Lavoura de Maracaju registra 1º caso de ferrugem asiática em soja no MS
Lavoura de Maracaju registra 1º caso de ferrugem asiática em soja no MS

Lavoura de Maracaju registra 1º caso de ferrugem asiática em soja no MS

O município de Maracaju foi o primeiro do Estado a registrar caso de ferrugem asiática em plantações de soja, os dados da Fundação MS e do Consórcio Antiferrugem.
Além deste caso, foram apontados quatro casos de ferrugem voluntária em lavouras da Capital, Chapadão do Sul, São Gabriel do Oeste e Dourados, registrados em setembro.
O caso já é de conhecimento da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) que, via assessoria, confirmou a tomada de providências fitossanitárias.
A ferrugem da soja é considerada a principal doença a atingir a planta, causando perda de folhas precocemente e impedindo a formação de grãos, causando prejuízos que podem chegar a 70% da produtividade. Os casos no Brasil são catalogados desde 2001.
Além do caso de Maracaju, o Consórcio Antiferrugem anotou ocorrências de ferrugem asiática em três Estados: Santa Catarina, com dois casos (em Quilombo e São Domingos), São Paulo (quatro, em Itaberá, Itapeva, Itapetininga e São Miguel Arcanjo) e no Paraná, onde a doença é mais problemática, com 14 notificações –Piraí do Sul e Jaguarialva, próximo à divisa com São Paulo; Mariópolis, na divisa catarinense; Cândido de Abreu, Reserva, Peabiru, São João do Ivaí e Campo Mourão (centro paranaense) e Juranda, Ubiratã, Cafelândia, São Pedro do Iguaçu, Terra Roxa, Marechal Cândido Rondon, Nova Santa Rosa e Toledo, a oeste do Estado vizinho.
O pesquisador Alfredo Recieri, da Fundação Chapadão, afirmou à Jovem Sul News que o momento é de atenção para que a doença não se alastre no Estado e prejudique a produtividade. Ele afirma que a safra passada teve condições favoráveis para o não surgimento da doença, já que os produtores seguiram as orientações do vazio sanitário e aplicaram fungicidas adequadamente. Além disso, ele pontuou que sojicultores de Mato Grosso e Goiás atrasaram o plantio por falta de chuvas e, quando a doença se instalou nesses dois Estados, a cultura estava adiantada em Mato Grosso do Sul.
Recieri adverte, porém, que a situação atual é favorável à doença, com muita unidade e calor e o plantio ocorrendo nos Estados vizinhos –correntes de ar no sentido norte-sul e dificuldade para aplicação de fungicidas devido às chuvas também são agravantes. Produtores devem monitorar suas lavouras, principalmente na fase R-1 da planta, coletar folhas para análise e contar com acompanhamento técnico, bem como usar produtos e tecnologia de aplicação adequados.
Ainda segundo o pesquisador, as condições climáticas podem favorecer o surgimento de outras doenças fúngicas, como a mancha alvo e o mofo branco. (Com informações do Campo Grande News)
Redação – Noticidade
O município de Maracaju foi o primeiro do Estado a registrar caso de ferrugem asiática em plantações de soja, os dados da Fundação MS e do Consórcio Antiferrugem.
Além deste caso, foram apontados quatro casos de ferrugem voluntária em lavouras da Capital, Chapadão do Sul, São Gabriel do Oeste e Dourados, registrados em setembro.
O caso já é de conhecimento da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) que, via assessoria, confirmou a tomada de providências fitossanitárias.
A ferrugem da soja é considerada a principal doença a atingir a planta, causando perda de folhas precocemente e impedindo a formação de grãos, causando prejuízos que podem chegar a 70% da produtividade. Os casos no Brasil são catalogados desde 2001.
Além do caso de Maracaju, o Consórcio Antiferrugem anotou ocorrências de ferrugem asiática em três Estados: Santa Catarina, com dois casos (em Quilombo e São Domingos), São Paulo (quatro, em Itaberá, Itapeva, Itapetininga e São Miguel Arcanjo) e no Paraná, onde a doença é mais problemática, com 14 notificações –Piraí do Sul e Jaguarialva, próximo à divisa com São Paulo; Mariópolis, na divisa catarinense; Cândido de Abreu, Reserva, Peabiru, São João do Ivaí e Campo Mourão (centro paranaense) e Juranda, Ubiratã, Cafelândia, São Pedro do Iguaçu, Terra Roxa, Marechal Cândido Rondon, Nova Santa Rosa e Toledo, a oeste do Estado vizinho.
O pesquisador Alfredo Recieri, da Fundação Chapadão, afirmou à Jovem Sul News que o momento é de atenção para que a doença não se alastre no Estado e prejudique a produtividade. Ele afirma que a safra passada teve condições favoráveis para o não surgimento da doença, já que os produtores seguiram as orientações do vazio sanitário e aplicaram fungicidas adequadamente. Além disso, ele pontuou que sojicultores de Mato Grosso e Goiás atrasaram o plantio por falta de chuvas e, quando a doença se instalou nesses dois Estados, a cultura estava adiantada em Mato Grosso do Sul.
Recieri adverte, porém, que a situação atual é favorável à doença, com muita unidade e calor e o plantio ocorrendo nos Estados vizinhos –correntes de ar no sentido norte-sul e dificuldade para aplicação de fungicidas devido às chuvas também são agravantes. Produtores devem monitorar suas lavouras, principalmente na fase R-1 da planta, coletar folhas para análise e contar com acompanhamento técnico, bem como usar produtos e tecnologia de aplicação adequados.
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Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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