Maracaju é a segunda cidade com mais casos de Chikungunya no estado
Maracaju é a segunda cidade com mais casos de Chikungunya no estado

Maracaju é a segunda cidade com mais casos de Chikungunya no estado

A Secretaria do Estado de Saúde (SES), divulgou um boletim epidemiológico em relação aos casos de Chikungunya em Mato Grosso do Sul.
De acordo com o Boletim, Maracaju é a segunda cidade com mais casos confirmados de Chikungunya no estado, ficando atrás apenas de Ponta Porã. Maracaju conta com 91 casos confirmados.
São nove cidades classificadas com alta incidência, que é quando são registrados mais de 300 casos prováveis para cada grupo de 100 mil habitantes. Com dados apenas dos últimos 14 dias, Maracaju e Bela Vista aparecem com média incidência, ou seja, têm de 100 a 300 casos prováveis em cada 100 mil habitantes.
Casos em Mato Grosso do Sul
Segundo o Boletim, em 2023, foram registrados 5.339 casos prováveis, destes, 950 já foram confirmados. Três óbitos foram constatados nesse ano, todos homens, um deles tinha 43 anos, o outro tinha 67 anos e o último tinha 70 anos.
A Secretaria do Estado de Saúde (SES), divulgou um boletim epidemiológico em relação aos casos de Chikungunya em Mato Grosso do Sul.
De acordo com o Boletim, Maracaju é a segunda cidade com mais casos confirmados de Chikungunya no estado, ficando atrás apenas de Ponta Porã. Maracaju conta com 91 casos confirmados.
São nove cidades classificadas com alta incidência, que é quando são registrados mais de 300 casos prováveis para cada grupo de 100 mil habitantes. Com dados apenas dos últimos 14 dias, Maracaju e Bela Vista aparecem com média incidência, ou seja, têm de 100 a 300 casos prováveis em cada 100 mil habitantes.
Segundo o Boletim, em 2023, foram registrados 5.339 casos prováveis, destes, 950 já foram confirmados. Três óbitos foram constatados nesse ano, todos homens, um deles tinha 43 anos, o outro tinha 67 anos e o último tinha 70 anos.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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