Médicos rejeitam proposta e fazem novo pedido de reajuste à Prefeitura
Médicos rejeitam proposta e fazem novo pedido de reajuste à Prefeitura

Médicos rejeitam proposta e fazem novo pedido de reajuste à Prefeitura

O médicos da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) rejeitaram a proposta da Prefeitura de Campo Grande em assembleia na noite desta segunda-feira (3) e hoje (4) vão encaminhar um novo pedido de reajuste para a administração municipal. O Executivo ofereceu reduzir os plantões e incorporar 50% das gratificações.
A negociação com os médicos começou em abril e ainda não houve um acordo entre a administração municipal e a categoria. Inicialmente os servidores pediram um aumento de 27,5%, levando em consideração que estão há três anos sem reajuste.
Como contra proposta a Prefeitura propôs aumentar em 138,4% o salário-base dos médicos da rede municipal, que passaria de R$ 2.516,72 para R$ 6 mil, desde que os profissionais cumprissem 24 horas de carga horária semanal e não as 12 horas previstas nos contratos atuais. O aumento seria a incorporação das gratificações no salário.
Durante a reunião de ontem o Executivo municipal apresentou como proposta salarial para os profissionais da saúde uma redução de |plantões desnecessários| e incorporação ao salário-base de 50% dos adicionais por responsabilidade técnica e desempenho médico.
Os índices apresentados pela prefeitura representam um reajuste de 15% aos salários-base dos médicos, odontólogos e enfermeiros, segundo o secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto.
Por meio nota o SinMed-MS (Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul) disse que após a reunião com a Prefeitura de Campo Grande foi realizada uma assembleia da categoria e os profissionais eleboraram uma contra proposta que será encaminhada ainda hoje.
Mesmo sem acordo imediato, os médicos afirmam que não vão entrar em greve novamente. |A negociação está em andamento. A categoria decidiu se manifestar somente quando houver um acordo|, diz a nota do sindicato.
Campo Grande News
O médicos da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) rejeitaram a proposta da Prefeitura de Campo Grande em assembleia na noite desta segunda-feira (3) e hoje (4) vão encaminhar um novo pedido de reajuste para a administração municipal. O Executivo ofereceu reduzir os plantões e incorporar 50% das gratificações.
A negociação com os médicos começou em abril e ainda não houve um acordo entre a administração municipal e a categoria. Inicialmente os servidores pediram um aumento de 27,5%, levando em consideração que estão há três anos sem reajuste.
Como contra proposta a Prefeitura propôs aumentar em 138,4% o salário-base dos médicos da rede municipal, que passaria de R$ 2.516,72 para R$ 6 mil, desde que os profissionais cumprissem 24 horas de carga horária semanal e não as 12 horas previstas nos contratos atuais. O aumento seria a incorporação das gratificações no salário.
Durante a reunião de ontem o Executivo municipal apresentou como proposta salarial para os profissionais da saúde uma redução de |plantões desnecessários| e incorporação ao salário-base de 50% dos adicionais por responsabilidade técnica e desempenho médico.
Os índices apresentados pela prefeitura representam um reajuste de 15% aos salários-base dos médicos, odontólogos e enfermeiros, segundo o secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto.
Por meio nota o SinMed-MS (Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul) disse que após a reunião com a Prefeitura de Campo Grande foi realizada uma assembleia da categoria e os profissionais eleboraram uma contra proposta que será encaminhada ainda hoje.
Mesmo sem acordo imediato, os médicos afirmam que não vão entrar em greve novamente. |A negociação está em andamento. A categoria decidiu se manifestar somente quando houver um acordo|, diz a nota do sindicato.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.