, quer a revogação, "devendo ser demonstrada a necessidade da prisão e a real ameaça à ordem pública ante os fatos concretos.
Ao contrário da defesa de Elton, o parecer do MPE (Ministério Público Estadual) foi pela manutenção da prisão preventiva.
"Com a liberdade do réu, a garantia da ordem pública estará, claramente, vulnerável, tendo em vista a gravidade do crime cometido, tendo em vista que a morte da vítima causou comoção em nossa cidade, fato ainda que poderá abalar a credibilidade da justiça. A custódia preventiva é uma forma eficaz de se assegurar a futura aplicação da pena, que será fatalmente frustrada caso não se mantenham preso o réu, vez que evadiu-se do local do crime sendo preso em outra Comarca, além disso, responde por outro crime contra a vida".
Agora o caso está sob análise do judiciário para decisão. Advogados especialistas nesse tipo de crime acreditam ser difícil que o acusado responda em liberdade tendo em vista a crueldade e nítida repercussão do crime.
O assassinato - Ivanir Rodrigues Antunes, de 32 anos, foi morta no sofá de casa. A técnica de enfermagem morava sozinha, mas, naquele dia, um casal dormia em um dos quartos e foi avisado pelo próprio suspeito que ele havia matado Ivanir. Segundo as testemunhas, depois de falar que tinha esfaqueado a ex, Elton ainda deu mais golpes nela.
Elton fugiu após o crime e acabou preso em Sidrolândia. Segundo a polícia, ele falou que estava sob efeito de drogas, que discutiu com a ex e que tinha intenção de reatar o relacionamento. Disse ainda que havia perdido a cabeça e que estava arrependido.
Elton tinha antecedentes por um homicídio ocorrido em 2011, também em Maracaju. Agora ele responde por feminicídio, com pena que pode chegar a 30 anos de reclusão.
O assassinato - Ivanir Rodrigues Antunes, de 32 anos, foi morta no sofá de casa. A técnica de enfermagem morava sozinha, mas, naquele dia, um casal dormia em um dos quartos e foi avisado pelo próprio suspeito que ele havia matado Ivanir. Segundo as testemunhas, depois de falar que tinha esfaqueado a ex, Elton ainda deu mais golpes nela.
Elton fugiu após o crime e acabou preso em Sidrolândia. Segundo a polícia, ele falou que estava sob efeito de drogas, que discutiu com a ex e que tinha intenção de reatar o relacionamento. Disse ainda que havia perdido a cabeça e que estava arrependido.
Elton tinha antecedentes por um homicídio ocorrido em 2011, também em Maracaju. Agora ele responde por feminicídio, com pena que pode chegar a 30 anos de reclusão.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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