Manifestantes devem liberar avenida e multa é de R$ 100 mil por hora, avisa Sejusp
Manifestantes devem liberar avenida e multa é de R$ 100 mil por hora, avisa Sejusp

Manifestantes devem liberar avenida e multa é de R$ 100 mil por hora, avisa Sejusp

Em nota divulgada na manhã desta terça-feira (8), a Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) afirma que vai agir caso manifestantes não desobstruam ponto da Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande, bloqueado por grupo que há 9 dias protesta contra o resultado das eleições presidenciais. A decisão do Estado atende ordem da Justiça que proíbe o bloqueio de vias, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento.
Na noite de segunda-feira (07), o secretário Antonio Carlos Videira buscava uma agenda com o superintendente regional da Polícia Federal, Chang Fan, para discutir como cumprir a decisão do ministro.
Na nota emitida na manhã desta terça-feira (08), a secretaria lembra decisão do ministro Alexandre de Moraes, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e também do STF (Supremo Tribunal Federal), que determina liberação imediata de “toda e qualquer via pública obstruída, locais que apresentem imposição de dificuldade à passagem, inclusive canteiros, calçadas, etc”.
A pena pelo descumprimento é de multa de “R$ 100 mil aos proprietários dos veículos envolvidos, como é o caso das manifestações na região do Comando Militar do Oeste, em Campo Grande”.
A Sejusp informou que o prazo para cumprir o que foi definido é de 48 horas, contadas a partir de ontem (7), portanto, caso a avenida não seja liberada até esta quarta-feira (9), forças de segurança pública irão intervir.
Protesto no CMO dura 9 dias
Acampados em frente ao Comando Militar do Oeste, em Campo Grande, manifestantes se dizem insatisfeitos com o resultado do 2º turno das eleições de 2022, que elegeram o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorria à presidência com o atual chefe de Estado Jair Bolsonaro (PL).
No local, há carros de som que tocam o hino nacional, bandeiras do Brasil e pessoas que vestem camisetas verde e amarelo.
Os manifestantes ocupam o canteiro central da avenida, com carros e caminhões estacionados, desde a segunda-feira (31). Faixas da Duque de Caxias também são interditadas, o que deixa o trânsito lento em horários de pico.
Moradores reclamam de bloqueios e vão à Câmara
Moradores que vivem aos arredores do CMO (Comando Militar do Oeste), na Avenida Duque de Caxias, organizam uma manifestação em frente à Câmara dos Vereadores de Campo Grande, na quinta-feira (10), para pedir intervenção do Legislativo para liberação total do trânsito na Avenida, ocupada há 9 dias por manifestantes insatisfeitos com o resultado das eleições presidenciais.
A concentração dos manifestantes ocupa o canteiro central da avenida, com carros, caminhões e barracas, e também bloqueia o trânsito em faixas da avenida. Os trechos de ambos os sentidos estão parcialmente bloqueados, variando o número de faixas liberadas. Com isso, vizinhos da região relatam que estão sendo prejudicados.
“O comércio, trabalhadores e pessoas em translado para diversos bairros, aeroporto, polo industrial oeste, bem como outros municípios, estão sendo prejudicados com a obstrução e/ou congestionamento permanente dessa importante via pública, além das vias adjacentes”.
Em nota divulgada na manhã desta terça-feira (8), a Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) afirma que vai agir caso manifestantes não desobstruam ponto da Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande, bloqueado por grupo que há 9 dias protesta contra o resultado das eleições presidenciais. A decisão do Estado atende ordem da Justiça que proíbe o bloqueio de vias, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora de descumprimento.
Na noite de segunda-feira (07), o secretário Antonio Carlos Videira buscava uma agenda com o superintendente regional da Polícia Federal, Chang Fan, para discutir como cumprir a decisão do ministro.
Na nota emitida na manhã desta terça-feira (08), a secretaria lembra decisão do ministro Alexandre de Moraes, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e também do STF (Supremo Tribunal Federal), que determina liberação imediata de “toda e qualquer via pública obstruída, locais que apresentem imposição de dificuldade à passagem, inclusive canteiros, calçadas, etc”.
A pena pelo descumprimento é de multa de “R$ 100 mil aos proprietários dos veículos envolvidos, como é o caso das manifestações na região do Comando Militar do Oeste, em Campo Grande”.
A Sejusp informou que o prazo para cumprir o que foi definido é de 48 horas, contadas a partir de ontem (7), portanto, caso a avenida não seja liberada até esta quarta-feira (9), forças de segurança pública irão intervir.
Acampados em frente ao Comando Militar do Oeste, em Campo Grande, manifestantes se dizem insatisfeitos com o resultado do 2º turno das eleições de 2022, que elegeram o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorria à presidência com o atual chefe de Estado Jair Bolsonaro (PL).
No local, há carros de som que tocam o hino nacional, bandeiras do Brasil e pessoas que vestem camisetas verde e amarelo.
Os manifestantes ocupam o canteiro central da avenida, com carros e caminhões estacionados, desde a segunda-feira (31). Faixas da Duque de Caxias também são interditadas, o que deixa o trânsito lento em horários de pico.
Moradores reclamam de bloqueios e vão à Câmara
Moradores que vivem aos arredores do CMO (Comando Militar do Oeste), na Avenida Duque de Caxias, organizam uma manifestação em frente à Câmara dos Vereadores de Campo Grande, na quinta-feira (10), para pedir intervenção do Legislativo para liberação total do trânsito na Avenida, ocupada há 9 dias por manifestantes insatisfeitos com o resultado das eleições presidenciais.
A concentração dos manifestantes ocupa o canteiro central da avenida, com carros, caminhões e barracas, e também bloqueia o trânsito em faixas da avenida. Os trechos de ambos os sentidos estão parcialmente bloqueados, variando o número de faixas liberadas. Com isso, vizinhos da região relatam que estão sendo prejudicados.
“O comércio, trabalhadores e pessoas em translado para diversos bairros, aeroporto, polo industrial oeste, bem como outros municípios, estão sendo prejudicados com a obstrução e/ou congestionamento permanente dessa importante via pública, além das vias adjacentes”.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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